Fila de navios dá prejuízo bilionário à Petrobras
Uma fila de 12 embarcações, em média, que esperam um dia para atracar no Porto de Macaé, no Rio, provoca prejuízos à Petrobras. Segundo fontes próximas à estatal, com um aluguel diário dos navios em torno de U$ 100 mil, a perda para a companhia, ao fim de 12 meses, fica entre US$ 400 milhões e US$ milhões, ou R$ 1,5 bilhão, relatam Ramona Ordonez e Bruna Rosa. A Petrobras nega que haja uma fila de espera, afirmando que a maior parte das embarcações paradas passa por vistoria ou manutenção. Mas admite o esgotamento do Porto de Macaé e investe na sua ampliação e em novas instalações no Porto de Açu.
Doação privada fica sem decisão
O 5º Congresso do PT acabou ontem sem uma posição sobre doações privadas. Caberá ao diretório nacional decidir se o partido aceitará esse dinheiro. O documento final poupa o governo Dilma e não cita o ajuste fiscal.
Imaginadas na Copa
Um ano após o início do Mundial, a lista dos projetos inacabados é uma derrota tão amarga quanto o 7 a 1 contra a Alemanha. Das 51 obras de mobilidade previstas no país, apenas 12 foram concluídas. Na capital, das 14 prometidas, cinco ficaram prontas.
Governo Dilma quer idade mínima para aposentadoria
A presidente Dilma Rousseff (PT) discute hoje com a sua equipe a elaboração de uma emenda constitucional que fixe uma idade mínima para a aposentadoria, como opção a ser discutida com sindicatos na busca de uma Previdência sustentável.0 governo tentará fechar acordo com os sindicalistas até quarta (17), quando vence o prazo para ela sancionar ou vetar a proposta aprovada no Congresso, que criou uma alternativa ao fator previdenciário, com a chamada fórmula 85/95.
Esse modelo permite aposentadoria integral, sem o corte do fator previdenciário — índice que reduz o benefício de quem se aposenta cedo —, sempre que a soma da idade com o tempo de contribuição der 85, para mulheres, e 95, para homens.
Para o governo, a fórmula inviabiliza financeiramente a Previdência. Projeção indica que os gastos aumentariam em R$ 33 bilhões em 2025 e em R$ 78 bilhões em 2030. Centrais sindicais, porém, já adiantam ser contra a idade mínima.
Salvador - O Partido dos Trabalhadores reafirmou no 5º Congresso Nacional, encerrado neste sábado (13), a aliança com o PMDB no governo e desistiu de propor a mudança da atual política econômica, marcada pelo ajuste fiscal. A votação da resolução final do encontro retirou o trecho que afirmava o esgotamento do presidencialismo de coalizão, concedendo espaço e poder ao principal aliado. Durante o congresso, militantes gritavam “fora Cunha!” em protesto contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Também foram feitas críticas ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy. O documento final do congresso petista destaca que é preciso conduzir a orientação geral da política econômica para a implementação de estratégias de retomada do crescimento, defesa do emprego, do salário e dos demais direitos dos trabalhadores, permitindo a ampliação das políticas sociais. Em sua conta no Twitter, Cunha agradeceu aos petistas pelas vaias e críticas, afirmando que isto significa que ele está no rumo certo; destacando que ficaria preocupado se tivesse sido aplaudido.
Reduto das Farc desafia esforço por pacificação na Colômbia
Em meio às negociações de paz com o governo, as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) mostram poder no Estado de Cauca, relata o enviado Lucas Ferraz. Em abril, a guerrilha rompeu cessar-fogo. Houve revide do Exército. O conflito ferveu, e mais de 400 famílias deixaram os lares na região apelidada de "Caucaquistão", terra "sem lei e sem Deus". Mundo

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