domingo, 15 de novembro de 2015


São pelo menos 129 mortos e mais de 350 feridos vítimas dos atentados terroristas em Paris. O estado de emergência, decretado na sexta-feira, proíbe reuniões e manifestações em locais públicos. As fronteiras da França estão controladas pelo Exército, as estações de trem e o aeroporto Charles de Gaulle com segurança 




Premier francês admite atacar Síria e Iraque

Atentados fazem 129 mortos e 352 feridos

A França reagiu em clima declaradamente de guerra aos autores do maior ataque terrorista de sua História recente, que fez 129 mortos e 352 feridos, 99 deles em estado grave. Uma verdadeira caçada na França e no exterior está em curso e mobiliza vários outros países, como Bélgica e Alemanha. Jihadistas do Estado Islâmico reivindicaram o atentado contra "a capital da prostituição e do vício" Diante da violência dos ataques, que deflagrou uma rede de solidariedade no mundo, o premier Manuel Valls assegurou que a França "irá fundo no combate ao Eli enterrando dúvidas sobre a participação do país na coalizão liderada pelos EUA Contra os jihadistas. "Estamos em guerra e vamos agir. Vamos atingir o inimigo aqui e também na Síria e no Iraque.” Novos elementos surgiram nas investigações: três grupos comandaram os ataques; um dos sete atacantes do Bataclan era francês e conhecido pelo serviço de inteligência desde 2010; e um passaporte sírio foi encontrado junto ao corpo de um dos homens-bomba, que teria entrado na Europa pela Grécia junto com refugiados.



Normalmente cheia de vida em suas ruas, a capital da França amanheceu irreconhecivelmente vazia e silenciosa ontem, após a noite de terror que deixou quase 130 mortos e centenas de feridos. Shows e competições esportivas foram suspensos, monumentos foram fechados. Em vários locais, multiplicaram-se as cenas de comoção e homenagem às vítimas.




 Devassa feita pelo TCE mostra que empresas de ônibus embolsaram R$ 90 milhões nos últimos cinco anos em créditos do RioCard, que expiram após 12 meses se não são usados pelos passageiros. A lei que estipula o prazo de validade é omissa sobre o destino dos recursos.



Só 15% das barragens têm plano contra crise
Das 14.966 barragens do País, só 432 foram vistoriadas em 2014 e 165 têm Plano de Ação de Emergência, sendo que 1.129 são obrigadas a apresentar o programa.






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