sábado, 4 de outubro de 2014

RIO DE JANEIRO,5 DE OUTUBRO DE 2014.



Hugo Carvana, de 77 anos, morreu neste sábado no Rio de Janeiro. Segundo a imprensa brasileira, o ator e realizador brasileiro tinha um cancro do pulmão e estava internado já há mais de uma semana.
Apesar de ser uma cara conhecida da televisão brasileira, tendo entrado em mais de três dezenas de telenovelas, como Insensato CoraçãoCelebridade,Cara e Coroa e Gabriela, Hugo Carvana deixa também um currículo importante no cinema. Como realizador assinou filmes como Vai trabalhar, vagabundo e Bar Esperança.


“Para o cinema, a TV, para tudo. Ele não era somente um actor extraordinário, mas um realizador, um intelectual que pensava o Brasil”, lembrou ao jornal O Globo o cineasta Cacá Diegues. “É uma coincidência triste: Carvana era como José Wilker [que morreu em Abril], um autor, pensava as coisas do Brasil, do cinema, tinha um interesse grande pelo estado do mundo”, acrescentou ainda Diegues, para quem Hugo Carvana era um ator extraordinário com um trabalho importante no cinema. “Eu costumava brincar: se o Cinema Novo tivesse um rosto, o rosto seria o dele, sem dúvida alguma.”
Hugo Carvana deu-se a conhecer como realizador em 1973, ano em que estreia Vai trabalhar, vagabundo. Até aí, Carvana vivia da representação, e integrou o elenco de alguns dos filmes dos principais nomes do Cinema Novo brasileiro, como Ruy Guerra (Os cafajestes e Os fuzis), Paulo César Sarraceni (O desafio), Leon Hirszman (A falecida), Joaquim Pedro de Andrade (Macunaíma), Cacá Diegues (A grande cidadeOs herdeiros e Quando o carnaval chegar) e Glauber Rocha (CâncerO leão de sete cabeças e Terra em transe).
Ficou conhecido como o malandro carioca por esta ser uma figura recorrente nos filmes em que atuou (mais de 50) e realizou.

O seu último trabalho como realizador foi Casa da mãe Joana 2, a continuação do filme A Casa da Mãe Joana que conta no elenco com José Wilker e que chegou aos cinemas brasileiros no ano passado. Como ator, o seu último trabalho foi exatamente num filme de Wilker também do ano passado: Giovanni Improtta. A sua última novela foi Insensato Coração, em 2011.
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A venda e o consumo de bebidas alcoólicas não serão restringidos durante as eleições no Rio de Janeiro, neste domingo (5). De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TER-RJ), a última vez que a Lei Seca foi aplicada no estado foi nas eleições de 1994.

A aplicação da Lei Seca nas eleições é facultativa a cada estado. Em geral, o Tribunal Regional Eleitoral precisa solicitar à Secretaria de Segurança do estado o estabelecimento da norma, o que é feito por meio de uma portaria do governo. Segundo o TER-RJ, há 20 anos o órgão entende que a regra não se faz necessária no Rio.

O TRE destacou em nota, no entanto, que as forças policiais “vão reprimir os eventuais distúrbios à ordem pública, causados por excessos no consumo de álcool”.
'Boca de urna'
Fazer propaganda eleitoral no dia da eleição é proibido. Quem for pego praticando "boca de urna" é conduzido a um juiz eleitoral e pode ter de permanecer em uma delegacia até o término da votação.

Propaganda
Em rádio e TV, a propaganda eleitoral está proibida 48 horas antes do dia da eleição e 24 horas depois. Reuniões públicas e comícios também estão proibidos. A partir das 22h de sábado (4), não será permitida a distribuição de santinhos ou qualquer material gráfico, caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pelas ruas divulgando jingles ou mensagens dos candidatos. Na internet, a publicidade é permitida.
Mesário e servidores
É proibido o uso de objetos e roupas que contenham propaganda de candidato, partido político ou coligação nas seções eleitorais para qualquer pessoa que esteja trabalhando nas eleições. Aos fiscais partidários será permitido uso de identificação na roupa, com nome e a sigla do partido ou coligação. É proibida a padronização do vestuário.

Manifestação individual
É permitido o uso de camisetas, porte de bandeiras, botons e adesivos em carros ou objetos pessoais com siglas, número ou fotos de candidatos, partidos políticos ou coligações.
na hora de votar, a dica é levar uma colinha, um papel com os números dos candidatos para não correr o risco de esquecer.
A ordem é a seguinte: primeiro você escolhe o candidato a deputado estadual ou deputado distrital, para quem vota no Distrito Federal; depois para deputado federal; em seguida, senador, governador e, por último, para presidente do Brasil.
A votação começa às 8h da manhã e vai até às 17h. É obrigatório levar um documento de identidade com foto. O título de eleitor não é obrigatório, mas é bom levar já que ele tem o número da seção.
Em 764 cidades e no Distrito Federal, a identificação do eleitor será pela digital do eleitor. Se, por algum motivo, o equipamento não funcionar, o mesário pode repetir a operação até oito vezes. Se mesmo assim não der certo, o eleitor deverá, então, ser identificado por meio de um documento pessoal.
"Se houver alguma dificuldade, em alguns casos poderá se ter um tempo maior. Mas, na grande escala, eu acredito que se trasformará numa forma mais ágil e mais segura", explica o ministro Henrique Neves, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Não são só os jovens que sonham com um país melhor. Dona Areolina, de 93 anos, já separou o título dela. "Assisto à minha missa, tomo meu café, e depois, às 10h, vou votar. Quero que o Brasil vá para adiante, melhor para os meus bisnetos e tataranetos. Quando chegar, acha coisa melhor", acredita a aposentada Areolina Santana.
O eleitor não poderá entrar na seção de votação com celular ou outro aparelho eletrônico. O alerta foi feito hoje pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal – TRE-DF -, Desembargador Romão C. de Oliveira.
Em entrevista coletiva, ele disse que esses aparelhos deverão ficar numa mesa fora do ambiente de votação para evitar que o eleitor fotografe o seu voto, o que é crime eleitoral.
Alertou, ainda, que quem estiver embriagado não poderá votar. “O local de votação é um ambiente solene”, frisou.
Em outro ponto da entrevista, ele foi claro: “o voto não pode ser moeda de troca. O voto é o maior poder da democracia”.
Neste domingo, 1.897.677 eleitores do DF poderão ir às urnas das 8 às 17 horas usando 599 locais de votação e 6.452 seções eleitorais.
“O Tribunal tem trabalhado para que o pleito transcorra dentro de um clima de absoluta normalidade. O planejamento foi bem montado e contamos com o apoio da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e outros setores que vão compor o Centro Integrado de Comando e Controle Regional”, comentou.
Esse centro contará com dois Juízes de Direito que trabalharão em sintonia com o TRE-DF.
SEGURANÇA
O magistrado explicou que, para garantir a segurança dos juízes, mesários, funcionários do TRE-DF e dos eleitores, em cada local de votação haverá policiamento a cem metros da seção.
Também são proibidas práticas como transporte de eleitores e o fornecimento de alimentação.
O Desembargador Romão C. de Oliveira disse que o eleitor que não tiver as impressões digitais reconhecidas terá direito a oito tentativas.
Em razão da biometria, cada eleitor deve levar neste domingo entre dois minutos e dois minutos e meio para votar.
TRANSMISSÃO DE DADOS
A transmissão de dados dos locais de votação para o TRE-DF será feita por 440 pólos, contra 168 do pleito de 2010, o que significa aumento de 262%. Vão trabalhar nas eleições 22 Juízes Titulares, 22 Substitutos e 156 Auxiliares.
NÚMEROS
Haverá 6.469 seções e 7.445 urnas eletrônicas, sendo 680 de reserva, 298 para justificativas e 15 para voto em trânsito (estas atenderão eleitores dos Estados que pediram para votar para Presidente na Capital da República).
DESPOLUIÇÃO
Entre 6 de julho, quando foi iniciada a propaganda eleitoral, até este sábado (4 de outubro), a Coordenação de Fiscalização de Propaganda Eleitoral do TRE-DF apreendeu 260 toneladas, entre cavaletes, faixas e outras peças publicitários de diferentes candidatos.
Hoje ainda haverá outra operação “para deixar a cidade limpa, sem poluição alguma”, acentuou o Desembargador Romão C. de Oliveira.
HORÁRIO
Ele fez um apelo para que os eleitores levem documento oficial com foto e, se possível, o título de eleitor para votar neste domingo, o que facilitará o trabalho dos mesários.
“Não deixem para votar, por exemplo, no fim da tarde, às 16h30, porque poderá haver atropelos”, sintetizou. O eleitor poderá votar no máximo às 17 horas.
Centros de comando usados durante o Mundial auxiliarão Ministério da Defesa e a Justiça a coibir crimes eleitorais. Trinta mil militares das Forças Armadas atuarão na segurança e logística das eleições.
Centros de comando
De forma inédita, as eleições deste ano vão contar com um aparato integrado de monitoramento entre as forças de segurança e a Justiça Eleitoral. Em Brasília, o TSE vai utilizar a estrutura do Centro Nacional de Comando e Controle, criado para a Copa do Mundo de 2014, e receber todas as informações referentes aos doze centros regionais espalhados pelo país e do Centro de Operações Conjuntas das Forças Armadas.
Todos os dados recolhidos serão compartilhados entre as tropas federais, polícias e tribunais eleitorais. "Poderemos agir de forma integrada, com ações de segurança e a aplicação punitiva da Justiça Eleitoral", disse em nota a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki.
Além do reforço das Forças Armadas, os municípios vão contar neste domingo com a atuação de 400 mil policiais.
São cerca de 30 mil militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, que vão se concentrar na região Norte, em cinco estados do Nordeste e no Rio de Janeiro, o mesmo efetivo disponibilizado nas eleições de 2010 e 2012.
No Rio, 2,5 mil soldados do Exército que atuam na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Complexo da Maré serão responsáveis pela segurança nas seções eleitorais durante a votação e a apuração dos votos.

Brasil está dividido. A campanha presidencial conseguiu radicalizar de tal forma que o Datafolha aponta na tarde deste sábado (4) que, para o segundo turno, entre os votos válidos, Dilma tem 53% e Aécio, 47% das intenções de voto. O que tem que se considerar é que este é o número de eleitores e que, nas classes C e D, o Brasil carrega quase a metade da população. Menores de 16 anos dentro desta renda não votam. São dois Brasis, um Brasil com mais de 60% de pobres, com 30% de classe média, e pode-se considerar o outro dos que têm renda superior a 15 salários mínimos.
O Datafolha aponta então que, para o segundo turno, Dilma aparece com seis pontos percentuais à frente de Aécio. Em 2010, quando Dilma disputava com José Serra, o instituto apontava na véspera do 1° turno uma diferença de 12 pontos entre os dois para o 2° turno, com a petista na liderança (52% a 40%), contra os 12,1 pontos de diferença da eleição do dia 31 de outubro, que garantiu a vitória de Dilma com 56,05% dos votos contra 43,95% de Serra. Às vésperas daquele segundo turno, no entanto, o mesmo instituto apontou uma diferença de 10 pontos percentuais, Dilma com 55% e Serra, 45%. 
Pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (4) aponta para a seguinte configuração para o primeiro turno da eleição presidencial, com os votos válidos: Dilma tem 44%, Aécio subiu para 26% e Marina cai para 24% dos votos válidos. Marina e Aécio estão empatados tecnicamente no primeiro turno, já que a margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo. 
Na pesquisa anterior, entre os votos válidos, Dilma tinha 45%, Marina 27%, e Aécio, 24%.
Luciana Genro (PSOL), Pastor Everaldo (PSC) e Eduardo Jorge (PV) têm 1%, cada. Os outros cinco candidatos somam 1%. Os que votam nulo ou em branco são 4% e não sabem, 5%.
Segundo turno, entre os votos válidos
No teste de segundo turno, Dilma vence tanto Aécio quanto Marina. Contra o tucano, tem 53% contra 47% de Aécio nos votos válidos. Contra a pessebista, vence por dez pontos, de 55% a 47%.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais ficam com a seguinte composição: Dilma Rousseff, 40%, Aécio Neves, 24%, e Marina Silva, 22%.
Pastor Everaldo, do PSC, tem 1%, Luciana Genro (PSOL), 1%, Eduardo Jorge (PV), 1%, Zé Maria (PSTU): 0%, Rui Costa Pimenta (PCO), 0%, Eymael (PSDC), 0%, Levy Fidelix (PRTB), 0%, Mauro Iasi (PCB), 0%, Branco/nulo, 4%, Não sabe/não respondeu, 5%.
No levantamento anterior do instituto, divulgado na quinta-feira (2), Dilma tinha 40%, Marina, 24%, e Aécio, 21%.
Segundo turno, entre os votos totais
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 49% e a do PSB, 39% dos votos totais. Na anterior, Dilma tinha 48% e Marina, 41%.
Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 48% a 42%, com o tucano crescendo um ponto percentual em relação a pesquisa anterior.
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa, em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos, os resultados são: Dilma Rousseff, com 36%, Aécio Neves, 20%, e Marina Silva, 19%. Luciana Genro aparece com 1%; Em branco/nulo/nenhum, 5%, não sabem, 16%.
A pesquisa foi encomendada pela Folha e pela TV Globo, com 18.116 pessoas em 468 municípios neste sábado e na sexta. O nível de confiança é 95%. O registro do levantamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-01037/2014


TSE: 142,8 mi de brasileiros estão aptos a ir às urnas neste domingo

Confira documentos que podem ser apresentados e outras regras do processo eleitoral 






Pela sétima vez após a redemocratização do país, 142,8 mi de brasileiros podem ir às urnas neste domingo (4) para escolher seus candidatos à presidência, ao governo, deputados federais, estaduais e senadores. O voto é obrigatório para alfabetizados de 18 a 70 anos. É facultativo para analfabetos, para quem tem entre 16 e 17 e 11 meses, e para quem tem mais de 70 anos. 
O primeiro turno das eleições será realizado entre as 8h e as 17h. Caso ocorra, o segundo turno será no dia 26 de outubro, das 8h às 17h. 
Junto com o título de eleitor, no dia da votação é necessário levar um documento de identificação com foto, que pode ser carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, Certificado de Reservista, Carteira de Trabalho ou Carteira Nacional de Habilitação. Caso a pessoa não leve o título de eleitor, há a possibilidade de votar apenas com o documento de identificação.
Na cabine de votação é proibido ao eleitor portar celular, máquina fotográfica, filmadora, equipamento de radiocomunicação ou qualquer outro aparelho que possa comprometer o sigilo do voto. Esses equipamentos devem ficar retidos na mesa receptora enquanto o eleitor estiver votando. O eleitor poderá ser ajudado pelo mesário apenas na maneira de votar. É proibido orientar quanto às teclas numéricas que devem ser digitadas ou ficar ao lado do eleitor, para que seja preservado o sigilo do voto.
Quando encerrar o horário de votação, o eleitor que ainda estiver na fila receberá uma senha numerada e a votação continuará na ordem decrescente das senhas distribuídas.
A urna eletrônica exibe o painel de votação na seguinte ordem:
- Deputado Estadual ou Distrital (5 dígitos)
- Deputado Federal (4 dígitos)
- Senador (3 dígitos)
- Governador (2 dígitos)
- Presidente da República (2 dígitos)
O eleitor deve digitar os números que correspondem aos candidatos. É importante verificar o número e a foto do candidato antes de apertar a tecla “Confirma”.
Voto nulo é quando o eleitor manifesta sua vontade de anular seu voto, digitando na urna eletrônica um número que não seja correspondente a nenhum candidato ou partido político oficialmente registrados. Já o voto em branco é quando o eleitor aperta a tecla “Branco” na urna eletrônica. A ação não é computada como voto válido.
Se em uma eleição os votos nulos ou brancos forem a maioria, a eleição não é invalidada. Muitas vezes ocorre uma leitura equivocada do Código Eleitoral e algumas decisões do TSE, que remetem a convocação de novo pleito caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos. A “nulidade” à qual se refere o artigo 224 do Código Eleitoral é aquela decorrente de fraude, de ato ilícito ou de acidente durante o processo eleitoral. Os votos nulos e brancos não entram na soma dos votos, servindo, quando muito, para fins de estatística.
O eleitor que possui deficiência ou mobilidade reduzida pode contar com o auxílio de uma pessoa de sua confiança sem a necessidade de requisição ao juiz eleitoral, desde que o ajudante não seja mesário ou fiscal de partido. Em relação ao alistamento eleitoral, quem tem deficiência ou mobilidade reduzida pode ser isentado da obrigação de voto desde que comprove a condição com o juiz da zona eleitoral em que deveria ser inscrito.
Como justificar o voto
O eleitor que estiver fora de seu domicílio eleitoral no dia das eleições poderá justificar o voto em qualquer seção eleitoral do País. Basta preencher o formulário disponível nos locais de votação e apresentar o título de eleitor e um documento oficial de identificação com foto. Caso não seja possível entregar a justificativa no dia das eleições, o eleitor tem um prazo de até 60 dias para justificar o voto. Neste caso, ele deve apresentar, preenchido, um Requerimento de Justificativa Eleitoral, disponível para download e impressão no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na zona eleitoral onde está inscrito.
A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, se uma pessoa deixou de votar no primeiro e no segundo turnos da eleição, terá de justificar sua ausência para os dois turnos separadamente.
Quem deixa de votar em três turnos consecutivos tem o título cancelado e perde alguns direitos como se inscrever em concurso público, obter passaporte ou carteira de identidade, renovar matrícula em estabelecimentos de ensino oficial, obter empréstimos em estabelecimentos mantidos pelo governo, participar de concorrência pública, e praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.



Sistema de biometria atrasa votos em Niterói, RJ, denunciam eleitores

Filas de espera duravam mais de 40 minutos, segundo reclamações.
Pessoas decidiram votar na parte da tarde por causa da demora.


Eleitores de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, enfrentam grandes filas e dificuldades para votar, neste domingo (5). O sistema de biometria, adotado pelo município, estaria atrasando o atendimento, segundo eleitores
 ANGRA DOS REIS

Bem vindo a mais uma nova invasão de terras no Parque Mambucaba com direito a desmatamento e tudo. Do dia para noite mais de 100 famílias invadiram uma nova área ao lado do Rio Mambucaba e próximo a Rio Santos e próximo a ponte da divida entre Mambucaba e Parati. Lembrando que atualmente a invasão do campo da Gringa continua a todo vapor!! Governo Conceição Rabha é realmente de grande mudanças!!! Mambucaba breve,uma enorme favela!!!

























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