domingo, 14 de junho de 2015

Fila de navios dá prejuízo bilionário à Petrobras


Embarcações chegam a esperar um dia para atracar no Porto de Macaé, que opera no limite.

Uma fila de 12 embarcações, em média, que esperam um dia para atracar no Porto de Macaé, no Rio, provoca prejuízos à Petrobras. Segundo fontes próximas à estatal, com um aluguel diário dos navios em torno de U$ 100 mil, a perda para a companhia, ao fim de 12 meses, fica entre US$ 400 milhões e US$ milhões, ou R$ 1,5 bilhão, relatam Ramona Ordonez e Bruna Rosa. A Petrobras nega que haja uma fila de espera, afirmando que a maior parte das embarcações paradas passa por vistoria ou manutenção. Mas admite o esgotamento do Porto de Macaé e investe na sua ampliação e em novas instalações no Porto de Açu.

Doação privada fica sem decisão



O 5º Congresso do PT acabou ontem sem uma posição sobre doações privadas. Caberá ao diretório nacional decidir se o partido aceitará esse dinheiro. O documento final poupa o governo Dilma e não cita o ajuste fiscal.



Imaginadas na Copa



Um ano após o início do Mundial, a lista dos projetos inacabados é uma derrota tão amarga quanto o 7 a 1 contra a Alemanha. Das 51 obras de mobilidade previstas no país, apenas 12 foram concluídas. Na capital, das 14 prometidas, cinco ficaram prontas.



Governo Dilma quer idade mínima para aposentadoria
A presidente Dilma Rousseff (PT) discute hoje com a sua equipe a elaboração de uma emenda constitucional que fixe uma idade mínima para a aposentadoria, como opção a ser discutida com sindicatos na busca de uma Previdência sustentável.

0 governo tentará fechar acordo com os sindicalistas até quarta (17), quando vence o prazo para ela sancionar ou vetar a proposta aprovada no Congresso, que criou uma alternativa ao fator previdenciário, com a chamada fórmula 85/95.

Esse modelo permite aposentadoria integral, sem o corte do fator previdenciário — índice que reduz o benefício de quem se aposenta cedo —, sempre que a soma da idade com o tempo de contribuição der 85, para mulheres, e 95, para homens.

Para o governo, a fórmula inviabiliza financeiramente a Previdência. Projeção indica que os gastos aumentariam em R$ 33 bilhões em 2025 e em R$ 78 bilhões em 2030. Centrais sindicais, porém, já adiantam ser contra a idade mínima.


Salvador - O Partido dos Trabalhadores reafirmou no 5º Congresso Nacional, encerrado neste sábado (13), a aliança com o PMDB no governo e desistiu de propor a mudança da atual política econômica, marcada pelo ajuste fiscal. A votação da resolução final do encontro retirou o trecho que afirmava o esgotamento do presidencialismo de coalizão, concedendo espaço e poder ao principal aliado. Durante o congresso, militantes gritavam “fora Cunha!” em protesto contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Também foram feitas críticas ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy. O documento final do congresso petista destaca que é preciso conduzir a orientação geral da política econômica para a implementação de estratégias de retomada do crescimento, defesa do emprego, do salário e dos demais direitos dos trabalhadores, permitindo a ampliação das políticas sociais. Em sua conta no Twitter, Cunha agradeceu aos petistas pelas vaias e críticas, afirmando que isto significa que ele está no rumo certo; destacando que ficaria preocupado se tivesse sido aplaudido.







Reduto das Farc desafia esforço por pacificação na Colômbia


Em meio às negociações de paz com o governo, as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) mostram poder no Estado de Cauca, relata o enviado Lucas Ferraz. Em abril, a guerrilha rompeu cessar-fogo. Houve revide do Exército. O conflito ferveu, e mais de 400 famílias deixaram os lares na região apelidada de "Caucaquistão", terra "sem lei e sem Deus". Mundo








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