A empresa habilitada deverá se encarregar da produção, desenho, confecção, instalação, montagem, locação de materiais e equipamentos, bem como manutenção e remoção dos mesmos, e de toda a infraestrutura necessária para a realização do Carnaval de Rua de 2015 – Rio 450 anos, de acordo com projeto e cronograma estabelecidos pela Riotur.
As propostas deverão apresentar a quantidade mínima de 16.000 banheiros químicos (em 2014, foi exigido o mínimo de 10.250 banheiros e, em 2009, antes do caderno de encargos, a cidade contava apenas com 900 unidades). O documento também exige a manutenção e limpeza permanente dos banheiros químicos tradicionais, além da instalação de no mínimo 60 contêineres sanitários em logradouros públicos que estejam no percurso de grandes blocos. Esses contêineres deverão ter uma pessoa que seja responsável pela manutenção e controle de portas e ficar ao menos 20 dias em cada local.
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Já a psicóloga Inara Ferreira, de 32 anos, disse que mora na região há quase dois anos e que rachaduras podem ter surgido após a construção do túnel da Via Binário do Porto, mas está aguardando um laudo técnico por parte dos responsáveis.
O comerciante Rafael Oliveira, 29, diz que na Rua João Álvares, que fica na mesma região, o prédio treme com as detonações, mas por enquanto não tem relato de rachaduras. "Só mesmo as explosões, que ocorrem em diferentes horas do dia, sem qualquer tipo de aviso“.
A ação é desenvolvida por policiais da Delegacia de Defraudações. A operação Rio Card Limpo tem a finalidade de cumprir 17 mandados de prisão, expedidos pela Justiça, contra envolvidos na venda ilegal dos vales.
Até o momento, os agentes já prenderam 11 pessoas, que vão responder por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e crime contra a economia popular. A ação tem o apoio de várias delegacias especializadas.
De acordo com a denúncia do Gaeco à 7ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, o grupo abordava trabalhadores em locais de grande circulação, com a oferta da compra dos vales em dinheiro. Além da prática, caracterizada como crime contra a economia popular, os acusados também promoviam a lavagem do dinheiro ilícito, fazendo depósitos em suas contas bancárias ou aplicando os recursos em pequenas empresas criadas para ocultar a origem.
O maior grupo atuava em Nilópolis e era comandado por Daguiberto Dias de Oliveira. Os integrantes criaram pequenas lanchonetes, bazares e restaurantes, que chegaram a movimentar mais de R$ 20 milhões no período de 2010 a 2012. Em Duque de Caxias, Jorge Wagner Budakian Aramian e sua companheira, Emilce Gomes Martins, lideravam as ações criminosas. Em Nova Iguaçu, agiam dois grupos, um deles liderado por Felipe Macário da Silva e o outro por André Luiz Augusto Ermida e Jorge Luiz Pereira de Souza.
Os acusados responderão por crime contra a economia popular (cuja pena varia de seis meses a dois anos de detenção) e por lavagem de dinheiro (de três a dez anos de prisão).
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Serviço
Curso: “A Língua Portuguesa nos Concursos Públicos”
Data: de 2 a 30 de outubro, às quintas-feiras
Horário: 15h às 17h
Local: Liceu Literário Português – Rua Pereira da Silva, 322, Laranjeiras, Rio de Janeiro.
Contato: (21) 2225-0423 / 2265-1497
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No mesmo dia em que a presidente Dilma Rousseff exaltou as medidas tomadas por seu governo na área ambiental, o Brasil se recusou a assinar um documento propondo reduzir pela metade a derrubada das florestas do mundo até 2020 e zerar por completo o desmatamento até 2030.
O compromisso foi anunciado nesta terça-feira com a 'Declaração de Nova York sobre Florestas', durante a Cúpula do Clima das Nações Unidas, na sede da organização, em Nova York. Participam da iniciativa mais de 30 países, entre eles, Estados Unidos, Canadá e União Europeia, além de dezenas de empresas, organizações ambientalistas e grupos indígenas.
O evento antecedeu à abertura da Assembleia Geral da ONU, prevista para acontecer nesta quarta-feira.
À revelia do governo federal, os Estados do Acre, Amapá e Amazonas também assinaram o acordo.
A 'Declaração de Nova York sobre Florestas' é uma espécie de cartas de intenções anterior a um tratado internacional, que começaria a vigorar a partir do ano que vem. Uma vez implementado, cortaria a emissão anual de gás carbônico (CO2) entre 4,5 e 8,8 bilhões de toneladas.
Autoridades ligadas à defesa do meio ambiente lamentaram a falta de apoio do Brasil, dono da maior floresta tropical úmida contínua do mundo.
De fora
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o Brasil ficou de fora porque "não foi consultado" sobre a nova resolução.
"Infelizmente, não fomos consultados [sobre a declaração]. Acredito que seja impossível pensar uma iniciativa em prol das florestas a nível mundial sem incluir o Brasil. Não faz sentido", disse Teixeira à agência de notícias Associated Press (AP) na segunda-feira (22).
Como não havia distinção no texto entre o que poderia ou não ser desmatado, o país resolveu não assinar o documento.Na prática, porém, o compromisso vai de encontro às regras do governo brasileiro sobre o manejo sustentável das florestas e a derrubada de áreas para agricultura, o chamado 'desmatamento legal'.
"Desmatamento legal é diferente de desmatamento ilegal. Nossa política nacional é interromper o ilegal", afirmou a ministra.
Caso as metas propostas no documento sejam alcançadas, a redução de dióxido de carbono lançado na atmosfera seria equivalente ao volume atualmente expelido por todos os carros do planeta, informou a ONU.
O grupo que assinou o documento também prevê recuperar mais de 2,5 milhões de km² de floresta no mundo até 2030.
A Noruega, por sua vez, prometeu gastar US$ 350 milhões (R$ 840 milhões) para proteger as florestas do Peru e outros US$ 100 milhões (R$ 240 milhões) na Libéria.
Em entrevista à AP, Charles McNeill, assessor de política ambiental para o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, afirmou que não houve "intenção de excluir o Brasil".
"Não houve intenção de excluir o Brasil. Eles são o mais importante país naquela área. Um esforço que envolva o Brasil é muito mais poderoso e impactante".
Segundo McNeill, "houve tentativas de falar com integrantes do governo brasileiro, mas não obtivemos uma resposta".
Segundo dados oficiais, o desmatamento caiu 79% no Brasil desde 2004. No ano passado, contudo, o desmatamento na Amazônia Legal subiu 28% após quatro anos em queda.
Apesar do aumento, o índice foi o segundo menor desde que o país começou a acompanhar a derrubada de árvores na região, em 1988.
Dilma
Em discurso na plenária da ONU, Dilma exaltou a agenda sustentável do seu governo e descreveu os indicadores de desmatamento brasileiros como "excepcionais".
Ela afirmou ainda que sua adversária na corrida presidencial pelo PSB, Marina Silva, mente ao afirmar que a atual política ambiental brasileira representa um retrocesso.
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Por maioria de votos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve indeferida nesta terça-feira a candidatura do deputado Paulo Maluf (PP), barrada com base na Lei da Ficha Limpa, norma que impede a candidatura de políticos condenados pela segunda instância da Justiça.
Ainda cabe recurso ao tribunal e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo com a decisão, o candidato pode continuar a campanha nas ruas, no rádio e na televisão.
No início deste mês, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) também indeferiu a candidatura de Maluf. Em novembro de 2013, a 10ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) manteve condenação de Maluf por ato de improbidade administrativa.
O tribunal considerou que houve irregularidades nos contratos para construção do Complexo Viário Ayrton Senna quando o deputado era prefeito da cidade.
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A Cúpula do Clima terminou com o compromisso assumido por 150 países e organizações, entre os quais 28 Estados-Membros, 35 empresas, 16 grupos indígenas e 45 grupos da sociedade civil, de reduzir o desmatamento pela metade, até 2020, e zerá-lo totalmente até 2030. O Brasil, contudo, não assinou a Declaração de Nova York durante a reunião. A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty.
Segundo o órgão, o governo brasileiro não foi convidado a participar do processo de preparação do documento, por isso não pôde se comprometer com as metas estabelecidas. O Itamaraty explicou que a carta não é um documento oficial da Organização das Nações Unidas (ONU) e que, portanto, só deve ser seguido pelos signatários.
Além do objetivo de acabar com o desmatamento, o documento estabeleceu outras metas, como a redução das emissões de gás carbônico de 400 milhões a 450 milhões de toneladas por ano, nos próximos seis anos, ou 2 bilhões de toneladas no total, também até 2020.
Já a assessoria do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic Rio) acrescentou que a carta permanece aberta para outros países e entidades assinarem. Destacou ainda que as negociações acerca dos compromissos que os países devem assumir para combater o aquecimento global seguem até o ano que vem, quando será realizada a 21ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-21), em Paris.
A Cúpula do Clima ocorreu nesta terça-feira (23), na sede das Nações Unidas, em Nova York. Participaram chefes de Estado, de Governo e representantes de 125 países. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, convocou o encontro para engajar os países a se comprometerem com o tema, dada a necessidade de um consenso quanto ao acordo político sobre o clima.
Segundo a ONU, a reunião de hoje foi o maior encontro já organizado para discutir as mudanças climáticas.
Pela manhã, a presidenta Dilma Rousseff defendeu, durante discurso na Cúpula do Clima, que o combate às mudanças climáticas não é danoso para a economia. "A redução das emissões e as ações de adaptação devem ser reconhecidas como fonte de riqueza, de modo a atrair investimentos e lastrear novas ações de desenvolvimento sustentável", afirmou a presidenta, que defendeu que os países desenvolvidos devem ter maiores responsabilidades no combate ao aquecimento global.
A Agência Brasil procurou o Ministério do Meio Ambiente, mas o órgão não divulgou posição sobre os desdobramentos dos debates ocorridos na cúpula.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Refis da crise, abaixo do esperado, engorda a arrecadação
O ingresso de R$ 7,13 bilhões do programa de refinanciamento de dívidas tributárias (Refis) turbinou a arrecadação federal, que chegou a R$ 94,378 bilhões no mês passado. O valor é recorde para o mês de agosto, mas, sem a receita extra, teria havido uma queda real de 2,43%.
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Tudo dentro do roteiro
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Sócias aceleram vendas para investir em Libra
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COAÇÃO PÓS-MARINA JÁ COMEÇOU
Toda a expressiva queda dos contratos futuros de juros motivada no início do mês pelo crescimento explosivo da candidatura Marina Silva já foi devolvida. Um dos contratos de maior liquidez, por ser dos preferidos dos investidores estrangeiros, com vencimento em janeiro de 2017, tinha taxa de 11,66% na sexta-feira anterior à morte de Eduardo Campos.
Toda a expressiva queda dos contratos futuros de juros motivada no início do mês pelo crescimento explosivo da candidatura Marina Silva já foi devolvida. Um dos contratos de maior liquidez, por ser dos preferidos dos investidores estrangeiros, com vencimento em janeiro de 2017, tinha taxa de 11,66% na sexta-feira anterior à morte de Eduardo Campos.
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É TEMPO DE VACAS MAGRAS
Nestes dias de campanha eleitoral, está ficando cada vez mais agudo o descolamento entre a percepção do governo Dilma Rousseff e a dos agentes do mercado financeiro. Agora mesmo, com a divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quarto bimestre, pelo Ministério do Planejamento, teve-se um bom exemplo do confronto.
Nestes dias de campanha eleitoral, está ficando cada vez mais agudo o descolamento entre a percepção do governo Dilma Rousseff e a dos agentes do mercado financeiro. Agora mesmo, com a divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quarto bimestre, pelo Ministério do Planejamento, teve-se um bom exemplo do confronto.
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