segunda-feira, 27 de julho de 2015



Em todo o Brasil, já existem 27 varas especializadas no assunto.

Suspeitas incluem lavagem de dinheiro, ocultação de bens, corrupção e desvio de verba pública; maioria dos casos está em SP.

A Operação Lava-Jato, que revelou o grande esquema de corrupção na Petrobras, não é a única a investigar os crimes do colarinho branco no país. Levantamento do GLOBO mostra que tramitam hoje 5.861 processos no Brasil relativos a crimes financeiros, parte deles em 27 varas federais especializadas. São Paulo concentra mais da metade das ações (2.968) de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos e ocultação de bens, entre outros crimes. Depois vêm Mato Grosso do Sul (613), Ceará (314), Paraná (331) e Rio (302). As varas especializadas ficam em 14 estados e no Distrito Federal. Nos demais, os casos são levados a varas criminais comuns.




Nos últimos 17 anos, o Congresso abriu quatro CPIs para investigar a Petrobras, incluindo a atual, da Câmara. Até agora, no entanto, nenhuma irregularidade foi apontada pelos parlamentares. Já havia suspeita de superfaturamento na Refinaria Abreu e Lima e de pagamento de propinas, mas suspeitos que hoje são réus da Lava-Jato sequer foram ouvidos. Relatórios tinham até elogios à estatal.


Com a queda nos preços de petróleo, minérios e outros produtos básicos, as chamadas commodities, empresas brasileiras estão se desfazendo de parte do seu patrimônio para fazer caixa. No total, as vendas até 2016 devem chegar a US$ 22 bilhões, o equivalente a duas hidrelétricas de Belo Monte. Analistas apostam que o lote vai incluir minas de carvão da Vale na Austrália, o terminal de contêineres da CSN em Itaguaí e parte da área de Libra da Petrobras no pré-sal.

Planalto avalia que 17 governadores poderão ser vítimas de ‘efeito cascata’ se contas forem rejeitadas.

Em busca de apoio político à presidente Dilma Rousseff, o Planalto vai buscar aproximação com os governadores. O governo detectou que, assim como a União, os Estados temem que suas contas de 2014 sejam rejeitadas pelo TCU, o que poderia resultar em uma série de processos de impeachment, informam Vera Rosa e João Villaverde. Levantamento do Planalto mostra que ao menos 17 governadores praticaram, em maior ou menor grau, operações semelhantes às manobras conhecidas como “pedaladas fiscais”, atrasando repasses de recursos a bancos públicos para conseguir cumprir programas sociais. A pressão dos governadores sobre o TCU, uma corte com forte vínculo com políticos, seria arma importante para o Planalto, que avaliou incluir em sua defesa a situação dos Estados, mas recuou para evitar desgaste com os governadores.



Mesmo com 13 senadores e 22 deputados investigados na Operação Lava Jato, os Conselhos de Ética da Câmara e do Senado, que fiscalizam o decoro parlamentar, não abriram processos contra parlamentares.


A força-tarefa da Operação Lava Jato afirma que a construtora Odebrecht presenteou ex-dirigentes da Petrobrás com quadros e pinturas “de alto valor”.

Entre os executivos citados estão os ex-presidentes José Sérgio Gabrielli (2005-2012) e Graça Foster (20122015), além de diversos diretores. Segundo o MPF, a “Relação de Brindes Especiais-2010” mostra que os presentes eram obras de artistas como Alfredo Volpi, Cildo Meireles, Armando Romanelli e Oscar Niemeyer.




Depoimento revela que o governo de São Paulo fez acordo com a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC) para interromper os atentados que ocorreram em 2006,informa Alexandre Hisayasu. Apesar das suspeitas, o governo estadual sempre negou o acordo. A declaração veio do delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, durante processo que investigou ligações de advogados com o crime organizado.



Crianças e adolescentes acolhidos em abrigos da Capital são vítimas de violência em locais que deveriam protegê-los. No total, há 60 suspeitas de irregularidades.

Negligência e superlotação representam metade das denúncias

Seleção de pessoal e treinamento são a receita dos bons exemplos




Secretário diz que criminalidade cai se polícia paulista cuidar de Dutra e Régis.

Alexandre de Moraes, secretário da Segurança Pública, defende que o Estado assuma o policiamento nas rodovias federais que passam por São Paulo. Segundo o advogado constitucionalista que assumiu a pasta em janeiro deste ano, estatísticas mostram que, Monde o policiamento não depende só de São Paulo, o homicídio é mais elevado. E a Dutra não é nosso policiamento”.

Moraes, na semana passada, divulgou a menor taxa de homicídios da série histórica no Estado, 938 casos por 100 mil habitantes, obtida em junho. Em ritmo de campanha, o governador Geraldo Alckmin anunciou a marca em uma delegacia.Segundo o secretário, as principais vias federais que atravessam o Estado são as mais usadas pelo tráfico de drogas e armas. No caso do roubo de cargas, a rota com mais ocorrências é a Régis Bittencourt. Assumindo-as. o secretário prevê nova queda nos índices de violência.


No primeiro trimestre, o número de mortes por PMs subiu 18%. “Temos que verificar por que estão ocorrendo.

Um grupo de 15 entidades de varejo e serviços discute com o governo a criação da jornada móvel, com uma cota de vagas em que os horários de trabalho seriam definidos pelo aumento do fluxo de clientes. Assim, um bar ou restaurante poderia ter trabalhadores de quinta a domingo ou apenas duas vezes por semana.

Sindicatos aceitam discutir sob condições, como o salário não ser inferior ao mínimo. 


O ex-tesoureiro da Prefeitura de Campina Grande (PB) Rennan Trajano Farias afirma ter feito, em 2010, entregas de dinheiro em espécie a Vital do Rêgo (PMDB-PB), hoje ministro do Tribunal de Contas da União, relata Rubens Valente. À época, o ministro disputou e ganhou uma vaga no Senado. Ele nega a acusação.

No TCU, Vital será um dos nove ministros a analisar as contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff.

CURITIBA – Termina nesta 2ª feira o prazo para advogados de Marcelo Odebrecht explicarem anotações encontradas no celular do executivo que podem significar manipulações nos trabalhos de investigação da Polícia Federal e da Justiça. Marcelo Odebrecht foi um dos presos na 14ª fase da Operação Lava Jato. Os textos encontrados no celular do empresário trazem termos como “higienizar apetrechos”, que pode significar limpeza de dados do smartphone e, por consequência, destruição de provas. Marcelo Odebrecht foi um dos 22 denunciados à justiça na última 6ª feira pelo Ministério Público por envolvimento em irregularidades dentro da Petrobras. Ele está preso no Complexo Médico-Penal de Pinhais, no Paraná.

RIO – A sede da Suipa foi invadida pela segunda vez em menos de 24 horas. Nesta 2ª feira, vândalos depredaram o centro cirúrgico, onde são feitas em média 40 operações por dia em cães, gatos e animais de grande porte e ainda soltaram um cavalo deficiente que ficava no local. Na madrugada de domingo, o prédio da Suipa, no Jacaré, havia sido invadido e seis filhotes de vira-latas furtados. Foi o 3º caso criminoso no local em menos de um mês. Em junho, quatro galos de briga foram levados de dentro da Suipa. Apesar do ato de vandalismo, os procedimentos marcados para esta 2ª feira não precisarão ser suspensos porque o centro cirúrgico do ambulatório funciona normalmente.

CURITIBA – Termina nesta 2ª feira o prazo para advogados de Marcelo Odebrecht explicarem anotações encontradas no celular do executivo que podem significar manipulações nos trabalhos de investigação da Polícia Federal e da Justiça. Marcelo Odebrecht foi um dos presos na 14ª fase da Operação Lava Jato. Os textos encontrados no celular do empresário trazem termos como “higienizar apetrechos”, que pode significar limpeza de dados do smartphone e, por consequência, destruição de provas. Marcelo Odebrecht foi um dos 22 denunciados à justiça na última 6ª feira pelo Ministério Público por envolvimento em irregularidades dentro da Petrobras. Ele está preso no Complexo Médico-Penal de Pinhais, no Paraná.




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