CURTINHAS DO DIA
MP e magistrados apoiam juiz do caso Petrobras
Entidades reagem a Dilma e dizem que atuação na Lava-Jato é imparcial e apartidária
Em nota, associação de juízes manifesta ‘total apoio e confiança no trabalho desenvolvido com zelo e responsabilidade pela Justiça Federal do Paraná ’; PT volta a pedir acesso à delação de ex-diretor da estatal
A Procuradoria Geral da República no Paraná e a Associação de Juízes Federais (Ajufe) saíram ontem em defesa do juiz Sérgio Moro e dos promotores que estão à frente da Operação Lava-Jato, que investiga corrupção na Petrobras. Em nota, a procuradoria diz que a atuação da PF, do MP e do Judiciário é “estritamente técnica, imparcial e apartidária”. A reação ocorreu após críticas da presidente Dilma e de petistas ao que chamaram de “vazamento seletivo” dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. Ao serem ouvidos pelo juiz Moro, os dois acusaram PT, PMDB e PP de se beneficiarem de corrupção na estatal.
Em nota, associação de juízes manifesta ‘total apoio e confiança no trabalho desenvolvido com zelo e responsabilidade pela Justiça Federal do Paraná ’; PT volta a pedir acesso à delação de ex-diretor da estatal
A Procuradoria Geral da República no Paraná e a Associação de Juízes Federais (Ajufe) saíram ontem em defesa do juiz Sérgio Moro e dos promotores que estão à frente da Operação Lava-Jato, que investiga corrupção na Petrobras. Em nota, a procuradoria diz que a atuação da PF, do MP e do Judiciário é “estritamente técnica, imparcial e apartidária”. A reação ocorreu após críticas da presidente Dilma e de petistas ao que chamaram de “vazamento seletivo” dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. Ao serem ouvidos pelo juiz Moro, os dois acusaram PT, PMDB e PP de se beneficiarem de corrupção na estatal.
Para Carvalho, campanha vive ‘momento delicadíssimo '
Grupo pró-tucano assume o comando do PSB
Bolsa sobe com corrida eleitoral
Vaticano muda tom e se aproxima de gays
Nada será como antes
As disputas regionais estão dividindo os partidos que apoiam a presidente Dilma. E não é só o PMDB. O governador eleito Flávio Dino (MA) está evitando se reunir com a direção de seu partido, o PCdoB. Ele venceu a família Sarney, principal aliada da presidente Dilma, e tem como vice o tucano Carlos Brandão. Os aliados históricos do PT estão para enfrentar a primeira dissidência.
O calendário político
A tese de que a Justiça deve prestar atenção ao calendário eleitoral para julgar seus casos mais polêmicos que envolvam políticos foi desenvolvida primeiro pelo ex-presidente Lula, que pressionou o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes para que trabalhasse pelo adiamento do julgamento do processo do mensalão, alegando que ele coincidiria com a eleição para prefeito e poderia prejudicar o PT, sobretudo em SP.
Herança elétrica
A crise no setor elétrico deve custar ao país R$ 66,5 bilhões, segundo o empresário Walter Fróes, da CMU Comercializadora de Energia. "Isso será pago por todos os brasileiros". Ele faz um cálculo pelo valor médio das contas de luz e conclui que cada brasileiro pagará o equivalente a 17 contas a mais até 2017. A crise, segundo ele, foi em parte criada pelas decisões erradas do governo.
Aécio Neves espera por Marina
SP: PUBLICIDADE MUDA DE MÃOS
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) assinou um decreto que retira a Coordenação de Publicidade da Secretaria de Comunicação e passa o departamento para a Secretaria de Governo.
ACREDITE QUEM QUISER
O Instituto Sensus, que faz pesquisas de opinião para a revista IstoÉ, não tem a mesma credibilidade do Datafolha. E também não tem a tradição do Ibope. Isso lhe permite maior ousadia.
Ministro diz esperar que, morto, Campos avalie ações de Lula
Calor atípico e falta de chuvas agravam crise em São Paulo
Para garantir leilão, governo reduzirá preço da energia
Meu livro, minha vida
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O primeiro bloco do debate Band entre presidenciáveis nesta terça-feira (14) registrou a crítica da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) aos investimentos feitos pelo governo de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais na área de saúde. Dilma disse que o governo deixou de investir R$ 7,6 bilhões na área. Aécio rebateu e disse que Dilma está "desinformada".
Dilma citou o parecer do TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) que apontava que governo do Estado não teria os recursos mínimos previstos em lei. "Quando o senhor dirigiu o governo de Minas, não cumpriu o que está Constituição, a meta de destinar verba para saúde", disse Dilma.
Aécio afirmou que os dados usados por Dilma não eram verdadeiros.
"Candidata, lamento que a senhora esteja desinformada. Todas as nossas contas foram aprovadas pelo TCU, inclusive as da saúde. Antes da aprovação da Emenda 29, que demorou muito a ser aprovada, cada estado definia os recursos da saúde", disse Aécio.
O debate Band é o primeiro entre os dois candidatos à Presidência neste segundo turno das eleições.
Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, cumpriu agenda em São Paulo, onde gravou o guia eleitoral. Durante entrevista, falou sobre suas propostas para a educação e anunciou a criação de um "mentirômetro", uma página na internet onde o candidato pretende rebater o que chama de críticas e calúnias do PT contra ele e o PSDB.
O primeiro bloco do debate Band entre presidenciáveis nesta terça-feira (14) registrou a crítica da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) aos investimentos feitos pelo governo de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais na área de saúde. Dilma disse que o governo deixou de investir R$ 7,6 bilhões na área. Aécio rebateu e disse que Dilma está "desinformada".
Dilma citou o parecer do TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) que apontava que governo do Estado não teria os recursos mínimos previstos em lei. "O governo de Minas foi obrigado a fazer um ajuste. Vocês desviaram R$ 7,6 bilhões da saúde", disse Dilma.
Na sua resposta, Aécio, que governou Minas Gerais entre os anos de 2003 e 2010, afirmou que os dados usados por Dilma não eram verdadeiros.
"Candidata, lamento que a senhora esteja desinformada. Todas as nossas contas foram aprovadas pelo TCU, inclusive as da saúde. Antes da aprovação da Emenda 29, que demorou muito a ser aprovada, cada estado definia os recursos da saúde", disse Aécio Neves.
Na sua réplica, Dilma voltou a citar o caso e questionou a competência de Aécio para conduzir programas criados durante o seu governo.
"O governo de Minas foi obrigado a fazer um ajuste. Vocês desviaram R$ 7,6 bilhões da saúde. Em minas, vocês têm o terceiro pior desempenho do Samu, um sistema de transporte de urgência para os hospitais. Como posso acreditar que o senhor vai fazer o programa Mais Especialidades?", indagou, Dilma.
Em sua tréplica, Aécio voltou a dizer que os dados apresentados por Dilma não eram verdadeiros.
"Candidata, não sei quem tem lhe dado esses números. Mas não os repita. Não são verdadeiros. Não falar a verdade se tornou uma tônica da sua campanha desde o primeiro turno", afirmou.
Pelo 39º ano, os brasileiros de 10 estados e do Distrito Federal deverão adiantar o relógio em uma hora devido ao horário de verão. Desta vez, o ajuste terá uma semana a mais e começará à 0h do domingo (19). No dia 22 de fevereiro de 2015, os relógios serão novamente ajustados e chegará ao fim o horário de verão. Segundo o secretário de Energia Elétrica no Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, o país deve economizar R$ 278 milhões durante esse período.
Além da capital do país, o horário de verão vigorará no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minhas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Durante os 126 dias, a expectativa do governo é que haja redução na sobrecarga das linhas de tensão e transformadores. A prorrogação do período aconteceu com o intuito de evitar que o fim da medida ocorresse no Carnaval.
A última edição do horário de verão gerou economia de R$ 405 milhões. Embora para este ano a expectativa seja menor, o secretária defende que a medida vale a pena. O motivo da queda seria o aumento
da demanda de geração de energia, causado pela poucas precipitações. Ildo Grüdtner afirma que, este ano, espera-se reduzir o consumo de água nos reservatórios das regiões contempladas pelo ajuste. A expectativa é que haja redução de 0,4% no Sudeste e no Centro Oeste e 1,1% no Sul. Ao todo, segundo o secretário, serão poupados cerca de R$ 4,5 bilhões com a construção de termelétricas no período

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