segunda-feira, 13 de outubro de 2014

CURTINHAS DO DIA



Marina apoia Aécio, e Dilma diz que é um só voto

Candidata derrotada do PSB afirma que ‘alternância de poder fará bem ao país’

Ex-senadora anuncia decisão um dia após tucano divulgar carta em que aceitava parte do programa dela e receber a adesão da família de Eduardo Campos. Para a presidente, não há transferência automática nas urnas

Um dia após Aécio Neves (PSDB) divulgar um manifesto em que contemplava parte do programa de Marina Silva (PSB), a ex-senadora, terceira colocada no primeiro turno das eleições presidenciais, declarou seu apoio ao candidato tucano no segundo turno. Para Marina, que culpou o governo Dilma, do PT, por “um imenso retrocesso” nos últimos quatro anos, “a alternância de poder fará bem ao Brasil”. Segundo Marina, ainda não se discutiu como será sua participação na campanha tucana. Aécio, que na véspera já ganhara o apoio da família do ex-governador Eduardo Campos, morto em agosto quando era o candidato do PSB à Presidência, disse que ele e Marina passam agora a ser “um só corpo”. A presidente Dilma afirmou duvidar de que Marina transfira votos automaticamente ao adversário. “O voto não é de qualquer candidato.”


PSB troca Executiva dividido entre PT e PSDB

Dois meses depois da morte de Eduardo Campos, o PSB elege hoje nova Executiva. Em chapa única, Carlos Siqueira substituirá, na presidência, Roberto Amaral, que acusou a sigla de trair os ideais ao apoiar Aécio Neves.


Energia cara engorda caixa dos estados

A crise do setor elétrico resultou em reajustes das tarifas de 18%, em média. Se os aumentos pesam no bolso do consumidor e nas contas do governo federal, também engordam o caixa dos estados. A arrecadação do ICMS sobre energia elétrica cresceu 35% de janeiro a julho deste ano, em relação ao mesmo período de 2013.

Morales é reeleito, diz boca de urna


O presidente da Bolívia, Evo Morales, garantiu ontem, com 60% dos votos, o terceiro mandato segundo pesquisas de boca de urna, assegurando a sua permanência no cargo até 2020. 


Emissões de CO2 - 'China e EUA evoluem mais que o Brasil'


Tasso Azevedo, do Observatório do Clima: país acredita no petróleo como passaporte para o futuro, mas não é.

Bovespa ganha com rali eleitoral


A eleição presidencial já tem um vencedor antes mesmo do segundo turno. Enquanto investidores e empresas podem perder com a volatilidade, a Bolsa de Valores viu crescer o giro financeiro dos pregões, o que terá impacto positivo no resultado do trimestre.

Mantega cobra ‘realismo’ ao FMI

Em mensagem ao Fundo, ministro aponta contradições do organismo: documento de abril dizia que o cenário externo era responsável por 60% da desaceleração da economia brasileira; agora, atribui a fatores internos. 


A MÃO AMIGA DO CÂMBIO

O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/Ibre) Gabriel Leal de Barros, aponta que, não fosse a providencial ajuda da taxa de câmbio entre 2011 e 2013, a Dívida Pública Líquida do Setor Público (DLSP) brasileiro já teria começado a subir bem antes de 2014. 



Cai participação paulista na pesquisa brasileira

A produção científica brasileira está um pouco menos concentrada no Estado de São Paulo. A pesquisa realizada nas três universidades estaduais — USP, Unicamp e UNESP — representou pelo menos 40% do total de 1993 até 2010, mas caiu para 37% nos anos de 2012 e 2013. A ciência paulista se destaca pela qualidade. Segundo o indicador mais aceito, que é a média de citações de cada artigo publicado pela instituição, o desempenho nacional estacionou em 0, 69 desde 2003, enquanto a USP chegou a 0, 84 e a Unicamp, a 0,80. 

Queda no número de diplomas afeta saúde e educação


A redução no número de formandos do ensino superior agrava a falta de profissionais em saúde e educação. Cursos de enfermagem, odontologia e farmácia entregaram 13,4% menos diplomas em 2013. Nos de formação de professores, houve baixa de 10%.



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