quarta-feira, 6 de janeiro de 2016







 A indústria brasileira poderá perder R$ 54,6 bilhões neste ano de 2016 com os sete feriados e três pontos facultativos federais que caem em dias de semana. A previsão é da Firjan. Segundo a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), esse valor representa 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país. A Firjan informou que, no estudo, não foram contabilizados o dia do servidor público, por ser ponto facultativo não consagrado como feriado, e a Quarta-feira de Cinzas, por ser ponto facultativo até as 14h.



BRASÍLIA - A política de intervenção do Banco Central para tentar conter a escalada do dólar resultou em gastos de R$ 89,7 bilhões em 2015. Esse valor é 419% maior do que o gasto em 2014. Foi o maior custo da política cambial do Banco Central até hoje. O custo recorde é resultado da estratégia da autoridade monetária de colocar no mercado financeiro os chamados contratos de swaps cambiais. Trata-se de um instrumento para proteger as empresas que têm dívidas em dólar. Ele é usado para evitar altas ou quedas bruscas da cotação da moeda americana.

RIO - As vendas de veículos no país fecharam 2015 com queda de 26,55% em relação a 2014. Segundo a Fenabrave, que representa as concessionárias, foi o terceiro ano seguido de queda e também o recuo mais expressivo desse período. Além disso, foi a primeira vez, desde 2009, que o país não vendeu mais de 3 milhões de unidades e ainda o pior resultado desde 2007. No ano passado, foram vendidos 2,46 milhões de veículos.


A Coreia do Norte anunciou, nesta quarta-feira, que realizou o primeiro teste bem sucedido com bomba de hidrogênio, o que marca um importante avanço no programa nuclear do país. Este é o quarto teste com arma nuclear feito pela Coreia do Norte, no entanto, foi o primeiro realizado com bomba de hidrogênio, que é mais poderosa e pode ser até 50 vezes mais potente que a chamada bomba atômica. O anúncio do teste foi surpresa e sinaliza que os esforços para frear o impulso do país para colocar um arsenal nuclear em funcionamento têm sido pouco eficientes.


O Ministério da Saúde anunciou mudanças na vacinação. As doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia foram alteradas. Além disso, não será mais necessária a terceira dose da vacina de HPV. Também haverá mudança no tipo de vacina contra a Poliomielite aplicada quando os bebês têm seis meses de idade. No caso da vacina contra o HPV, serão necessárias, agora, apenas duas doses: a segunda, seis meses depois da aplicação da primeira. Segundo o Ministério da Saúde, duas doses são efetivas para proteger as meninas entre nove e 14 anos. Os bebês terão a redução de uma dose da vacina Pneumocócica 10 Valente, para pneumonia. Agora, serão duas doses, aos dois e aos quatro meses, seguidas de um reforço, preferencialmente aos 12 meses, mas podendo ser tomado até os quatro anos. Segundo o Ministério da Saúde, o novo esquema dá a mesma proteção que o antigo, composto por três doses mais um reforço. A terceira dose da vacina contra a poliomielite será injetável, e não mais oral, mas o reforço, aplicado até os quatro anos, continua sendo oral. No caso da vacina Meningocócica C, o reforço não será aplicado mais preferencialmente aos 15 meses de idade, mas aos 12 meses. O reforço poderá ser feito até os 4 anos.






Pezão passa dois hospitais, mas fica com UPAs, que pesam no orçamento


Município assume Albert Schweitzer e Rocha Faria, ambos na Zona Oeste e que têm despesas de R$ 500 milhões anuais. Mas unidades de atenção básica, responsabilizadas pelo inchaço da rede, ainda são desafio este ano

A prefeitura fechou acordo para assumir os hospitais Albert Schweitzer, em Realengo, e Rocha Faria, em Campo Grande, hoje da rede estadual. Com isso, o governador Pezão se livrará de despesas de R$ 500 milhões anuais. Mas o estado não conseguiu negociar a transferência das UPAs, que custaram R$ 740 milhões em 2015 e inflaram as contas do setor. Os gastos extras terão impacto sobre a rede da prefeitura, que também tem falhas. Ontem, a espera por um médico no Souza Aguiar, principal emergência do Rio, chegava a 18 horas.



Enquanto isso...

Publicidade terá R$ 120 milhões .




Dominada pela primeira vez em 17 anos pela oposição ao chavismo, a Assembleia Nacional (AN) eleita em dezembro tomou posse ontem na Venezuela com a promessa do novo líder da Casa, Henry Ramos Allup, de buscar em seis meses uma solução constitucional para tirar o presidente Nicolás Maduro do poder. Três deputados oposicionistas não tomaram posse por ordem da Justiça, a pedido dos chavistas. O novo presidente da Assembleia disse que Maduro não governará mais por decreto.




O juiz Sérgio Moro autorizou a liberação de R$ 172 mil, ano passado, para a PF do Paraná pagar contas de luz e de manutenção de carros usados na Lava-Jato. A verba fora recuperada em outra investigação. O Ministério da Justiça afirmou, porém, que não faltaram recursos para a operação.


O MEC vai mudar o novo currículo nacional da educação básica após sugestões de consulta pública. As propostas para mudança de conteúdo em História foram alvo de críticas de especialistas, que veem nelas viés ideológico. 


O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, aposta do PT para a reeleição, foi a Brasília cobrar R$ 400 milhões do governo e pediu prioridade para São Paulo. “Este ano é o ano dos prefeitos”,


Novo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela diz que tentará pôr fim a governo chavista em seis meses

Acabou em confusão a primeira sessão da Assembleia Nacional da Venezuela controlada pela oposição desde a chegada do chavismo ao poder, em 1999. Deputados chavistas a abandonaram após discussão e empurra-empurra, sob alegação de desrespeito ao regimento. Os ânimos se exaltaram quando o líder do Primero Justicia, Julio Borges, tentou pôr na agenda a votação de anistia para presos políticos. O novo presidente do Legislativo, Henry Ramos Allup, declarou o fim das leis habilitantes, usadas pelo chavismo para governar por decreto, e disse que a oposição tentará abreviar o governo de Nicolás Maduro. “Em seis meses, se decidirá a saída constitucional, democrática, pacífica e eleitoral para o fim deste governo”, afirmou, referindo-se à possibilidade de convocar um referendo. 

Brasil adota tom crítico e pede ‘respeito’ ao resultado da eleição

Numa mudança de tom em relação à Venezuela, o Itamaraty divulgou nota ontem cobrando do presidente Nicolás Maduro “pleno respeito” ao resultado da eleição parlamentar.“Não há lugar, na América do Sul do século 21,para soluções políticas fora da institucionalidade.”



O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) negou a possibilidade de que o corte de orçamento afete investigações da Polícia Federal (PF) na Operação Lava Jato, mas admitiu que buscará solução contra o contingenciamento previsto em R$ 133 milhões. Segundo ele, a PF tem sido “total prioridade” da pasta. “Esse é o compromisso que temos e todos conhecem. Jamais faltará verba para a Lava Jato ou qualquer outra operação ou projeto estratégico da PF.”Na semana passada, a Associação Nacional dos Delegados da PF afirmou que a redução de verba pode afetar, entre outros, gastos com diárias e passagens de policiais.






Criada para construir e fretar sondas e plataformas de exploração de petróleo em alto-mar,a Sete Brasil tenta evitar a quebra com a manutenção de pelo menos 15 encomendas pela Petrobrás. Mas, paralisada pelo envolvimento no escândalo da Operação Lava Jato,a empresa só tem garantia de contratação de seis embarcações. 



Para a indústria da construção civil, receber quase R$7 bilhões em pagamentos atrasados de obras públicas já seria “um novo PAC”,suficiente para dar fôlego às construtoras.


Terceira maior economia entre os Estados, Minas Gerais atrasará os salários de dezembro do funcionalismo e não sabe como pagará os de janeiro, fevereiro e março. A gestão Fernando Pimentel (PT) alega estar em “dificuldades financeiras”, e os pagamentos que deveriam ser feitos até sexta (8) ocorrerão só no dia 13.


Por reivindicação da bancada de mulheres do Senado, que tem 12 representantes (15%do total de senadores), o plenário da Casa terá um banheiro feminino. A um custo de R$35,8 mil, a obra deverá ser concluída até a retomada dos trabalhos, no dia 1º de fevereiro. Até o ano passado, as senadoras precisavam recorrer ao banheiro da lanchonete adjacente.




Entre 2000 e 2014,a exportação de produtos que vêm principalmente da agropecuária e da mineração subiram de 22,8%para 48,9%do total. Uma forma de reduzir o deficit da Previdência seria impor taxa de contribuição ao sistema rural de 15% sobre a exportação do setor.




O Banco Mundial reduziu significativamente as previsões para o desempenho da economia brasileira. Relatório divulgado pela instituição estima que o Produto Interno Bruto do Brasil deve encolher  2,5% em 2016. Isso representa uma piora drástica frente às previsões de junho do ano passado, quando o Banco Mundial projetou um crescimento de 1,1% no PIB deste ano. Quanto a 2015, o banco calcula que a economia brasileira tenha sofrido uma contração de 3,7%. No relatório de junho, a queda prevista era de 1,3%. O resultado oficial será divulgado em março pelo IBGE.




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