Em nota publicada no seu facebook, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado à Presidência da República, acusou nesta terça-feira a candidatura da presidente Dilma Rousseff (PT) de usar a máquina pública a favor da petista durante a campanha eleitoral. Aécio disse que foi alvo de uma campanha desigual.
"Agradeço, mais uma vez, aos 51.041.155 brasileiros que votaram a favor da mudança. Dediquei todas as forças do meu coração à oportunidade de construirmos um novo Brasil. Juntos, enfrentamos uma campanha desigual. Uma campanha de mentiras e infâmias. Uma campanha em que a máquina pública foi colocada a serviço de um partido, afrontando todos os brasileiros" - disse Aécio Neves em sua nota.
O tucano afirmou ainda ter imenso orgulho de cada um de seus eleitores e que o Brasil despertou.
"Ocupamos as ruas com alegria e esperança. Descobrimos que somos muitos. Que somos milhões. Assumo com cada um de vocês o compromisso de permanecer firme no exercício da oposição e na defesa de um país honesto, digno e justo"
No final, Aécio Neves citou frases de Tancredo Neves - "Não vamos nos dispersar" - e de Eduardo Campos - "Não vamos desistir do Brasil".
Câmara derrota Dilma e veta conselhos populares
Pressionada, presidente recua sobre plebiscito para reforma política
PMDB se uniu à oposição e comandou com mão de ferro a reação que derrubou o decreto presidencial que tiraria poder do Congresso; apenas PT , PSOL e PCdoB votaram com o Palácio do Planalto
Em seu primeiro dia de trabalho após as eleições, a Câmara dos Deputados impôs ontem derrota à presidente Dilma e derrubou o decreto dela de criação de conselhos populares. O PMDB se uniu à oposição em votação comandada pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que perdeu a eleição no Rio Grande do Norte. Só votaram com o governo o PT, o PSOL e o PCdoB. A derrubada do decreto da presidente ter á de ser votada no Senado. A votação aconteceu em meio à forte reação do Congresso, especialmente do PMDB, à proposta de Dilma de fazer um plebiscito sobre a re forma política. Pressionada, a presidente ontem recuou e admitiu que, em vez de plebiscito, poderá ser feito um referendo, como querem os presidentes do Senado e da Câmara, no qual a população só seria consultada depois de o Congresso aprovar a reforma.
PMDB se uniu à oposição e comandou com mão de ferro a reação que derrubou o decreto presidencial que tiraria poder do Congresso; apenas PT , PSOL e PCdoB votaram com o Palácio do Planalto
Em seu primeiro dia de trabalho após as eleições, a Câmara dos Deputados impôs ontem derrota à presidente Dilma e derrubou o decreto dela de criação de conselhos populares. O PMDB se uniu à oposição em votação comandada pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que perdeu a eleição no Rio Grande do Norte. Só votaram com o governo o PT, o PSOL e o PCdoB. A derrubada do decreto da presidente ter á de ser votada no Senado. A votação aconteceu em meio à forte reação do Congresso, especialmente do PMDB, à proposta de Dilma de fazer um plebiscito sobre a re forma política. Pressionada, a presidente ontem recuou e admitiu que, em vez de plebiscito, poderá ser feito um referendo, como querem os presidentes do Senado e da Câmara, no qual a população só seria consultada depois de o Congresso aprovar a reforma.
‘Não fugi, salvei minha vida ’, diz Pizzolato
Itália nega extradição e liberta ex-diretor do BB condenado pelo mensalão; Dirceu vai cumprir pena em casa
A Justiça italiana negou o pedido do Brasil de extradição do ex-diretor de Marketing do BB Henrique Pizzolato, que fugiu para lá após ser condenado a12 anos de prisão pelo mensalão. O Brasil vai recorrer. Pizzolato, que foi solto na Itália após a negativa de extradição por causa das péssimas condições das prisões brasileiras, disse: “Não fugi, salvei minha vida.” Também ontem, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu ao ex-ministro José Dirceu o direito de cumprir o restante da pena do mensalão em casa. Outros cinco mensaleiros já estão for a da cadeia.
A Justiça italiana negou o pedido do Brasil de extradição do ex-diretor de Marketing do BB Henrique Pizzolato, que fugiu para lá após ser condenado a12 anos de prisão pelo mensalão. O Brasil vai recorrer. Pizzolato, que foi solto na Itália após a negativa de extradição por causa das péssimas condições das prisões brasileiras, disse: “Não fugi, salvei minha vida.” Também ontem, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu ao ex-ministro José Dirceu o direito de cumprir o restante da pena do mensalão em casa. Outros cinco mensaleiros já estão for a da cadeia.
Bolsa sobe 3,6% e recupera perdas
A expectativa de que a presidente Dilma escolha um nome mais alinhado com o mercado para a Fazenda animou a Bolsa, que recuperou as perdas da véspera e subiu 3,62% ontem. Hoje os mais cotados para o cargo são o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o presidente da Vale, Murilo Ferreira, além do economista Nelson Barbosa e de Aloizio Mercadante.
PF adiou investigação
Apesar de aberto em fevereiro de 2011, inquérito para apurar superfaturamento nas obras da Abreu e Lima ficou parado por três anos porque a PF alegou que o caso não era de sua competência.
Disputa pelo comando da Alerj
Eleito, Jorge Picciani chega à Alerj disposto a brigar pelo comando do Legislativo no Rio. Ex-presidente da Casa e nome forte do PMDB, ele entra na disputa com Paulo Melo, que hoje ocupa o cargo.
Gênero - País cai nove posições em ranking
A reduzida presença de mulheres no Congresso e a diferença salarial dão ao país o 71º lugar entre 142 nações em igualdade de gênero.
Oposição pode apoiar PMDB
A prioridade da oposição na primeira batalha de 2015, a eleição para a presidência da Câmara, é derrotar o governo Dilma. Seus líderes se re uniram ontem e concordaram que isso é mais importante do que lançar um candidato para marcar posição. Os tucanos apostam na disputa entre o PT e o PMDB, e na voracidade petista. O candidato pode ser da base aliada do governo, desde que ele se comprometa a não ser subalterno ao Planalto.
A prioridade da oposição na primeira batalha de 2015, a eleição para a presidência da Câmara, é derrotar o governo Dilma. Seus líderes se re uniram ontem e concordaram que isso é mais importante do que lançar um candidato para marcar posição. Os tucanos apostam na disputa entre o PT e o PMDB, e na voracidade petista. O candidato pode ser da base aliada do governo, desde que ele se comprometa a não ser subalterno ao Planalto.
Seca no Paraíba do Sul põe Rio sob risco de racionamento
Os reservatórios da bacia que abastece a região metropolitana do Rio de Janeiro atingiram o seu pior nível histórico. O comitê gestor afirma que as autoridades já deveriam ter adotado alguma medida de contenção de consumo, que será inevitável caso não volte a chover. A decisão só será tomada no fim de novembro. Na Cantareira, em São Paulo, o nível dos reservatórios permanece em queda, mesmo com bônus pela economia de água.
Ala do PMDB quer romper acordo para presidir Câmara
O peemedebista Eduardo Cunha pleitea a manutenção de seu partido no cargo, enquanto petistas reivindicam respeito a documento assinado em 2010 e que prega a alternância entre as duas legendas no comando da Casa.
Petrobras avalia adiar obras das Refinarias I e II
Segundo fonte próxima da estatal, desaceleração da demanda por combustíveis deve motivar retirada dos projetos no Maranhão e Ceará.
SAI MANTEGA E ENTRA...
Quem esteve com Guido Mantega nos últimos dias ficou espantado com a disposição do ministro da Fazenda. Nem de longe ele passa a impressão de que está deixando o cargo. Ao contrário, defende a política econômica do governo Dilma Rousseff com unhas e dentes e afirma que tudo está correndo às mil maravilhas.
Quem esteve com Guido Mantega nos últimos dias ficou espantado com a disposição do ministro da Fazenda. Nem de longe ele passa a impressão de que está deixando o cargo. Ao contrário, defende a política econômica do governo Dilma Rousseff com unhas e dentes e afirma que tudo está correndo às mil maravilhas.
Planalto admite que BC poderá aumentar juros ainda neste ano
Na primeira reunião após a reeleição de Dilma, o Comitê de Política Monetária do Banco Central deve manter nesta quarta (29) os juros em 11% ao ano, mas assessores presidenciais não descartam alta em dezembro, no último encontro do ano. Para o Planalto, o dólar alto e as contas públicas no vermelho podem pressionar a inflação e demandar a antecipação do aperto monetário para este ano.
Lula quer mais voz no governo e decide disputar eleição de 2018
O ex-presidente Lula (2003-10) disse recentemente a interlocutores que será candidato ao Planalto em 2018, quando terá 73 anos. Foi a primeira vez que o petista expôs a intenção de voltar ao cargo, relatam Natuza Nery e Andréia Sadi. No segundo mandato de Dilma, Lula espera influir mais no governo, para pavimentar sua candidatura, que já é tratada como oficial internamente no PT.
Se não mudar, Dilma terá, de novo, de culpar a realidade
Sem mudar para recuperar a estabilidade macroeconômica e elevar a produtividade, estaremos condenados à mediocridade da primeira gestão Dilma. E a realidade levará a culpa.
Sem mudar para recuperar a estabilidade macroeconômica e elevar a produtividade, estaremos condenados à mediocridade da primeira gestão Dilma. E a realidade levará a culpa.
Na diplomacia, o Brasil de 2014 é pior que o Brasil de 2010
A posição relativa do Brasil no mundo em 2014 é pior do que a de 2010. Pela primeira vez em 20 anos, um governo recém-eleito não pegará o país em trajetória internacional ascendente.
A posição relativa do Brasil no mundo em 2014 é pior do que a de 2010. Pela primeira vez em 20 anos, um governo recém-eleito não pegará o país em trajetória internacional ascendente.
Um vídeo divulgado nas redes sociais nesta 4ª feira (29.out.2014) mostra o senador José Sarney (PMDB-AP) supostamente votando em Aécio Neves (PSDB) para presidente da República nas eleições de domingo (26.out.2014).
O vídeo reúne trechos de reportagem transmitida pela TV Amapá sobre a ida de Sarney ao colégio eleitoral para votar no segundo turno. Sarney é uma referência histórica do PMDB, que integra a base de apoio de Dilma Rousseff (PT).
A câmera, posicionada atrás do biombo protetor da urna, registra o momento em que Sarney supostamente digita “45” na urna –número do PSDB e de Aécio– e vai embora em seguida. Na ordem de votação, o cargo de presidente é o último a ser digitado. Assista abaixo:
Parcelamento de dívidas
Para o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), a emenda é um “elogio ao malfeito”. O senador José Pimentel (PT-CE), líder do governo, garantiu que o Executivo já deixou claro que esse artigo será vetado. O senador Wellington Dias (PT-PI) disse que não é razoável dar um benefício para quem cometeu crime com o dinheiro público. No entanto, declarou confiar no compromisso de veto. Na mesma linha, o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) disse não concordar com o parcelamento, mas que votaria confiado na informação do veto e para não comprometer a MP. "Ou nós votamos ou nós vamos perder o prazo da MP e prejudicar vários setores da economia", apontou Moka.
O senador Jucá lembrou que qualquer alteração no texto faria a MP voltar à Câmara dos Deputados, com o risco de a matéria perder a validade. Ele reafirmou o compromisso do governo em vetar a emenda. Levado à apreciação do Plenário, o item foi mantido e a matéria agora segue para a sanção da Presidência da República.
A arrecadação de impostos e contribuições federais totalizou R$ 90,7 bilhões em setembro, recorde para o mês, informou hoje (29) a Receita Federal. Corrigida pela inflação, houve um acréscimo de 0,92% em relação a setembro de 2013. Um dos motivos para o resultado recorde foi a introdução do Refis da Crise.
Refis da Crise é o nome dado ao parcelamento de débitos tributários, instituído pela Lei 11.941 de 2009, cujo prazo de adesão foi reaberto até 31 de dezembro de 2013. Posteriormente, o prazo de adesão foi ampliado para 25 de agosto de 2014 (data fixada pela MP 651/2014), compreendendo os débitos vencidos até 31 de dezembro de 2013.
No mês passado, em entrevista, Teixeira Nunes disse que a arrecadação deveria encerrar o ano com alta de 1% acima da inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
De acordo com Renan, os senadores também vão aprovar o projeto de decreto legislativo aprovado pelos deputados. “Essa coisa do decreto, eu não enxergo como derrota. Já havia um quadro de insatisfação com a aprovação dessa matéria. Ela ser derrubada na Câmara não surpreendeu. Da mesma forma que não surpreenderá se ela for, e será, derrubada no Senado Federal”.
Ele lembrou que há muito tempo a proposta de criação de conselhos populares enfrentava resistência, mas negou que a tendência de rejeitá-la tenha relação com o resultado das eleições. O decreto presidencial prevê a criação de conselhos com a participação de membros de entidades da sociedade civil organizada, como sindicatos, por exemplo, para auxiliar o governo na tomada de decisões, em contato direto com ministérios para a formulação de políticas públicas.
Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu mais uma vez o julgamento sobre a possibilidade de o aposentado pedir a revisão do benefício por ter voltado a trabalhar e a contribuir para a Previdência Social. A decisão sobre a validade da desaposentação foi suspensa por um pedido de vista da ministra Rosa Weber. Não há data para a retomada do julgamento.
Até o momento, o plenário do Supremo está dividido em relação à validade do benefício. O ministro Luís Roberto Barroso, relator das ações principais sobre o assunto, admitiu a desaposentação e estabeleceu critérios para a Previdência Social recalcular o novo benefício. Marco Aurélio não reconhece o termo desaposentação, mas entendeu que o recálculo pode ser feito.
Os ministros Dias Toffoli e Teori Zavascki votaram pela impossibilidade dos aposentados pedirem um novo benefício. Segundo o ministro Teori Zavascki, a lei considera que a contribuição do aposentado tem finalidade diferente em relação aos pagamentos feitos pelo trabalhador comum. “As contribuições do aposentado destinam-se ao custeio do sistema geral de seguridade e não ao pagamento ou melhoria do benefício”, disse.
Durante o julgamento, o ministro Luís Roberto Barroso reafirmou que o aposentado que voltou a trabalhar tem direito ao recálculo do benefício. “Proibir a desaposentação significará fazer esse empregado ter contribuído por 15 anos para o sistema sem que ele tenha qualquer benefício em retorno. Esse homem é apenas um objeto do sistema. Está lá só pra contribuir, sem nenhuma perspectiva de retorno”, disse.
Em seu voto, preferido no início do mês, ao reconhecer a desaposentação, o ministro entendeu que o pedido de revisão deverá levar em conta o tempo e o valor de todo o período de contribuição, englobando a fase anterior e posterior da primeira aposentadoria.
Dezenas de armas da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro desapareceram da reserva de armamento do Centro de Manutenção de Materiais, unidade que funciona dentro do Batalhão de Choque, no centro da capital fluminense.
A assessoria da PM informou que, por volta das 6h desta quarta-feira, policiais encontraram a reserva de armamento aberta e após conferirem as armas, constataram a falta de 23 pistolas ponto 40 da corporação, sem carregadores e munição, além de cinco armas pessoais de policias que estavam em serviço.
A área foi isolada e a equipe que estava de serviço permanece presa administrativamente. Todos estão sendo ouvidos. Ainda segundo a assessoria da corporação, a perícia está em andamento e todo o material contado. Equipes do Centro de Criminalística da Polícia Militar e da 1ª Delegacia de Polícia Militar Judiciária estão no local para identificar a autoria e localizar o armamento.
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