sábado, 6 de junho de 2015




Iniciativa, com apoio das Defensorias, prevê liberação de usuários de drogas

Autoridades serão obrigadas a levar acusados à presença de um juiz em até 24 horas após prisão

Contrariando o clamor por penas mais duras, o Conselho Nacional de Justiça e as Defensorias Públicas fazem uma ofensiva para tentar esvaziar as cadeias, que sofrem com a superlotação. A iniciativa mais polêmica foi da Defensoria do Rio, que orientou sua equipe a alegar que todas as prisões de usuários de droga no estado são inconstitucionais, informa CHICO OTAVIO. Para isso, considera que o consumo é decisão de foro íntimo. O CNJ lançou projeto que obriga autoridades a levar um acusado ao juiz em até 24 horas. Em oito anos, a população carcerária no país cresceu 87,7%.



Estímulo ao mercado: BNDES terá nova regra para crédito

Para incentivar o crédito privado, o BNDES mudou regras de financiamento a empresas com faturamento superior a R$ 1 bilhão. Agora, para ter uma parcela maior dos empréstimos subsidiados do BNDES, essas empresas terão que captar recursos também no mercado, através de títulos como debêntures.


Perda na poupança reduz recursos da casa própria

Dados do Banco Central apontam saída de R$ 32,3 bilhões de janeiro a maio do sistema que é o principal financiador de imóveis no país. Crise e baixo rendimento são responsáveis pelo aumento das retiradas.


Dívidas de fornecedores da Petrobras crescem 1.400% 

Em quatro meses, débitos de construtoras e estaleiros subiram para R$ 412 mi

As dívidas das empresas prestadoras de serviço da Petrobras cresceram1.424% em quatro meses. No final de abril, os débitos com cerca de cem fornecedores atingiram R$ 411,5 milhões. Em dezembro, eram de R$ 27 milhões, segundo associação da indústria d e máquinas.

A indefinição sobre o plano de investimento da estatal e a crise financeira das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato levaram ao aumento do endividamento dessas companhias, que são, em sua maioria, construtoras, empresas de engenharia e estaleiros.

Das 27 firmas impedidas de fazer contratos coma Petrobras por causa da Lava Jato, 21 constam da lista de devedores, entre elas Engevix, Galvão Engenharia e Odebrecht. Os passivos foram gerados nas principais obras da estatal, como refinarias e fábrica de fertilizantes.

Os principais credores são fabricantes de equipamentos como tubulações, caldeiras e compressores. Algumas empresas tiveram de alugar galpões para estocar a mercadoria parada. Outras foram obrigadas a demitir ou reduzir o turno de trabalho.


BNDES anuncia novas regras para estimular crédito privado 

O BNDES divulgou novas regras para estimular o crédito privado a projetos de investimento de longo prazo.

A mudança restringe o acesso de grandes empresas a financiamentos do banco com base em taxa mais baixa, a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), hoje em 6%.

Para conseguir o percentual máximo de crédito por essa taxa, será preciso emitir um valor mínimo de debêntures (títulos de renda fixa mais longos).


Senado reprova mudanças na sucessão da CBF

Os senadores da CPI do Futebol reprovaram a decisão da CBF de articular nos bastidores a mudança na sucessão do presidente Marco Polo Del Nero. O senador Zezé Perrela (PDT-MG) disse que convocará para depor na comissão os dirigentes que acatarem a proposta da entidade de alterar critérios de sucessão. 


Cruz Vermelha dos EUA é acusada de má gestão no Haiti


A filial da Cruz Vermelha nos EUA é acusada de má gestão dos US$ 488 milhões (R$ 1,54 bilhão) de doações para as vítimas do terremoto no Haiti, em 2010. Segundo site norte-americano, havia a promessa de abrigo a 132 mil, mas só seis casas foram erguidas. A ONG afirma que disputas fundiárias impediram O avanço.

Câmara aprova aumento de isenção fiscal para igrejas

Um artigo incluído na surdina em uma medida provisória aprovada no fim de maio aumenta a isenção fiscal de profissionais da fé e pode anular autuações de mais de R$ 300 milhões.

O benefício foi incorporado por intermédio do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB -RJ), que é evangélico. A medida ainda precisa da sanção da presidente Dilma. 


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