CURTINHAS DO DIA
Os funcionários de bancos privados e públicos aprovaram nesta segunda-feira o fim da greve por tempo indeterminado em reivindicação por melhores salários iniciada há uma semana e o retorno ao trabalho na terça-feira.
A recomendação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) de aceitar o aumento salarial proposto pelos bancos em uma nova negociação foi aprovada pela maioria dos sindicatos regionais em assembleias realizadas nesta segunda-feira.
Apenas alguns sindicatos, que representam principalmente funcionários de entidades públicas como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil em algumas cidades, rejeitaram a contraproposta apresentada pelos bancos e permanecerão de braços cruzados, disse a Contraf.
Os grevistas reivindicavam um reajuste salarial de 12,5%, muito acima dos 7,35% inicialmente propostos pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban).
Em uma nova rodada de negociações, concluída na sexta-feira, a Fenaban propôs um reajuste de 8,5% para os empregados em geral e de 9% para os que recebem o salário mínimo do setor, e um aumento substancial nos auxílios concedidos para a alimentação dos trabalhadores.
"Fizemos uma severa greve que mobilizou todo o setor e deixou milhares de agências fechadas em todo o país, o que fez com que os bancos mudassem de opinião e melhorassem sua proposta", afirmou o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro.
Segundo a central sindical, que representa 90% dos cerca de 511 mil funcionários do setor bancário, 10.355 agência fecharam suas portas na sexta-feira, o quarto dia da paralisação, o que garantiu à greve maior adesão do que em anos anteriores.
Os empregados dos bancos realizaram ano passado nesta mesma época do ano uma greve que se estendeu por 23 dias, quando conseguiram um reajuste salarial de 8%, inferior ao que reivindicavam, mas superior ao proposto pela patronal.
O sindicato alega que os seis maiores bancos do país obtiveram no ano passado um lucro líquido recorde de R$ 56,7 bilhões, em parte alimentado com demissões e a contratação de novos funcionários com salários menores.
As Fatecs (Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo) abrem nesta terça-feira (7) as inscrições para o seu vestibular 2015. Os pedidos devem ser feitos pela internet até as 15h do dia 10 de novembro.
A taxa é de R$ 70 e poderá ser paga até o último dia do cadastro. Quem pediu isenção e redução da taxa de inscrição poderá conferir o resultado da solicitação no site nesta terça.
O vestibular oferece 15.685 vagas – esse número inclui 1.960 vagas para a modalidade a distância – distribuídas entre os 71 cursos gratuitos de tecnologia.
O candidato que prestou o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) poderá utilizar sua nota obtida na prova objetiva para efeito de cálculo da nota final da prova. Para tanto, deverá preencher na ficha o número de sua inscrição, optando pelo resultado obtido no exame em 2010, 2011 ou 2012.
Prova
A prova do vestibular 2015 acontecerá dia 14 de dezembro, a partir das 13h. Os locais serão divulgados em 8 de dezembro.
O exame será composto por uma redação e 54 questões, cada uma com cinco alternativas, sendo 40 relativas às disciplinas de matemática, português, física, química, biologia, história, geografia e inglês, cinco com a finalidade de verificar a capacidade de raciocínio lógico e nove que proporão a solução de situações-problema.
As eleições de domingo (05/10) deixaram o Congresso Nacional mais fragmentado. Tanto no Senado quanto na Câmara, houve queda no número de representantes dos grandes partidos e aumento da partipação de legendas menores, porém sem mudanças profundas na atual correlação de forças.
Alicerces da base da presidente Dilma Rousseff no Congresso, PT e PMDB continuam reinando absolutos, apesar de terem assistido a um enxugamento de seus parlamentares nas duas Casas. Os dois mantiveram assegurada a prerrogativa de apontar o presidente da Câmara e do Senado, respectivamente.
Maioria na Câmara, os petistas agora serão 70 no ano que vem, 18 a menos que o número atual e longe dos 90 que tomaram posse em 2003 e 2007. A segunda bancada na Casa seguirá sendo do PMDB, que viu seu número de cadeiras cair, porém, de 71 para 66.
No Senado, o PMDB continuará sendo o maior partido, com 18 senadores, seguido pelo PT, com 12, ainda que na contagem ambos tenham tido suas bancadas reduzidas em um assento cada. Hoje o PMDB tem 19 senadores. O PT, 13.
"Essa pulverização já era esperada. Havia um movimento de desgaste dos partidos tradicionais e maiores, além de uma maior competitividade dos pequenos", avalia o cientista político Valeriano Costa, da Unicamp. Agora, ressalta o especialista, o próximo presidente terá que negociar com uma base muito mais complexa.
Base encolheu
De maneira geral, a base de Dilma encolheu. Se hoje ela conta com 340 deputados, dos 513 que votam na Casa, em um eventual novo mandato esse número cairá para 304 – contando os representantes dos partidos que hoje formam a coalizão que apoia sua reeleição.
Já o grupo de partidos que apoiam Aécio Neves (PSDB) ampliou o número de assentos de 119 para 130. O PSDB conquistou 11 novas cadeiras na Câmara, ultrapassou o PSD e se tornou a terceira maior bancada da Casa. No Senado, os tucanos perderam duas cadeiras, mas se mantiveram como terceira força.
O ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou hoje (6) que a empresa Google, responsável pelo site Youtube, retire da internet o vídeo em que um suposto carteiro entrega panfletos que seriam da campanha da candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff.
De acordo com a decisão, o conteúdo do vídeo "induz o eleitor a acreditar que dirigentes dos Correios ou até mesmo a candidata Dilma estariam praticando ato ilícito”.
Benjamin atendeu a pedido de liminar protocolado pela coligação de Dilma. Segundo o ministro, a defesa de Dilma alegou que o serviço foi devidamente pago e que outros candidatos também usaram os Correios para entregar panfletos de campanha.
Na semana passada, os Correios negaram uso político da empresa na distribuição de material de campanha de candidatos. Em entrevista à imprensa, o presidente da estatal, Wagner Pinheiro, disse que “o trabalho dos Correios obedece a critérios estritamente operacionais”.
De acordo com a decisão, o conteúdo do vídeo "induz o eleitor a acreditar que dirigentes dos Correios ou até mesmo a candidata Dilma estariam praticando ato ilícito”.
Benjamin atendeu a pedido de liminar protocolado pela coligação de Dilma. Segundo o ministro, a defesa de Dilma alegou que o serviço foi devidamente pago e que outros candidatos também usaram os Correios para entregar panfletos de campanha.
Na semana passada, os Correios negaram uso político da empresa na distribuição de material de campanha de candidatos. Em entrevista à imprensa, o presidente da estatal, Wagner Pinheiro, disse que “o trabalho dos Correios obedece a critérios estritamente operacionais”.
Uma análise nacional da votação dos candidatos a presidente revela que, no primeiro turno, a petista Dilma Rousseff foi vitoriosa em 15 Estados do Brasil, incluindo o Rio Grande do Sul, contra 10 de seu adversário no segundo turno, Aécio Neves (PSDB), e dois da terceira colocada Marina Silva (PSB).
Marina Silva foi a mais votada em Pernambuco e no Acre
Leonardo Picciani (PMDB) teve 180.741, e Pedro Paulo (PMDB) somou 162.503 votos, ambos para deputado federal. Contando com a força de Eduardo Paes, despontam como potenciais candidatos do PMDB à prefeitura.
Já Alessandro Molon (PT) teve 87.003 votos, e aparece como nome forte do Partido dos Trabalhadores.
O aumento não foi significativo em relação as últimas eleições, mas os números de votos brancos, nulos e de abstenções registrados no pleito deste domingo (5/10), que totalizam quase 30%, foram suficientes para sinalizar a ausência de uma identificação dos eleitores com as propostas apresentadas pelos candidatos nas eleições deste ano. Cientistas políticos estimam que as estatísticas devem se repetir no segundo turno, caso as campanhas não radicalizem nos seus programas de governo e sejam mais empolgantes. E a polarização entre o PT de Dilma Rousseff e o PSDB de Aécio Neves devem definir os rumos desses votos agora indefinidos.
O número histórico de abstenções em eleições em primeiro turno - 21,49% - aconteceu em 1998, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) buscava a reeleição tendo como principal adversário o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva. Neste mesmo pleito, as estatísticas de votos brancos e nulos também chegaram ao pico da média nacional, com 8% e 10,6%, respectivamente. Nos anos seguintes, aumentou o número de eleitores nas urnas e de votos válidos. Em 2002, ano que elegeu Lula à Presidência, o número de abstenção desceu para 17,74%, registrando 3% de votos brancos e 7,3% de nulos. Nas eleições presidenciais seguintes, em 2006, desceu ainda mais os índices de abstenção - 16, 75%. No entanto, em 2010 volta a crescer as abstenções para 18,12%, além dos votos brancos, que subiu para 3,13%. Já os votos nulos apresentou uma pequena queda de 0,17%, em relação à eleição anterior.
No entanto, o candidato revelou que já procurou Lindberg Farias (PT), que, segundo o governador, demonstrou uma tendência a apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB), seu adversário que teve 20,26% dos votos. Pezão também conversou com o senador eleito Romário (PRB), que ainda não assumiu uma posição.
Sobre o apoio de Anthony Garotinho (PR) a Crivella (PRB), o governador disse que "já era esperado": "Os dois demonstraram perfis parecidos em suas campanhas. É natural todos os candidatos procurarem outros partidos e outros candidatos. Eu estou procurando desde ontem à noite todos os partidos".
Marina impõe condições para declarar apoio a Aécio
Dilma diz que, apesar de diferenças, ela e ex-senadora querem melhorar o país e que ainda espera ter votos de eleitores do PSB; presidenciável do PSDB afirma ver convergências entre seu programa e o de adversária
Dona de 22 milhões de votos e assediada por PT e PSDB, Marina Silva e sua Rede apresentaram condições para embarcar na campanha do tucano Aécio Neves no segundo turno. A aliança com a presidente Dilma Rousseff é considerada hoje muito difícil. Marina quer de Aécio alguns compromissos, entre eles defesa do fim da reeleição, mudança nos critérios que definem o tempo dos candidatos na TV e implantação de projetos na área de sustentabilidade. A candidata do PSB ligou ontem para Dilma e Aécio, e seus aliados foram procurados tanto por petistas como por tucanos, inclusive o ex-presidente Fernando Henrique. O irmão de Eduardo Campos, Antonio Campos, publicou nota em apoio a Aécio, mas a viúva, Renata, ainda não se pronunciou oficialmente. O PSB deve decidir amanhã que caminho tomará.
Bolsa sobe 4,72%, e dólar cai para R$ 2,42
Garotinho se une a Crivella contra Pezão
Aeroportos terão metas para filas
máximo 16 minutos na fila da Polícia Federal e até oito minutos na alfândega.
PT perdeu votos no Sul e Sudeste
Francesa tenta comprar a Portugal Telecom
Eike se torna réu em caso de venda de ações da OGX

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