
PSDB pede auditoria de todo o processo eleitoral.
Foi com muita ansiedade que a nação brasileira aguardou o anúncio do resultado da eleição presidencial, em segundo turno, no último dia 26 de outubro. Enquanto aguardava, em todos os cantos deste país começaram a ser apresentadas denúncias sobre fatos ocorridos durante a votação, principalmente com relação à própria totalização dos votos.
Temos absoluta confiança de que o Tribunal Superior Eleitoral – TSE cumpriu seu papel, garantindo a segurança do processo eleitoral. Todavia, com a introdução do voto eletrônico, as formas de fiscalização, auditagem dos sistemas de captação dos votos e de totalização têm se mostrado ineficientes para tranquilizar os eleitores quanto a não intervenção de terceiros nos sistemas informatizados.
Diante deste quadro de desconfiança por parte considerável da população brasileira, o Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB decidiu apresentar ao TSE, no dia de hoje (30/10), um pedido de auditoria especial, por meio de uma comissão formada por pessoas indicadas pelos partidos políticos, objetivando a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral, iniciando-se com a captação do sufrágio, até a final conclusão da totalização dos votos.
Este pedido objetiva, acima de tudo, manter a confiança dos cidadãos brasileiros em suas Instituições e na nossa democracia, pois é este o elemento indispensável para que a legitimidade dos poderes constituídos seja preservada.
Reiteramos nossa confiança na Justiça Eleitoral. Portanto, o que pretendemos com essa medida judicial é garantir que todo e qualquer cidadão também possa ter a certeza de que nossos representantes políticos são, de fato, aqueles que foram escolhidos pelo titular da soberania nacional: o povo brasileiro.
CUNHA: FORÇA DENTRO DO PMDB
Apesar da vitória nas urnas, com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), o vice Michel Temer não terá vida fácil dentro do PMDB. O principal trunfo dele é o poder dentro do governo, que permite ao seu grupo articular nomeações para ministérios e estatais. O rival mais evidente, por enquanto, é o líder do PMDB na Câmara, o deputado reeleito Eduardo Cunha (RJ), que sonha em presidira Casa em 2015.
Apesar da vitória nas urnas, com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), o vice Michel Temer não terá vida fácil dentro do PMDB. O principal trunfo dele é o poder dentro do governo, que permite ao seu grupo articular nomeações para ministérios e estatais. O rival mais evidente, por enquanto, é o líder do PMDB na Câmara, o deputado reeleito Eduardo Cunha (RJ), que sonha em presidira Casa em 2015.
BC sobe juros para 11,25 % na 1 ª reunião após a eleição
Banco Central cita alta do dólar e piora nas contas públicas para elevar Selic
Na primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma (PT), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central surpreendeu e aumentou nesta quarta (29) a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto, para 11,25% ao ano. A taxa não ficava tão alta desde novembro de 2011. Durante a sua campanha, Dilma buscou associar seu adversário Aécio Neves (PSDB) a uma política econômica baseada em juros elevados para combater a inflação. Analistas esperavam manutenção da taxa no penúltimo encontro do ano. A alta do dólar e a piora nas contas públicas foram os motivos que levaram cinco dos oito diretores, incluindo o presidente Alexandre Tombini, a votarem pelo aumento da taxa. Em comunicado divulgado, o Copom informou que “a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável”.
Na primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma (PT), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central surpreendeu e aumentou nesta quarta (29) a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto, para 11,25% ao ano. A taxa não ficava tão alta desde novembro de 2011. Durante a sua campanha, Dilma buscou associar seu adversário Aécio Neves (PSDB) a uma política econômica baseada em juros elevados para combater a inflação. Analistas esperavam manutenção da taxa no penúltimo encontro do ano. A alta do dólar e a piora nas contas públicas foram os motivos que levaram cinco dos oito diretores, incluindo o presidente Alexandre Tombini, a votarem pelo aumento da taxa. Em comunicado divulgado, o Copom informou que “a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável”.
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Na primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma (PT), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central surpreendeu e aumentou nesta quarta (29) a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto, para 11,25% ao ano. A taxa não ficava tão alta desde novembro de 2011. Durante a sua campanha, Dilma buscou associar seu adversário Aécio Neves (PSDB) a uma política econômica baseada em juros elevados para combater a inflação. Analistas esperavam manutenção da taxa no penúltimo encontro do ano. A alta do dólar e a piora nas contas públicas foram os motivos que levaram cinco dos oito diretores, incluindo o presidente Alexandre Tombini, a votarem pelo aumento da taxa. Em comunicado divulgado, o Copom informou que “a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável”.
Na primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma (PT), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central surpreendeu e aumentou nesta quarta (29) a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto, para 11,25% ao ano. A taxa não ficava tão alta desde novembro de 2011. Durante a sua campanha, Dilma buscou associar seu adversário Aécio Neves (PSDB) a uma política econômica baseada em juros elevados para combater a inflação. Analistas esperavam manutenção da taxa no penúltimo encontro do ano. A alta do dólar e a piora nas contas públicas foram os motivos que levaram cinco dos oito diretores, incluindo o presidente Alexandre Tombini, a votarem pelo aumento da taxa. Em comunicado divulgado, o Copom informou que “a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável”.
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