Operadoras de celular devem ter 1ª queda na receita desde o ano 2000
Empresas recorrem a promoções. Analistas preveem recuo inédito na venda de smartphones
Nem mesmo a telefonia celular, setor que quase quadruplicou suas receitas desde o ano 2000 com crescimento ininterrupto, ficou imune à crise econômica. Projeções indicam que, com inadimplência em alta e renda do consumidor mais apertada, as operadoras fecharão o ano com queda de 3,8% a 6% na receita, informa BRUNO ROSA. Analistas estimam que a venda de smartphones cairá no ano, o primeiro recuo na história.
Empresas recorrem a promoções. Analistas preveem recuo inédito na venda de smartphones
Nem mesmo a telefonia celular, setor que quase quadruplicou suas receitas desde o ano 2000 com crescimento ininterrupto, ficou imune à crise econômica. Projeções indicam que, com inadimplência em alta e renda do consumidor mais apertada, as operadoras fecharão o ano com queda de 3,8% a 6% na receita, informa BRUNO ROSA. Analistas estimam que a venda de smartphones cairá no ano, o primeiro recuo na história.
Um capítulo decisivo da Lava-Jato ocorrerá quarta-feira, na eleição para procurador-geral da República, responsável pelos inquéritos de parlamentares. Os três desafiantes de Rodrigo Janot, atual ocupante do cargo e favorito, disputam o segundo lugar na lista a ser enviada à presidente Dilma. Isso porque, se Janot ganhar, há risco de veto no Senado.
Governo põe ministros e líderes petistas para tentar melhorar relação com Renan Calheiros após recesso
Tratado pelo Planalto como peça-chave para impedir o agravamento da crise política, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem sinalizado que pode voltar a colaborar com o governo Dilma Rousseff a partir desta semana, na volta do recesso parlamentar. Mas cobrará “faturas” nas áreas política e econômica em troca da ajuda. Há duas semanas, logo após o anúncio do rompimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governo decidiu reforçar operação envolvendo ministros e lideranças petistas para cortejar Renan. O objetivo é recriar a relação do primeiro mandato, quando ele foi o
principal interlocutor do governo no Congresso. O afastamento ocorreu na esteira da Lava Jato. Nos bastidores, Renan acusa o Planalto de ter atuado para incluí-lo entre os investigados. Dilma também tenta neutralizar efeitos de provável decisão desfavorável do TCU no julgamento das contas.
Tratado pelo Planalto como peça-chave para impedir o agravamento da crise política, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem sinalizado que pode voltar a colaborar com o governo Dilma Rousseff a partir desta semana, na volta do recesso parlamentar. Mas cobrará “faturas” nas áreas política e econômica em troca da ajuda. Há duas semanas, logo após o anúncio do rompimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governo decidiu reforçar operação envolvendo ministros e lideranças petistas para cortejar Renan. O objetivo é recriar a relação do primeiro mandato, quando ele foi o
principal interlocutor do governo no Congresso. O afastamento ocorreu na esteira da Lava Jato. Nos bastidores, Renan acusa o Planalto de ter atuado para incluí-lo entre os investigados. Dilma também tenta neutralizar efeitos de provável decisão desfavorável do TCU no julgamento das contas.
Os sete compromissos firmados pelo prefeito Fernando Haddad (PT) no Plano de Metas para a área da saúde consumiriam, nos quatro anos de mandato, cerca de R$ 1,6 bilhão. Até agora, somente R$ 108,9 milhões, ou 6,5% do total, foram gastos. Na educação seriam 20 Centros Educacionais Unificados (CEUs) até o fim de 2016. Mas, por enquanto, foi entregue apenas o de Heliópolis. Já no Programa Mananciais não há sinal de obras.
A crise não para de piorar. A previsão de queda no PIB deste ano já chega a 2,5% — com mais recessão em 2016. O crescimento, quando voltar, será baixo.
Maiores bancadas defendem que presidente fique no cargo ainda que se torne réu
A maioria dos deputados federais que lideram as bancadas de seus partidos na Câmara declara ser contra o afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mesmo que o STF abra processo contra ele na Operação Lava Jato.
Cunha foi acusado pelo lobista Júlio Camargo de ter recebido US$ 5 milhões em propina no escândalo de corrupção na Petrobras.
Desde a denúncia, alguns parlamentares têm pedido o afastamento do peemedebista do comando da Casa.
Segundo o levantamento da Folha, com 20 dos 22 líderes das maiores bancadas, os deputados também dizem não ver motivo para que colegas tomados réus na Lava Jato respondam a processo de cassação no Conselho de Ética.
A maioria dos deputados federais que lideram as bancadas de seus partidos na Câmara declara ser contra o afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mesmo que o STF abra processo contra ele na Operação Lava Jato.
Cunha foi acusado pelo lobista Júlio Camargo de ter recebido US$ 5 milhões em propina no escândalo de corrupção na Petrobras.
Desde a denúncia, alguns parlamentares têm pedido o afastamento do peemedebista do comando da Casa.
Segundo o levantamento da Folha, com 20 dos 22 líderes das maiores bancadas, os deputados também dizem não ver motivo para que colegas tomados réus na Lava Jato respondam a processo de cassação no Conselho de Ética.

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