segunda-feira, 20 de outubro de 2014

CURTINHAS DO DIA



Eleito deverá negociar com 262 deputados para ter maioria

Câmara tem 18 partidos que podem se alinhar a Dilma ou Aécio

Base fiel vai ser de 99 parlamentares ligados ao PT ou de 147, aos tucanos

Para conseguir aprovar qualquer projeto de lei na próxima legislatura, Dilma Rousseff (PT) ou Aécio Neves (PSDB) terá que negociar com um bloco de 18 partidos que, juntos, somam 262 deputados federais, mais da metade da Câmara, informa Simone Iglesias. São legendas como PMDB, PSD, PP, PR ou PTB. Elas compõem o chamado “centrão parlamentar” e, mesmo coligadas com alguma das duas candidaturas, não são umbilicalmente ligadas nem ao PT nem ao PSDB.



Aécio cobra de Dilma punição a tesoureiro do PT

Após a presidente ter admitido desvios na Petrobras, o candidato do PSDB, Aécio Neves, diz que Dilma deveria ter punido José Vaccari, citado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.


Oposição quer convocar Gleisi para depor na CPI


Parlamentares da oposição pedirão que a CPI da Petrobras convoque a senadora Gleisi Hoffmann (PT), ex-ministra de Dilma, acusada de ter recebido R$ 1 milhão de Paulo Roberto Costa.


Presidente: ‘Quando um não quer, dois não brigam’

Referindo-se às críticas de que a campanha eleitoral abandonou as propostas e partiu para ataques entre ela e Aécio Neves, a presidente disse que, “quando um não quer, dois não brigam”.

Internet mais limitada no celular

Operadoras de telefonia móvel preparam mudanças na cobrança de internet pelo celular. Após consumir toda a franquia de dados, usuário não ter á mais a opção de continuar navegando com “velocidade reduzida” e terá que contratar pacote adicional.

Estado refaz plano para dragar lagoas

Sedimentos que serão retirados das lagoas da Barra poderão ser jogados próximo à Pedra da Panela, na Gardênia Azul, e não mais numa ilha artificial na Lagoa da Tijuca.

América Latina retrocede, diz SIP


A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) alertou para o retrocesso na liberdade de expressão no continente. Relatório mostra 292 violações na Venezuela este ano.


"Desconstrução pode ser remédio ou veneno"

O alerta é do cientista político Fernando Abrucio, para quem os ataques mútuos entre os presidenciáveis tanto podem render quanto tirar votos. O que é extremamente delicado numa disputa que será decidida “pela distância de um nariz”. Em outra metáfora esportiva, o professor da FGV-SP diz que os candidatos devem ser muito cuidadosos “até a última curva, dirigindo na ponta dos dedos”, pois quem decidirá será o eleitor que não rejeita nem aprova totalmente o PT ou o PSDB. 

Eike fatia espólio para reduzir dívida

Com a troca de R$ 13 bilhões em dívidas por ações da petroleira OGX, o empresário se livra da maior parcela de débitos com credores internacionais, que passam a controlar a companhia.


Desigualdade assusta a Europa e os EUA


Pesquisa do instituto americano Pew Research, feita em 44 países, apontou o tema como o que representa maior perigo para americanos e europeus. Na América Latina, o principal temor diz respeito às armas nucleares.


BISPOS: DESTA VEZ COM AÉCIO

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, conseguiu atrair o apoio da maioria das igrejas evangélicas e de entidades como a Convenção Geral das Assembleias de Deus e a Confederação Nacional dos Conselhos de Pastores do Brasil (Concepab).


Maioria sofre falta d’água em SP e já planeja estocar

Pesquisa Datafolha mostra que cortes atingiram 60% dos paulistanos

Em pesquisa Datafolha feita na última sexta (17), 60% dos paulistanos dizem ter ficado sem água em algum momento nos últimos 30 dias. Com medo do desabastecimento, 66% afirmam que planejam estocar água. A interrupção durou mais de seis horas na última vez, segundo três em cada quatro atingidos. Entre os que moram em casa, 67% tiveram o problema no período. Entre os que vivem em apartamentos, o índice é de 26%. O corte afeta 65% da população mais pobre e 32% entre os que têm renda acima de dez salários. A maioria entre os mais pobres, 82%, diz estar reutilizando água. Entre os mais ricos, 76% não lavam mais o carro. Para 75%, o governo poderia ter evitado a crise. Ainda assim, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) teria 50% dos votos na cidade se a eleição fosse hoje. Ontem a máxima foi de 35,8°C. O calor deve acabar hoje.


Motoristas do TJ chegam a receber R$ 27 mil por mês

Um grupo de motoristas do Tribunal de Justiça de São Paulo recebeu remuneração que chega a R$ 27 mil por mês, mostram dados obtidos pela Folha. As somas são alcançadas devido a horas extras, diárias e verbas incorporadas por ter exercido cargo de confiança. A relação dos pagamentos, que vai de setembro de 2013 a fevereiro de 2014, mostra que 43 motoristas receberam mais de R$ 10 mil mensais brutos, em média, incluindo verbas eventuais. Para comparação, um juiz em início de carreira recebe R$ 21. 657 ao mês

TSE barra 14 propagandas de candidatos em quatro dias

O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu 14 propagandas dos candidatos à Presidência nos últimos quatro dias. A corte proibiu uso de material jornalístico ou depoimentos de pessoas alheias à política para acusar adversários. Desde o início do segundo turno, Dilma (PT) teve 14 pedidos concedidos e seis negados e Aécio (PSDB), seis favoráveis e três contrários. 


  • A presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, faz carreata com o candidato ao governo do Rio pelo PRB, Marcelo Crivella, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A presidente posou, discursou e até abraçou, mas não pediu votos para o candidato. Os candidatos derrotados no primeiro turno, Anthony Garotinho (PR) e Lindinberg Farias (PT), também participaram da carreata
A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), posou, discursou, abraçou, colou até um adesivo (que depois tirou), mas não pediu voto para o candidato ao governo Marcelo Crivella (PRB) durante a carreata na qual a candidata participou em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (20). Pouco mais de uma hora depois, a candidata fez campanha, também sem pedir votos, para seu outro aliado no Estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Ao lado de Crivella e dos candidatos derrotados no primeiro turno Anthony Garotinho (PR) e Lindberg Farias (PT), Dilma pediu votos para si mesma, mas não citou o a candidatura de Crivella, que disputa o governo do Rio de Janeiro com Pezão.

A "neutralidade" adotada por Dilma em Nova Iguaçu seguiu a postura que a candidata vem adotando no Rio de Janeiro desde o início da campanha para o governo do Estado. O Rio teve pelo menos quatro candidatos disputando o governo por partidos da base aliada. No segundo turno entre Crivella e Pezão, Dilma continuou neutra e não se manifestou a favor de nenhum dos candidatos.
Em Nova Iguaçu, Dilma voltou criticar candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência e disse que os tucanos se 'ajoelharam' diante do FMI. "Eu quero dizer que a eleição no dia 26 vai colocar, de um lado, aqueles que defendem os empregos e os salários e do outro aqueles que desempregaram o Brasil, que reduziram os salários e que se ajoelharam diante do FMI. Aqueles que quebraram o Brasil três vezes", disse.
Dilma participou de uma carreata ao lado de Crivella, que foi seu ministro da Pesca. Sem citar o nome do aliado, Dilma falou sobre realizações e projetos de seu governo e encerrou o discurso pedindo votos. "Por isso eu peço humildemente: no dia 26, votem em nós", disse a candidata.

Pezão

Menos de uma hora depois de subir em um carro ao lado de Crivella, Dilma se encontrou com Luiz Fernando Pezão, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, e repetiu os gestos. Diferentemente do que fez com Crivella, no entanto, Dilma não colou adesivo da campanha de Pezão em sua roupa e nem discursou.
Durante quase 40 minutos de carreata, Dilma, Pezão e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), percorreram as ruas da região, mas Dilma não se pronunciou. Coube a Paes fazer um pequeno discurso pedindo votos para Dilma e Pezão.
Dilma terminou a carreata e retornou a São Paulo, onde ela cumprirá agenda em Itaquera e Perdizes.
Ao final da carreata, o ex-secretário de Meio Ambiente de Pezão e deputado estadual eleito, Carlos Minc (PT), admitiu que a divisão do PT em relação às candidaturas de Crivella e Pezão tem o objetivo de ampliar a base de votos em Dilma.
"O partido, em âmbito estadual, votou pela neutralidade. Isso já deu uma certa acalmada (junto aos integrantes do partido). A preocupação maior do PT é eleger a Dilma. O fato de não termos criado nenhum stress nas duas candidaturas é uma coisa boa", afirmou Minc. 

A Justiça Eleitoral determinou a retirada de tempo de TV do candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) e da candidata à reeleição, presidente Dilma Rousseff (PT), nesta segunda-feira (20). Segundo o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Admar Gonzaga, os dois candidatos feriram nova jurisprudência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que proibe materiais ofensivos na propaganda política.
Aécio perdeu 2 minutos e 30 segundos do horário eleitoral gratuito. O tempo perdido é referente ao tempo de cinco inserções na TV, exibidas no dia 18, que sugerem que Dilma saberia de ireegularidades na Petrobras, mas que não teria investigado.
Segundo o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Admar Gonzaga, que decidiu pela suspensão em caráter liminar,  "a propaganda impugnada ainda não se ajustou à nova linha estabelecida por este Tribunal, circunstância que conduz à concessão da liminar".

Dilma perde 36 segundos no rádio

O TSE determinou a perda de 36 segundos nos programas da manhã e da tarde no rádio da campanha da presidente Dilma. O tempo corresponde à vinculação da paródia com a música "Oh, Minas Gerais" nesta segunda-feira.
Gonzaga decidiu por retirar o tempo de propaganda por que ela fere a determinação do TSE de apenas permitir publicidades de cunho propositivo. "Ainda que a propaganda não utilize expressões grosseiras, foi elaborada num tom jocoso, com o claro propósito de enfuscar a imagem do primeiro Representante. Destoa ela, portanto, da novel orientação desta eg. Corte", escreveu o ministro em sua decisão.

MOSCOU, 21 Out 2014 (AFP) - O presidente da Total, Christophe de Margerie, 63, morreu em um acidente aéreo no aeroporto Vnoukovo de Moscou, confirmou neste terça-feira o grupo francês de petróleo.

"O grupo Total confirma com grande emoção e profunda tristeza que seu presidente-diretor-geral Christophe de Margerie morreu esta noite, por volta das 22H00 (Paris), em um acidente de avião no aeroporto de Vnoukovo, em razão de uma colisão com um veículo de limpeza de neve".

"Cinco pessoas morreram neste acidente, sendo três membros da tripulação, o piloto e Christophe de Margerie", assinala o comunicado da Total.

"O primeiro pensamento da direção e dos funcionários do grupo Total está voltado para a esposa, os filhos e os amigos de Christophe de Margerie, assim como para as famílias das outras quatro vítimas".

A agência russa de notícias TASS, que cita fontes da aviação civil, revelou que "os três membros da tripulação também eram franceses".

A TASS acrescentou que "o avião bateu em um veículo de limpeza de neve".

O jato executivo Falcon-50 se acidentou no Aeroporto de Vnoukovo às 23H58 (17H58 Brasília) de segunda-feira, ao que parece durante a decolagem, segundo o ministério de Situações de Emergência.

Vnoukovo é um dos três aeroportos internacionais de Moscou, situado a sudoeste da capital russa, e dispõe de um terminal para voos executivos.

Christophe de Margerie se tornou presidente da Total em 2010, coroando uma longa trajetória no grupo petroleiro que o levou ao comitê diretivo em 1992, antes de se converter em diretor-geral da Total para o Oriente Médio, três anos mais tarde.

Em 1999, após a fusão da Total com o grupo belga Petrofina, Margerie chegou à diretoria de Exploração e Produção, a mais importante da empresa.

Neste momento, Margerie entrou para o comitê executivo do grupo, cuja direção geral assumiu em 14 de fevereiro de 2007, no lugar de Thierry Desmarest, até chegar à presidência, em maio de 2010. Em 2012 foi reeleito até 2015.

Sob a presidência de Margerie, Total acelerou nos últimos anos os investimentos em exploração, para cumprir objetivos ambiciosos de crescimento da produção petroleira.

Na França, o grupo realizou uma forte reestruturação de atividades, com o fechamento da refinaria de Dunkerque, em 2010, e a reorganização da petroquímica de Carling, em Moselle, anunciada no ano passado.




Nenhum comentário:

Postar um comentário