CURTINHAS DO DIA
França repudia terror
Cerca de 60 chefes de Estado e governo vão a Paris prestar solidariedade após ataques a jornal satírico ‘Charlie Hebdo’ e a mercearia kosher , que deixaram 17 mortos ; protestos ocorrem em todo o mundo. Nações europeias e EUA acertam novas medidas para coordenar segurança
Na maior manifestação da História da França, cerca de 4,5 milhões de pessoas saíram às ruas de todo o país — pelo menos 1,5 milhão em Paris — em repúdio aos ataques terroristas ao jornal satírico “Charlie Hebdo” e a uma mercearia kosher, que deixaram 17 mortos na capital e arredores na semana passada. Pelo menos 60 chefes de Estado e governo foram a Paris demonstrar solidariedade ao povo francês e em defesa da liberdade de expressão, abrindo a marcha junto com o presidente François Hollande. Em pronunciamento, ele disse que ontem Paris se tornou “a capital do mundo” e que o país inteiro se ergueria “com o que tem de melhor”. Houve manifestações em dezenas de cidades no mundo. Após a marcha, Hollande foi à Grande Sinagoga com o premier israelense, Benjamin Netanyahu. Em reunião, 11 ministros do Interior europeus e o procurador-geral dos EUA acertaram medidas para coordenar a luta antiterror. O maior rigor nas fronteiras está entre as ações a serem adotadas.
Crise afeta proteção a testemunhas
Vai sobrar para a Viúva
Brasília acompanha de perto as renegociações entre a Petrobras e os estaleiros. O temor não é só o desemprego. É que as operações financeiras têm como garantidor o próprio governo
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"Levy vai resistir ao ataque aos cofres públicos"
Tarifas públicas já pressionam IPCA em 2015
NOVE MESES PARA ARRUMAR A CASA
O dólar caiu pesadamente na sexta-feira. A principal razão para a queda vem, como sempre, de fora: os investidores globais estão se convencendo de que o Federal Reserve (Fed) não terá justificativas para iniciar o movimento de alta da taxa básica americana senão mais para o fim do ano, quiçá em 2016.
Maior ato público da França leva às ruas 3,7 milhões contra terrorismo
Protesto em repúdio a ataques reúne 40 líderes; Europa e EU A anunciam mais controle sobre fronteiras e propagandaUma manifestação sem precedentes na França marcou o primeiro domingo após o ataque ao jornal “Charlie Hebdo”, que deixou 12 mortos. Mais de 3,7 milhões de pessoas tomaram a capital e outras cidades para repudiar o terrorismo, informam de Paris Diogo Bercito e Graciliano Rocha. Na linha de frente marcharam o presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, entre 40 líderes mundiais. O Brasil foi representado por seu embaixador em Paris. O ato foi engrossado por pessoas de várias origens e religiões, relata Cleusa Turra. Parentes das vítimas participaram com faixas na cabeça em que se lia “Charlie”. Europa e EUA anunciaram cooperação para maior controle sobre fronteiras e propaganda terrorista na internet. A Casa Branca fará uma cúpula global contra o extremismo em 18 de fevereiro. Em vídeo, Amedy Coulibaly , morto após sequestros em mercado judaico na sexta, se disse membro do Estado Islâmico.
Controverso, coletivo Fora do Eixo amplia espaço no MinC
Petistas afirmam que Marta quer justificar sua saída
Cada congressista custará R$ 151 mil por mês ao país

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