sexta-feira, 4 de dezembro de 2015





O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, do PMDB gaúcho, decidiu sair do governo. Ele é um dos principais aliados do vice-presidente Michel Temer, também do PMDB.




Para empresários, processo sinaliza fim do impasse

A Bolsa subiu ontem 3,29%, maior alta em um mês, e o dólar caiu para R$ 3,749, em reação ao acolhimento do pedido de impeachment. Para empresários e o mercado, o processo oferece uma saída ao impasse político que paralisa a economia há um ano. Mas analistas advertem que o alívio pode ser passageiro. Um trâmite longo poderá gerar turbulências e agravar a recessão.




Em 48 horas, o vice-presidente Michel Temer recebeu em sua residência oficial integrantes do DEM e do PSDB, que pediram um novo governo de união nacional.




Em 48 horas, o vice-presidente Michel Temer recebeu em sua residência oficial integrantes do DEM e do PSDB, que pediram um novo governo de união nacional.



O dia seguinte à deflagração do processo de impeachment da presidente Dilma pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi marcado por acusações. Cunha disse que Dilma mentiu ao afirmar que o governo não barganhou votos, e o ministro Jaques Wagner acusou Cunha de mentir ao dizer que um aliado dele se encontrara com a presidente. O vice Michel Temer desmentiu duas declarações de ministros.




Lixo representa 16% dos criadouros naturais do mosquito transmissor de dengue e zika no Rio.




Indiciado pela Justiça americana por corrupção e investigado pela Fifa , Marco Polo Del Nero se licenciou da presidência da CBF.



Governo trabalha para suspender recesso de fim de ano no Congresso e acelerar trâmite do processo Aliados de Cunha querem ganhar tempo para buscar apoio de movimentos contra a presidente Ações contra a abertura de ação de impedimento são protocoladas no STF

O Planalto pediu apoio de ministros, governadores, sindicatos e movimentos sociais contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff,iniciado formalmente ontem na Câmara. Entre as estratégias estão afirmar que a “ação foi por vingança de Eduardo Cunha” e acelerar o trâmite do processo. O governo articula para que o Congresso suspenda o recesso parlamentar de fim de ano para votar o impeachment. A oposição é contra. “Vamos para o enfrentamento. Está chegando ao fim a estratégia de não deixar o governo governar”, afirmou Dilma. Oposição e aliados de Cunha querem ganhar tempo para desgastá-la e buscar apoio nos movimentos pró-impeachment, que anunciaram protestos. Cunha reagiu ao pronunciamento de anteontem de Dilma e acusou a presidente de “mentir à Nação”. Segundo ele, a petista queria “barganhar” apoio no Conselho de Ética com a CPMF. O ministro Jaques Wagner rebateu. O PCdoB entrou com ação no Supremo questionando a abertura do processo de impeachment. Ela ainda será analisada. Outras duas ações já foram rejeitadas.




O vice Michel Temer (PMDB) evitou participar das principais discussões com integrantes da cúpula do governo e de se posicionar publicamente sobre a instauração do processo de impeachment. Pessoas próximas a Temer negaram que ele se tenha colocado à disposição para ajudar na defesa jurídica de Dilma.



A primeira reação do mercado financeiro ao processo de abertura de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi ontem de aparente euforia. O Ibovespa subiu 3,29% e o dólar caiu para R$ 3,75. Mas a expectativa predominante entre analistas é a de que os próximos dias tendem a ser de instabilidade. Para empresários, a decisão foi um passo em direção à solução do impasse que tem travado a economia brasileira ao longo de 2015.



Nunca a popularidade do governador de SP, Geraldo Alckmin (PSDB), esteve tão baixa. Segundo o Datafolha, 28% do eleitorado paulista qualifica o desempenho do tucano como ótimo ou bom. Um ano atrás, eram 48%. Em março de 2006, pouco antes de deixar o governo para disputar eleição presidencial, ele tinha 69% de aprovação. A reprovação também é recorde: 30% classificam sua atuação como ruim ou péssima. É a primeira vez que, numericamente, há mais gente desaprovando do que aprovando Alckmin. Ele tem mais de dez anos de gestão no Estado, em períodos alternados, ao longo de quatro mandatos desde 2001. Seis de cada dez paulistas são contra a reorganização das escolas promovida por ele, e 55% apoiam as ocupações. A margem de erro da pesquisa, realizada nos dias 25 e 26 com 1.350 pessoas, é de três pontos.




No dia em que a Justiça dos EUA o indiciou sob a acusação de corrupção, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, anunciou que se licenciará da função. Ele teria participado de esquema de recebimento de propina na venda de direitos de competições. Em nota, o cartola disse estar convicto de sua inocência.




Laboratório fará teste no Brasil para vírus zika

A partir desta sexta-feira (4), o laboratório Hermes Pardini fará no Brasil o teste para o vírus zika. Desenvolvido em Belo Horizonte, ele custa R$ 500 e traz resultados em uma semana.





A receita do PMDB para a crise das finanças do estado é líquida — mas há dúvidas se é certa.
O partido, que comanda o Rio há 13 anos, propõe que o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) conceda à iniciativa privada a parte mais rentável da Cedae. A ideia é passar nos cobres o serviço prestado na chamada Área de Planejamento 4 da cidade do Rio de Janeiro — Jacarepaguá, Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca.
Em troca, o estado receberia, segundo cálculos da base aliada, algo em torno de US$ 4 bilhões — o que resolveria o problema da folha de pagamento por, pelo menos, dois anos.
Compensação
A empresa ou consórcio que assumisse a área nobre — a que mais cresce financeiramente no Rio — teria que, em contrapartida, prestar o mesmo serviço na Baixada Fluminense.
Para deixar o negócio mais atraente, o estado repassaria à concessionária os R$ 3 bilhões que já conseguiu com o governo federal para melhorar o fornecimento de água e o tratamento do esgoto da Baixada, área das mais populosas e carentes da Região Metropolitana.
A resistência do dono da caneta
O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) resiste à ideia de conceder parte das atividades da Cedae.
Mas, dizem os aliados, não terá outra saída.
O tempo passa, o tempo voa
A proposta tem o aval de todos os caciques do partido, inclusive do ex-governador Sérgio Cabral.

Quem diria... Pois Cabral rompeu com o ex-governador Marcello Alencar (PSDB) justamente quando, presidente da Assembleia Legislativa, impediu que o tucano privatizasse a Cedae no apagar das luzes de seu governo, em 1998.


A Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa marcou para a próxima quinta-feira uma reunião com a Secretaria estadual de Planejamento. Vai tratar da redução dos contratos de locação de veículos que levam e buscam, em casa, servidores de alta patente.
À Polícia Militar, o presidente da comissão, Pedro Fernandes (SDD), vai propor que o número de carros à disposição de oficiais seja reduzido para 50.
A PM é a campeã dos contratos — e conta com cerca de 200 veículos para a regalia.
Transparência

O moço vai pedir que todos os automóveis locados sejam adesivados com o nome do órgão a que prestam serviços.


O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse que o estado tem feito cortes para reduzir os impactos da crise. Ele esteve na Associação Comercial do Rio de Janeiro, no Centro da cidade, na manhã será sexta-feira (4) . O estado passa por uma grase crise econômica, parcelou o salário de seus servidores e luta inclusive para pagar o 13º.
"Nós fizemos cortes muitos fortes, voltamos ao custeio da máquina do estado a 2012, cortamos muitas despesas, gratificações, telefonias cargos, mas não é o mais importante pra gente atingir e cobrir esse deficit. Nós aprovamos na Assembleia Legislativa doze leis econômicas, facilitando a cobrança desses deficits, reduzindo multas, juros, fazendo um pacote de incentivos como nunca foi feito. Nós conseguimos, até setembro, criar receitas e cobranças, vendendo ativos, chegamos a R$ 13,2 bilhões de receitas que não se repetirão, mas foi um dos maiores esforços que já foi feito", disse Pezão.

Durante o encontro, o presidente da associação entregou um documento ao governador que oficializa a criação de uma Comissão de Trabalho.

 A retirada de recursos da caderneta de poupança superou as aplicações em R$58,3 bilhões de janeiro a novembro deste ano. Segundo o Banco Central, esta é a maior retirada líquida de dinheiro da poupança para os 11 primeiros meses de um ano desde o início da série histórica, em 1995.
 A venda de cartões especiais do metrô para o Réveillon em Copacabana começa na segunda-feira e vai até o dia de Natal em seis estações: Pavuna, Uruguai, Central, Carioca, Glória e Siqueira Campos. Os bilhetes especiais podem ser comprados das 9h às 21h. Na estação Central as vendas começam às 10h. A partir do dia 26, os cartões especiais só serão vendidos nas estações Pavuna, Carioca, Central, Glória e Uruguai. O bilhete de ida e volta será vendido a R$7,40. O cartão só de ida ou só de volta custará R$3,70.Cada usuário poderá adquirir, no máximo, dez cartões. Para a ida, os usuários terão à escolha cinco faixas de horário, entre as 19h e a 00h, e deverão comprar o cartão correspondente ao período em que pretendem fazer a viagem. A volta acontecerá sem horário fixo, entre 00h e cinco da manhã. No dia 31, a partir das 19h, o metrô não vai aceitar os cartões unitários e pré-pagos, nem os da Riocard. Exceto nas estações General Osório, Cantagalo e Siqueira Campos, onde eles serão aceitos até as 23:59h. Os cartões unitários e pré-pagos do Metrô Rio e os da Riocard voltarão a valer a partir das 7h do dia 1º de janeiro.
 Além de renegociar contratos com fornecedores, o governador do Rio está estudando uma reforma administrativa, com possível extinção de secretarias e cargos comissionados no ano que vem, para tentar amenizar a crise financeira no estado. Luiz Fernando Pezão também planeja cortar a utilização de telefones celulares e de carros oficiais até de secretários estaduais. Ontem à noite, o governador participou de uma reunião, com alguns secretários e assessores, para definir o que pode ser cortado. As medidas devem ser anunciadas na segunda-feira. A reunião aconteceu horas depois que a Oi cortou os telefones de vários órgãos do governo do Rio por falta de pagamento. A dívida com a empresa telefônica já chega a R$ 86 milhões.

Fiscais do Procon interditaram 20 ônibus, de um total de 32 vistoriados, na garagem da Viação Alto Minho, em Nova Iguaçu. Doze foram lacrados por irregularidades na documentação. Os coletivos não eram vistoriados desde 2010. OS fiscais também encontraram defeitos na parte elétrica, como luzes de ré, faróis e lanternas, além de para-brisas e elevadores para cadeirantes quebrados. Este ano, o Procon Estadual já interditou 318 ônibus na Operação Roleta Russa. Os coletivos interditados só poderão voltar a circular depois que as irregularidades tiverem sido corrigidas.








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