terça-feira, 14 de outubro de 2014

RIO ,15 DE OUTUBRO DE 2014.

CURTINHAS DO DIA




 MP e magistrados apoiam juiz do caso Petrobras

Entidades reagem a Dilma e dizem que atuação na Lava-Jato é imparcial e apartidária

Em nota, associação de juízes manifesta ‘total apoio e confiança no trabalho desenvolvido com zelo e responsabilidade pela Justiça Federal do Paraná ’; PT volta a pedir acesso à delação de ex-diretor da estatal

A Procuradoria Geral da República no Paraná e a Associação de Juízes Federais (Ajufe) saíram ontem em defesa do juiz Sérgio Moro e dos promotores que estão à frente da Operação Lava-Jato, que investiga corrupção na Petrobras. Em nota, a procuradoria diz que a atuação da PF, do MP e do Judiciário é “estritamente técnica, imparcial e apartidária”. A reação ocorreu após críticas da presidente Dilma e de petistas ao que chamaram de “vazamento seletivo” dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. Ao serem ouvidos pelo juiz Moro, os dois acusaram PT, PMDB e PP de se beneficiarem de corrupção na estatal. 



Para Carvalho, campanha vive ‘momento delicadíssimo '

Em encontro no Recife , Gilberto Carvalho admitiu que campanha petista vive “momento delicadíssimo”.



Grupo pró-tucano assume o comando do PSB

O PSB elegeu Carlos Siqueira presidente, no lugar de Roberto Amaral, ex -ministro de Lula . 


Bolsa sobe com corrida eleitoral

O apoio de Marina Silva a Aécio Neves e rumores sobre suposto avanço do candidato tucano em pesquisas eleitorais fizeram a Bolsa subir 4,58%, na maior alta em mais de três anos. As ações da Petrobras e do Banco do Brasil tiveram alta superior a 10%.


Vaticano muda tom e se aproxima de gays

Documento divulgado ao fim da primeira etapa do Sínodo da Família abranda o tom do discurso sobre os homossexuais e propõe mais tolerância. No texto, o Vaticano diz que os gays têm “dons e qualidades para oferecer” ao cristianismo e à Igreja, e propõe o debate sobre a aceitação da homossexualidade e o reconhecimento de aspectos positivos em casais do mesmo sexo.


Nada será como antes

As disputas regionais estão dividindo os partidos que apoiam a presidente Dilma. E não é só o PMDB. O governador eleito Flávio Dino (MA) está evitando se reunir com a direção de seu partido, o PCdoB. Ele venceu a família Sarney, principal aliada da presidente Dilma, e tem como vice o tucano Carlos Brandão. Os aliados históricos do PT estão para enfrentar a primeira dissidência. 


O calendário político

A tese de que a Justiça deve prestar atenção ao calendário eleitoral para julgar seus casos mais polêmicos que envolvam políticos foi desenvolvida primeiro pelo ex-presidente Lula, que pressionou o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes para que trabalhasse pelo adiamento do julgamento do processo do mensalão, alegando que ele coincidiria com a eleição para prefeito e poderia prejudicar o PT, sobretudo em SP. 


Herança elétrica

A crise no setor elétrico deve custar ao país R$ 66,5 bilhões, segundo o empresário Walter Fróes, da CMU Comercializadora de Energia. "Isso será pago por todos os brasileiros". Ele faz um cálculo pelo valor médio das contas de luz e conclui que cada brasileiro pagará o equivalente a 17 contas a mais até 2017. A crise, segundo ele, foi em parte criada pelas decisões erradas do governo.




Aécio Neves espera por Marina

Em visita ao Paraná, onde obteve sua segunda melhor votação, presidenciável do PSDB agradeceu pelo apoio da ex-ministra e disse que o encontro com sua adversária no primeiro turno não passará desta semana. 

SP: PUBLICIDADE MUDA DE MÃOS

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) assinou um decreto que retira a Coordenação de Publicidade da Secretaria de Comunicação e passa o departamento para a Secretaria de Governo.


ACREDITE QUEM QUISER

O Instituto Sensus, que faz pesquisas de opinião para a revista IstoÉ, não tem a mesma credibilidade do Datafolha. E também não tem a tradição do Ibope. Isso lhe permite maior ousadia.



Ministro diz esperar que, morto, Campos avalie ações de Lula

Em ato com movimentos sociais, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) afirmou esperar que, “na luz de Deus”, Eduardo Campos (PSB) “tenha reconhecido aquilo que o Lula fez” por Pernambuco quando foi presidente. 


Calor atípico e falta de chuvas agravam crise em São Paulo 

Termômetros acima do padrão, baixa umidade do ar e ausência de previsão de chuvas agravam a crise hídrica de São Paulo. O volume do Cantareira caiu para 4,7%. Massa de ar quente impede a entrada de frente fria. Nesta segunda (13), a cidade registrou 35,9ºC.


Para garantir leilão, governo reduzirá preço da energia

Para tentar garantir o sucesso de leilão em dezembro, o governo reduzirá o teto do preço da energia no mercado de curto prazo. O objetivo é evitar que empresas deixem de vender no leilão para obter preço maior no mercado de curto prazo em 2015.


Meu livro, minha vida

A presidente Dilma (PT) carrega uma apostila nos debates na TV. Apelidado de “Bíblia” pelos assessores, o caderno traz dados e dicas do que abordar. A exemplo do seu rival, Aécio Neves (PSDB), Dilma simula perguntas e respostas com auxiliares. 



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O primeiro bloco do debate Band entre presidenciáveis nesta terça-feira (14) registrou a crítica da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) aos investimentos feitos pelo governo de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais na área de saúde. Dilma disse que o governo deixou de investir R$ 7,6 bilhões na área. Aécio rebateu e disse que Dilma está "desinformada".
Dilma citou o parecer do TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) que apontava que governo do Estado não teria os recursos mínimos previstos em lei. "Quando o senhor dirigiu o governo de Minas, não cumpriu o que está Constituição, a meta de destinar verba para saúde", disse Dilma.
Aécio afirmou que os dados usados por Dilma não eram verdadeiros.
"Candidata, lamento que a senhora esteja desinformada. Todas as nossas contas foram aprovadas pelo TCU, inclusive as da saúde. Antes da aprovação da Emenda 29, que demorou muito a ser aprovada, cada estado definia os recursos da saúde", disse Aécio.
O debate Band é o primeiro entre os dois candidatos à Presidência neste segundo turno das eleições.

Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, cumpriu agenda em São Paulo, onde gravou o guia eleitoral. Durante entrevista, falou sobre suas propostas para a educação e anunciou a criação de um "mentirômetro", uma página na internet onde o candidato pretende rebater o que chama de críticas e calúnias do PT contra ele e o PSDB.

O primeiro bloco do debate Band entre presidenciáveis nesta terça-feira (14) registrou a crítica da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) aos investimentos feitos pelo governo de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais na área de saúde. Dilma disse que o governo deixou de investir R$ 7,6 bilhões na área. Aécio rebateu e disse que Dilma está "desinformada".
Dilma citou o parecer do TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) que apontava que governo do Estado não teria os recursos mínimos previstos em lei. "O governo de Minas foi obrigado a fazer um ajuste. Vocês desviaram R$ 7,6 bilhões da saúde", disse Dilma.
Na sua resposta, Aécio, que governou Minas Gerais entre os anos de 2003 e 2010, afirmou que os dados usados por Dilma não eram verdadeiros.
"Candidata, lamento que a senhora esteja desinformada. Todas as nossas contas foram aprovadas pelo TCU, inclusive as da saúde. Antes da aprovação da Emenda 29, que demorou muito a ser aprovada, cada estado definia os recursos da saúde", disse Aécio Neves. 
Na sua réplica, Dilma voltou a citar o caso e questionou a competência de Aécio para conduzir programas criados durante o seu governo. 
"O governo de Minas foi obrigado a fazer um ajuste. Vocês desviaram R$ 7,6 bilhões da saúde. Em minas, vocês têm o terceiro pior desempenho do Samu, um sistema de transporte de urgência para os hospitais. Como posso acreditar que o senhor vai fazer o programa Mais Especialidades?", indagou, Dilma. 
Em sua tréplica, Aécio voltou a dizer que os dados apresentados por Dilma não eram verdadeiros. 
"Candidata, não sei quem tem lhe dado esses números. Mas não os repita. Não são verdadeiros. Não falar a verdade se tornou uma tônica da sua campanha desde o primeiro turno", afirmou. 



Pelo 39º ano, os brasileiros de 10 estados e do Distrito Federal deverão adiantar o relógio em uma hora devido ao horário de verão. Desta vez, o ajuste terá uma semana a mais e começará à 0h do domingo (19). No dia 22 de fevereiro de 2015, os relógios serão novamente ajustados e chegará ao fim o horário de verão. Segundo o secretário de Energia Elétrica no Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, o país deve economizar R$ 278 milhões durante esse período.
Além da capital do país, o horário de verão vigorará no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minhas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Durante os 126 dias, a expectativa do governo é que haja redução na sobrecarga das linhas de tensão e transformadores. A prorrogação do período aconteceu com o intuito de evitar que o fim da medida ocorresse no Carnaval.
A última edição do horário de verão gerou economia de R$ 405 milhões. Embora para este ano a expectativa seja menor, o secretária defende que a medida vale a pena. O motivo da queda seria o aumento 
da demanda de geração de energia, causado pela poucas precipitações. Ildo Grüdtner afirma que, este ano, espera-se reduzir o consumo de água nos reservatórios das regiões contempladas pelo ajuste. A expectativa é que haja redução de 0,4% no Sudeste e no Centro Oeste e 1,1% no Sul. Ao todo, segundo o secretário, serão poupados cerca de R$ 4,5 bilhões com a construção de termelétricas no período








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