CURTINHAS DO DIA
A greve dos bancários deixou fechados no país pelo menos 9.379 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados nesta quinta-feira (2), terceiro dia de paralisação, segundo estimativa do sindicato. O número representa 40,8% das 22.987 agências no país.
O balanço foi feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) com base nos dados enviados até as 18h pelos 134 sindicatos que integram o Comando Nacional dos Bancários, que representa cerca de 95% dos 511 mil bancários.
A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) não se pronuncia sobre o número de agências fechadas ou trabalhadores parados.
A paralisação foi aprovada na quinta-feira (25) e confirmada na segunda (29), e ocorre por tempo indeterminado.
É o 11º ano seguido em que os bancários entram em greve. No ano passado, a paralisação durou 23 dias e foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8%, com ganho real (descontada a inflação) de 1,82%.
Reivindicações X Proposta
Os bancários recusaram a proposta de reajuste salarial apresentada pelos bancos.
No sábado (27), a Fenaban aumentou sua oferta, e propôs reajuste de 7,35% para salários e demais verbas, sendo 0,94% de aumento real, descontando a inflação. Para os pisos, a proposta foi de reajuste de 8%, sendo 1,55% acima da inflação.
A proposta foi considerada insuficiente pelos trabalhadores, que pedem aumento de 12,5%.
"Cinco dos maiores bancos que compõem a mesa de negociação (BB, Caixa, Bradesco, Itaú e Santander) viram seu lucro crescer 16,5%, mas oferecem menos de 1% de aumento real para seus trabalhadores. Não dá pra aceitar: queremos aumento real maior para salários, piso, PLR, vales e auxílios", disse a presidente do sindicato de São Paulo, Osasco e região, Juvandia Moreira.
A Fenaban afirmou, em nota, que acredita "na manutenção das negociações para um desfecho".
As principais reivindicações dos bancários
- Reajuste salarial de 12,5%
- Piso salarial de R$ 2.979,25
- Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários, mais parcela adicional de R$ 6.247
- 14º salário
- Vale-alimentação, vale-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: de R$ 724 ao mês cada
- Vale-cultura de R$ 112,50 para todos
- Fim das metas abusivas
- Combate ao assédio moral
- Manutenção dos planos de saúde na aposentadoria
- Plano de cargos, carreiras e salários (PCCS) para todos os bancários
- Auxílio-educação, com pagamento de graduação e pós-graduação
- Prevenção contra assaltos e sequestros
Principais pontos da proposta feita pelos bancos
- Reajuste de 7,35% (0,94% de aumento real)
- Piso escritório (após 90 dias) de R$ 1.779,97, com reajuste de 1,55% acima da inflação
- PLR de 90% do salário, mais R$ 1.818,51, limitado a R$ 9.755,42Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.461,91. PLR parcela adicional de 2,2% do lucro líquido, dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.637,02.
- Auxílio-refeição de R$ 24,88
- Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta de R$ 426,60
- Auxílio-creche/babá de R$ 355,02 (para filhos de até 71 meses) e R$ 303,70 (até 83 meses)
- Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto de R$ 121.468,95
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A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Confederação Nacional de Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) protestaram nesta quinta-feira, em São Paulo, contra o programa econômico da candidata à presidência pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Marina Silva.
Ambos os sindicatos, que apoiam a reeleição da atual presidente, Dilma Rousseff, reuniram cerca de 300 pessoas na frente da filial regional do Banco Central (BC) na capital paulista.
Os manifestantes protestaram contra a independência da instituição financeira, uma das principais propostas da ex-senadora, e que se transformou em um dos temas mais debatidos das eleições.
O presidente nacional da CUT, Vágner Freitas, disse à Agência Efe que este modelo de autoridade monetária - similar ao dos Estados Unidos - é "um golpe contra a democracia brasileira" porque "é o povo que tem que controlar a gestão de seu governo".
A intenção de Marina é dar independência ao BC através de mandato próprio, uma proposta polêmica que tem gerado duras críticas por parte da oposição.
Em várias ocasiões, Dilma afirmou que dar esse tipo de liberdade ao BC o transformaria em "um quarto poder" porque "no Brasil, pela Constituição, só têm independência os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário".
Freitas ressaltou que o BC deve estar a serviço da sociedade e não se render "aos interesses dos banqueiros e especuladores".
O presidente da Contraf, Carlos Cordeiro, destacou à Efe que, se o BC for independente, "quem se aproveitará são os bancos, que podem querer subir as taxas de juros, comprar títulos públicos e aumentar ainda mais seus lucros estratosféricos".
A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, disse à Efe que a proposta de Marina seria um "retrocesso".
O protesto ocorreu na Avenida Paulista a três dias das eleições presidenciais, nas quais Dilma e Marina aparecem como favoritas para disputar o segundo turno em 26 de outubro.
Ambos os sindicatos, que apoiam a reeleição da atual presidente, Dilma Rousseff, reuniram cerca de 300 pessoas na frente da filial regional do Banco Central (BC) na capital paulista.
Os manifestantes protestaram contra a independência da instituição financeira, uma das principais propostas da ex-senadora, e que se transformou em um dos temas mais debatidos das eleições.
O presidente nacional da CUT, Vágner Freitas, disse à Agência Efe que este modelo de autoridade monetária - similar ao dos Estados Unidos - é "um golpe contra a democracia brasileira" porque "é o povo que tem que controlar a gestão de seu governo".
A intenção de Marina é dar independência ao BC através de mandato próprio, uma proposta polêmica que tem gerado duras críticas por parte da oposição.
Em várias ocasiões, Dilma afirmou que dar esse tipo de liberdade ao BC o transformaria em "um quarto poder" porque "no Brasil, pela Constituição, só têm independência os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário".
Freitas ressaltou que o BC deve estar a serviço da sociedade e não se render "aos interesses dos banqueiros e especuladores".
O presidente da Contraf, Carlos Cordeiro, destacou à Efe que, se o BC for independente, "quem se aproveitará são os bancos, que podem querer subir as taxas de juros, comprar títulos públicos e aumentar ainda mais seus lucros estratosféricos".
A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, disse à Efe que a proposta de Marina seria um "retrocesso".
O protesto ocorreu na Avenida Paulista a três dias das eleições presidenciais, nas quais Dilma e Marina aparecem como favoritas para disputar o segundo turno em 26 de outubro.
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O dólar fechou em alta de 0,28% nesta quinta-feira (2), cotado a R$ 2,492, o maior valor desde 2008. Durante a sessão, a moeda americana apresentou movimentos de queda e subida, em meio a expectativas com as eleições deste domingo.
Na máxima da sessão, a divisa chegou a encostar em R$ 2,50, o que não acontecia desde o auge da crise financeira mundial em 2008.
Na semana, há alta acumulada de 3,14% e, no mês, de 1,79%. No ano, a moeda valorizou-se 5,7% sobre o real.
Bovespa fecha em alta
As ações da Petrobras chegaram a registrar queda, mas se recuperaram à tarde. Nos últimos três pregões, as preferenciais da estatal recuaram 18,4%, enquanto os papéis ordinários caíram 17,3%.
Os papéis de bancos registraram ganhos, com Bradesco e Itaú entre as principais influências positivas do Ibovespa.
Os papéis da mineradora Vale também contribuíam para a recuperação do índice depois de três baixas seguidas.
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Adversário de Dilma no 2º turno está indefinido
Presidente aparece na frente nos dois institutos com 40% das intenções de voto e venceria os adversários no segundo turno . Considerando apenas os votos válidos, a petista tem 45% no Datafolha e 47% no Ibope.
Novas pesquisas divulgadas ontem, a três dias da eleição, indicam que a distância entre Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) continua caindo. Nos dois levantamentos, Marina voltou a cair, dentro da margem de erro. No Datafolha, ela e Aécio estão tecnicamente empatados, já que a senadora aparece com 24% das intenções de voto e o tucano tem 21%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. No Ibope, essa vantagem a favor da candidata do PSB é um pouco maior : cinco pontos. Nas duas pesquisas, Dilma tem 40% das intenções de voto e venceria os adversários no segundo turno. Nas simulações de segundo turno do Datafolha, Marina e Aécio conseguiriam a mesma votação contra Dilma: 48% a 41%, com vantagem de sete para a petista.
__PF: empreiteira deu R$ 41 milhões a doleiro
Segundo a investigação , a Camargo Corrêa, que participa da construção de refinaria da Petrobras, tinha negócios com Youssef. Foram registrados telefonemas da Andrade Gutierrez e da Odebrecht para genro de Paulo Roberto Costa.
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Pezão lidera; Garotinho é ameaçado por Crivella
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Sobra voto
Indústria sobe 0,7% em agosto
Policiamento no Rio será reforçado
Chavistas acusam oposição de crime
EUA monitoram cem pessoas
Se Marina não passar, PSB se dividirá entre Dilma e Aécio.
Escolha de deputado fica para a reta final
Últimos esforços
Sartori (PMDB) percorreu o centro da Capital e discursou no Largo Glênio Peres
Tarso Genro (PT) fez corpo a corpo em Canoas, onde participou de comício
Diesel puxa retração do consumo de combustível
Valor de teles subiu 3 vezes em 11 anos
Moody’s vê bancos com menos lucro
INDÚSTRIA: O CURTO E O LONGO PRAZO
Vai se formando uma expectativa de que o quadro industrial muito negro do primeiro semestre tenha alguma melhora até o final do ano. A perspectiva positiva é dada pelo crescimento de 0,7% em julho e agosto últimos com relação aos respectivos meses anteriores.
DÓLAR TESTA R$ 2,50 "NO GRITO"
Apesar de o dólar ter fechado com nova alta ontem, o mercado de câmbio não encontrou forças para novos saltos ornamentais em sua atual escala, iniciada em 8 de setembro, dia em que surgiram as primeiras pesquisas eleitorais indicando a contra ofensiva de Dilma Rousseff.
Em SP, Alckmin mantém vantagem e venceria no 1º turno
Apesar de lei, prazo para tratar câncer não é cumprido
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ANGRA DOS REIS
POUCAS & BOAS
JORNALISTA JESIEL FERREIRA LUCAS
Hospital de Praia Brava continua atendendo pelo SUS
Mas somente por enquanto. De acordo com informações já apuradas e confirmadas, existe uma determinação para que os atendimentos do SUS sejam suspensos. A determinação contaria com a anuência do próprio presidente da Eletronuclear, que mantém o Hospital de Praia Brava.
Acontece que esses atendimentos estariam incluídos dentro das contra-partidas socioambientais pela construção de Angra 3, o que tornaria o término do serviço um descumprimento de uma determinação legal.
Acredito que já é hora da Eletronuclear se pronunciar sobre o assunto, assim como a Fundação de Saúde de Angra dos Reis (Fusar) e a Comissão de Saúde da Câmara, pois caso isso realmente aconteça, a saúde da cidade entrará em colapso.
Bate-boca no estaleiro
Dois antigos aliados bateram boca essa semana na porta do estaleiro Brasfels. Um é candidato e o outro apoia um nome de fora da cidade. Dizem que o caldo azedou por que o angrense foi cobrar apoio para candidatos da cidade, no que foi lembrado na hora de seus apoios passados a candidatos de Campos e Itaguaí. Segundo um deles, teve dedo em riste e xingamentos, causando um grande burburinho entre os metalúrgicos e comerciantes do bairro. Mas a assessores de quem contou a estória negam o fato. Vai entender...
Decepção
O candidato a deputado apoiado pelo presidente da Câmara, Jorge Eduardo, esteve essa semana na cidade. Ele fez uma caminhada pela Rua do Comércio para pedir apoio dos angrenses. Mas o número reduzido de cabos eleitorais que o acompanharam teriam deixado o candidato aborrecido. Ele teria comentado com um assessor que esperava mais do grupo que o apoia na cidade.
Japuíba prestigiada
O candidato ao senado, César Maia, esteve em Angra na quarta-feira. Ele foi recebido pelo colunista social Andrei Lara, que tenta uma vaga como deputado federal. Maia caminhou primeiro pelas ruas da Japuíba, onde conversou com eleitores, e claro, pediu votos. Após ficar por mais de uma hora no segundo maior colégio eleitoral da cidade, ele foi para a Rua do Comércio, no Centro, onde continuou o corpo a corpo com eleitores.
Hora da onça beber água
Finalmente no domingo acontece a eleição. É bem provável que no mesmo dia tenhamos alguns resultados, especialmente para deputados federais e estaduais. Vai ser a hora de muitos que se lançaram candidatos por Angra reverem seus conceitos e rearrumarem suas estratégias, pois é certo muitos ficarão decepcionados com o que será mostrado pelas urnas. O povo não é mais tão bobo como antigamente, mas ainda tem quem pague pra ver. E verá...
Surpresa
O vereador Fábio Macedo foi apontado em uma pesquisa realizada por um jornal da região como um dos mais atuantes entre os novos vereadores da Câmara Municipal. Polêmico, Macedo começou seu mandato um tanto quanto acelerado, mas parece ter encontrado o ritmo certo e seu trabalho parece estar sendo reconhecido. A política ensina muito, mas somente a quem quer aprender.
Depois da porta arrombada
A secretaria de Obras anunciou ontem que começa a retirar hoje o guarda-corpo da Costeirinha, que será substituído por um novo equipamento. Foi preciso uma parte da estrutura amanhecer dentro do mar na quarta-feira para que a obra foi anunciada. Caso típico de colocar cadeado depois da porta arrombada.
Faltam repostas
É por essas e outras que o governo anda tão mal avaliado. As ações demoram a acontecer. É preciso chegar ao extremo para uma atitude seja anunciada. Falta mão forte à prefeita para determinar respostas rápidas do governo. Inclusive em situações que só mancham o seu secretariado, como no caso das denúncias envolvendo o secretário Nolasco, que até hoje estão sem resposta.
Help na Comunicação
Parece que uma empresa de consultoria está dando um "help" para a subsecretaria de Comunicação da prefeitura. Ela teria sido contratada para ajudar na interlocução do governo com a mídia, o que teria deixado o "dono da pasta" aborrecido. Por enquanto, nada de muito diferente foi notado pelos órgãos de imprensa.
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