segunda-feira, 6 de outubro de 2014


RIO DE JANEIRO,7 DE OUTUBRO DE 2014

CURTINHAS DO DIA





Os funcionários de bancos privados e públicos aprovaram nesta segunda-feira o fim da greve por tempo indeterminado em reivindicação por melhores salários iniciada há uma semana e o retorno ao trabalho na terça-feira.

A recomendação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) de aceitar o aumento salarial proposto pelos bancos em uma nova negociação foi aprovada pela maioria dos sindicatos regionais em assembleias realizadas nesta segunda-feira.

Apenas alguns sindicatos, que representam principalmente funcionários de entidades públicas como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil em algumas cidades, rejeitaram a contraproposta apresentada pelos bancos e permanecerão de braços cruzados, disse a Contraf.

Os grevistas reivindicavam um reajuste salarial de 12,5%, muito acima dos 7,35% inicialmente propostos pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban).

Em uma nova rodada de negociações, concluída na sexta-feira, a Fenaban propôs um reajuste de 8,5% para os empregados em geral e de 9% para os que recebem o salário mínimo do setor, e um aumento substancial nos auxílios concedidos para a alimentação dos trabalhadores.

"Fizemos uma severa greve que mobilizou todo o setor e deixou milhares de agências fechadas em todo o país, o que fez com que os bancos mudassem de opinião e melhorassem sua proposta", afirmou o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro.

Segundo a central sindical, que representa 90% dos cerca de 511 mil funcionários do setor bancário, 10.355 agência fecharam suas portas na sexta-feira, o quarto dia da paralisação, o que garantiu à greve maior adesão do que em anos anteriores.

Os empregados dos bancos realizaram ano passado nesta mesma época do ano uma greve que se estendeu por 23 dias, quando conseguiram um reajuste salarial de 8%, inferior ao que reivindicavam, mas superior ao proposto pela patronal.

O sindicato alega que os seis maiores bancos do país obtiveram no ano passado um lucro líquido recorde de R$ 56,7 bilhões, em parte alimentado com demissões e a contratação de novos funcionários com salários menores. 




As Fatecs (Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo) abrem nesta terça-feira (7) as inscrições para o seu vestibular 2015. Os pedidos devem ser feitos pela internet até as 15h do dia 10 de novembro.
A taxa é de R$ 70 e poderá ser paga até o último dia do cadastro. Quem pediu isenção e redução da taxa de inscrição poderá conferir o resultado da solicitação no site nesta terça.
O vestibular oferece 15.685 vagas – esse número inclui 1.960 vagas para a modalidade a distância – distribuídas entre os 71 cursos gratuitos de tecnologia.
O candidato que prestou o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) poderá utilizar sua nota obtida na prova objetiva para efeito de cálculo da nota final da prova. Para tanto, deverá preencher na ficha o número de sua inscrição, optando pelo resultado obtido no exame em 2010, 2011 ou 2012.

Prova

A prova do vestibular 2015 acontecerá dia 14 de dezembro, a partir das 13h. Os locais serão divulgados em 8 de dezembro.
O exame será composto por uma redação e 54 questões, cada uma com cinco alternativas, sendo 40 relativas às disciplinas de matemática, português, física, química, biologia, história, geografia e inglês, cinco com a finalidade de verificar a capacidade de raciocínio lógico e nove que proporão a solução de situações-problema.

As eleições de domingo (05/10) deixaram o Congresso Nacional mais fragmentado. Tanto no Senado quanto na Câmara, houve queda no número de representantes dos grandes partidos e aumento da partipação de legendas menores, porém sem mudanças profundas na atual correlação de forças.
Alicerces da base da presidente Dilma Rousseff no Congresso, PT e PMDB continuam reinando absolutos, apesar de terem assistido a um enxugamento de seus parlamentares nas duas Casas. Os dois mantiveram assegurada a prerrogativa de apontar o presidente da Câmara e do Senado, respectivamente.
Maioria na Câmara, os petistas agora serão 70 no ano que vem, 18 a menos que o número atual e longe dos 90 que tomaram posse em 2003 e 2007. A segunda bancada na Casa seguirá sendo do PMDB, que viu seu número de cadeiras cair, porém, de 71 para 66.
No Senado, o PMDB continuará sendo o maior partido, com 18 senadores, seguido pelo PT, com 12, ainda que na contagem ambos tenham tido suas bancadas reduzidas em um assento cada. Hoje o PMDB tem 19 senadores. O PT, 13.
"Essa pulverização já era esperada. Havia um movimento de desgaste dos partidos tradicionais e maiores, além de uma maior competitividade dos pequenos", avalia o cientista político Valeriano Costa, da Unicamp. Agora, ressalta o especialista, o próximo presidente terá que negociar com uma base muito mais complexa.
Base encolheu
De maneira geral, a base de Dilma encolheu. Se hoje ela conta com 340 deputados, dos 513 que votam na Casa, em um eventual novo mandato esse número cairá para 304 – contando os representantes dos partidos que hoje formam a coalizão que apoia sua reeleição.
Já o grupo de partidos que apoiam Aécio Neves (PSDB) ampliou o número de assentos de 119 para 130. O PSDB conquistou 11 novas cadeiras na Câmara, ultrapassou o PSD e se tornou a terceira maior bancada da Casa. No Senado, os tucanos perderam duas cadeiras, mas se mantiveram como terceira força.


O ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou hoje (6) que a empresa Google, responsável pelo site Youtube, retire da internet o vídeo em que um suposto carteiro entrega panfletos que seriam da campanha da candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff.

De acordo com a decisão, o conteúdo do vídeo "induz o eleitor a acreditar que dirigentes dos Correios ou até mesmo a candidata Dilma estariam praticando ato ilícito”.

Benjamin atendeu a pedido de liminar protocolado pela coligação de Dilma. Segundo o ministro, a defesa de Dilma alegou que o serviço foi devidamente pago e que outros candidatos também usaram os Correios para entregar panfletos de campanha.

Na semana passada, os Correios negaram uso político da empresa na distribuição de material de campanha de candidatos. Em entrevista à imprensa, o presidente da estatal, Wagner Pinheiro, disse que “o trabalho dos Correios obedece a critérios estritamente operacionais”.

Uma análise nacional da votação dos candidatos a presidente revela que, no primeiro turno, a petista Dilma Rousseff foi vitoriosa em 15 Estados do Brasil, incluindo o Rio Grande do Sul, contra 10 de seu adversário no segundo turno, Aécio Neves (PSDB), e dois da terceira colocada Marina Silva (PSB).
Marina Silva foi a mais votada em Pernambuco e no Acre


Uma análise sobre as votações deste domingo (5) mostra que o Rio de Janeiro já tem quatro fortes candidatos à Prefeitura em 2016.
Romário (PSB) conquistou 63,43% dos eleitores, somando 4.683.963 votos na disputa pelo Senado. Sozinho, ele já representa uma força significativa.
Leonardo Picciani (PMDB) teve 180.741, e Pedro Paulo (PMDB) somou 162.503 votos, ambos para deputado federal. Contando com a força de Eduardo Paes, despontam como potenciais candidatos do PMDB à prefeitura.
Já Alessandro Molon (PT) teve 87.003 votos, e aparece como nome forte do Partido dos Trabalhadores.
O aumento não foi significativo em relação as últimas eleições, mas os números de votos brancos, nulos e de abstenções registrados no pleito deste domingo (5/10), que totalizam quase 30%, foram suficientes para sinalizar a ausência de uma identificação dos eleitores com as propostas apresentadas pelos candidatos nas eleições deste ano. Cientistas políticos estimam que as estatísticas devem se repetir no segundo turno, caso as campanhas não radicalizem nos seus programas de governo e sejam mais empolgantes. E a polarização entre o PT de Dilma Rousseff e o PSDB de Aécio Neves devem definir os rumos desses votos agora indefinidos.   
O número histórico de abstenções em eleições em primeiro turno - 21,49% - aconteceu em 1998, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) buscava a reeleição tendo como principal adversário o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva. Neste mesmo pleito, as estatísticas de votos brancos e nulos também chegaram ao pico da média nacional, com 8% e 10,6%, respectivamente. Nos anos seguintes, aumentou o número de eleitores nas urnas e de votos válidos. Em 2002, ano que elegeu Lula à Presidência, o número de abstenção desceu para 17,74%, registrando 3% de votos brancos e 7,3% de nulos. Nas eleições presidenciais seguintes, em 2006, desceu ainda mais os índices de abstenção - 16, 75%. No entanto, em 2010 volta a crescer as abstenções para 18,12%, além dos votos brancos, que subiu para 3,13%. Já os votos nulos apresentou uma pequena queda de 0,17%, em relação à eleição anterior.        

o governador candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse nesta segunda-feira que conseguiu uma aliança que será "uma surpresa". Pezão, no entanto, preferiu manter a informação em segredo. "Na hora certa eu vou revelar", declarou. "Está muito cedo. Conversei hoje com diversos prefeitos, deputados, presidentes de partidos. Vamos aguardar mais quatro horas. Vamos ter muita novidade por aí. Não vou citar nomes, não quero expor essas pessoas. Mas estou conversando e ligando para todos", acrescentou.
No entanto, o candidato revelou que já procurou Lindberg Farias (PT), que, segundo o governador, demonstrou uma tendência a apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB), seu adversário que teve 20,26% dos votos. Pezão também conversou com o senador eleito Romário (PRB), que ainda não assumiu uma posição.
Sobre o apoio de Anthony Garotinho (PR) a Crivella (PRB), o governador disse que "já era esperado": "Os dois demonstraram perfis parecidos em suas campanhas. É natural todos os candidatos procurarem outros partidos e outros candidatos. Eu estou procurando desde ontem à noite todos os partidos".

Já o candidato do PRB ao governo do Rio, Marcelo Crivella, tem encontro marcadocom Anthony Garotinho (PR), derrotado no primeiro turno, para costurar uma aliança visando o segundo turno contra Luiz Fernando Pezão (PMDB).  Crivella viaja nesta terça-feira para Campos dos Goytacazes, reduto de Garotinho. Os dois devem selar o acordo, que será anunciado em seguida em entrevista coletiva.
Garotinho liderou as pesquisas de intenção de voto até praticamente duas semanas das eleições, quando foi ultrapassado por Luiz Fernando Pezão, do PMDB. Neste domingo, acabou derrotado por Crivella por 42.654 votos, pouco mais de meio ponto percentual.
Eleito para o seu sétimo mandato na Câmara dos Deputados, em Brasília, Bolsonaro 
 revela, diante de uma popularidade cada vez maior de uma direita conservadora, que pretende alçar voos maiores após completar 28 anos como deputado federal: vai aspirar em 2018 a Presidência da República.
“Eu pretendo disputar como presidente da República. Se o meu partido não sinalizar para isso, eu vejo para onde eu posso ir. A direita tem cara, tem voto, tem vergonha na cara”, disse o líder do PP no Rio, que ainda conseguiu eleger o filho, Eduardo, por São Paulo, para ser seu companheiro de Congresso. Na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, seu outro filho, Flávio, se reelegeu deputado estadual – foi o terceiro mais votado.

“Eu fiz uma campanha com R$ 200 mil, com uma equipe de 20 pessoas, com amigos. Eu não tenho líder comunitário comigo. Não tenho um cargo indicado, sindicato, não tenho nada. Não tenho nicho nenhum. Essa é a minha origem”, afirmou. "Quem não gosta de mim, não gosta. Não posso agradar a todos e nem quero. Minhas bandeiras continuarão sendo as mesmas”.
Em seu discurso fica claro ainda que ele espera atingir principalmente o eleitorado anti-petista. “A Petrobras tem que ser ‘despetizada’. Só tem petista da ociosidade e do sindicalismo. Vão querer inviabilizar o governo destruindo o trabalho do processo. É por isso que o PT desarmou o povo. Eu defendo o amplo direito a defesa, como do Estado totalitário. O PT tem medo de uma revolução popular”, finalizou. 

 Marina impõe condições para declarar apoio a Aécio

Candidata derrotada do PSB quer compromisso pelo fim da reeleição

Dilma diz que, apesar de diferenças, ela e ex-senadora querem melhorar o país e que ainda espera ter votos de eleitores do PSB; presidenciável do PSDB afirma ver convergências entre seu programa e o de adversária

Dona de 22 milhões de votos e assediada por PT e PSDB, Marina Silva e sua Rede apresentaram condições para embarcar na campanha do tucano Aécio Neves no segundo turno. A aliança com a presidente Dilma Rousseff é considerada hoje muito difícil. Marina quer de Aécio alguns compromissos, entre eles defesa do fim da reeleição, mudança nos critérios que definem o tempo dos candidatos na TV e implantação de projetos na área de sustentabilidade. A candidata do PSB ligou ontem para Dilma e Aécio, e seus aliados foram procurados tanto por petistas como por tucanos, inclusive o ex-presidente Fernando Henrique. O irmão de Eduardo Campos, Antonio Campos, publicou nota em apoio a Aécio, mas a viúva, Renata, ainda não se pronunciou oficialmente. O PSB deve decidir amanhã que caminho tomará. 
Bolsa sobe 4,72%, e dólar cai para R$ 2,42

A votação de Aécio, acima do esperado, fez a Bolsa de Valores fechar em alta de 4,72% ontem. De manhã, a Bolsa chegou a subir 7,7%. O dólar caiu 1,58%, para R$ 2,425.

Garotinho se une a Crivella contra Pezão

Aeroportos terão metas para filas

Portaria que entra em vigor na próxima semana prevê que os passageiros só poderão esperar no 

máximo 16 minutos na fila da Polícia Federal e até oito minutos na alfândega.

PT perdeu votos no Sul e Sudeste


Em comparação às eleições de 2010, Dilma Rousseff teve menos 4,4 milhões de votos em todo o país. A perda ficou concentrada em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

Francesa tenta comprar a Portugal Telecom

Grupo que atua em Portugal, Bélgica e Luxemburgo negocia a compra da operadora, que já teve seus ativos incorporados pela Oi. Comandado pelo bilionário Patrick Drahi, o Altice pretende ampliar as operações na Europa.

Eike se torna réu em caso de venda de ações da OGX

Eike Batista virou réu na Justiça Federal do Rio. Acusado de crime contra o mercado de capitais na venda de ações da OGX em 2013, feita antes da divulgação de notícias desfavoráveis à petroleira, o empresário deve ser julgado e pode ser preso. No mês passado, Eike justificou a venda para pagar dívida. O advogado dele não se pronunciou.


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