Reeleita, Dilma prega união e reforma política
Petista teve 51,64% contra 48,36% de Aécio
Minas ficou com PT , e SP deu vitória ao PSDB
Derrotado, tucano diz que é preciso unir o país
Na eleição mais disputada da História do país, a presidente Dilma Rousseff (PT) conquistou, com 54 milhões de votos, contra 51 milhões do adversário Aécio Neves (PSDB), o direito de comandar o Brasil por mais quatro anos. Seu maior desafio, no quarto mandato consecutivo do PT no poder federal, será unir o país, que se dividiu ao meio nas urnas. Minas, estado dos dois e segundo maior colégio eleitoral, foi decisivo para Dilma: numa divisão percentualmente idêntica à nacional, a petista venceu lá com os mesmos 52% dos votos, contra 48% do tucano. Já Aécio teve enorme vantagem em São Paulo: 64% a 35%. Após a vitória, Dilma falou de paz, diálogo e união: “Nas democracias maduras, união não significa unidade de ideias. Pressupõe abertura e disposição para o diálogo. Estou disposta ao diálogo, e este é meu primeiro compromisso do segundo mandato”. (...) Embora derrotado, Aécio sai fortalecido como principal nome da oposição. Assim como Dilma, a quem telefonou para cumprimentar pela vitória, ele pregou a necessidade de unir o país. “Considero que a maior das prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros”, disse o tucano. Nos estados, PT e PSDB conquistaram cinco governos cada, e o PMDB, sete.
Minas ficou com PT , e SP deu vitória ao PSDB
Derrotado, tucano diz que é preciso unir o país
Na eleição mais disputada da História do país, a presidente Dilma Rousseff (PT) conquistou, com 54 milhões de votos, contra 51 milhões do adversário Aécio Neves (PSDB), o direito de comandar o Brasil por mais quatro anos. Seu maior desafio, no quarto mandato consecutivo do PT no poder federal, será unir o país, que se dividiu ao meio nas urnas. Minas, estado dos dois e segundo maior colégio eleitoral, foi decisivo para Dilma: numa divisão percentualmente idêntica à nacional, a petista venceu lá com os mesmos 52% dos votos, contra 48% do tucano. Já Aécio teve enorme vantagem em São Paulo: 64% a 35%. Após a vitória, Dilma falou de paz, diálogo e união: “Nas democracias maduras, união não significa unidade de ideias. Pressupõe abertura e disposição para o diálogo. Estou disposta ao diálogo, e este é meu primeiro compromisso do segundo mandato”. (...) Embora derrotado, Aécio sai fortalecido como principal nome da oposição. Assim como Dilma, a quem telefonou para cumprimentar pela vitória, ele pregou a necessidade de unir o país. “Considero que a maior das prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros”, disse o tucano. Nos estados, PT e PSDB conquistaram cinco governos cada, e o PMDB, sete.
Com 56%, Pezão terá novo mandato
Governador dedica vitória a Cabral e diz que manterá a política de segurança, levará abastecimento de água a toda a Baixada e recuperará a Santa Casa
O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), reeleito ontem com 56% dos votos no Rio, dedicou sua vitória ao ex-governador Sérgio Cabral e assumiu três compromissos imediatos : manter apolítica de segurança, universalizar o abastecimento de água na Baixada e recuperar a Santa Casa de Misericórdia. Ao comentar sua vitória, Pezão lembrou que muitos governadores não foram reeleitos: “Nós ganhamos porque tivemos governo; se não, teríamos perdido. Enfrentei três candidatos fortes, mais um partido que saiu fortalecido no primeiro turno (o PSOL)”. Ele afirmou que só tratará do novo Secretariado a partir de dezembro, mas adiantou que José Mariano Beltrame só não continuará na Segurança se não quiser. Marcelo Crivella (PRB), derrotado, teve 44% dos votos.
O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), reeleito ontem com 56% dos votos no Rio, dedicou sua vitória ao ex-governador Sérgio Cabral e assumiu três compromissos imediatos : manter apolítica de segurança, universalizar o abastecimento de água na Baixada e recuperar a Santa Casa de Misericórdia. Ao comentar sua vitória, Pezão lembrou que muitos governadores não foram reeleitos: “Nós ganhamos porque tivemos governo; se não, teríamos perdido. Enfrentei três candidatos fortes, mais um partido que saiu fortalecido no primeiro turno (o PSOL)”. Ele afirmou que só tratará do novo Secretariado a partir de dezembro, mas adiantou que José Mariano Beltrame só não continuará na Segurança se não quiser. Marcelo Crivella (PRB), derrotado, teve 44% dos votos.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda de 2,77% nesta segunda-feira (27), aos 50.503 pontos, após ter recuado mais de 6%, em reação à reeleição da presidente Dilma Rousseff.
A Bovespa abriu as suas atividades em queda de 1,44% aos 51.191 pontos. Os recibos de ações da Petrobras chegaram a registrar recuo superior a 15% na pré-abertura do pregão em Wall Street, na manhã desta segunda, a US$ 10,95.
O BC também vendeu a oferta total de até 8 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 3 de novembro.
O Consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora, com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC Ltda. (10%), tendo como gestora do contrato a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Libra foi a primeira área leiloada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sob o regime de partilha de produção.
Coordenadora de Marketing da companhia, Ana Luísa de Castro disse que estão sendo feitas melhorias nas instalações do bondinho, e a previsão é que as obras estejam prontas até o início de 2015. “Estamos fazendo algumas reformas no espaço, como troca de pisos, melhoria nos banheiros e nas dependências dos funcionários, nova sinalização e restaurações no anfiteatro e na entrada do parque”, explicou.
Com uma voz bastante fraca, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, concedeu uma entrevista coletiva na sede do partido, no Centro da capital paulista, nesta segunda-feira (27). Na ocasião, o político falou sobre a vitória do partido na disputa presidencial, com a reeleição de Dilma Rousseff e sobre os próximos passos que o PT deve dar neste novo mandato. "O PT deve continuar mudando", afirmou.
O governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi melhor votado nas zonas eleitorais onde há favelas com UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). O peemedebista venceu em 25 de 27 bairros com presença das forças policiais na capital fluminense. Em 14 delas ele teve mais de 60% dos votos. Entre as melhores votações de Pezão estão o Cosme Velho (78,62% dos votos), onde está a favela Cerro-Corá, e Botafogo (78,57), onde está a Santa Marta, favela que recebeu a primeira UPP, em 2008. As unidades começaram a ser instaladas no governo de Sérgio Cabral (PMDB), de quem Pezão era vice.
Da BBC Brasil em São Paulo
O segundo do turno da eleição para o governo do Rio de Janeiro consagrou Luiz Fernando Pezão como o vencedor da disputa, mas o candidato do PMDB não foi quem recebeu o maior número de votos: a maioria dos eleitores fluminenses não escolheu ninguém como seu próximo governador.
Pezão recebeu 4.343.298 votos, enquanto 4.348.950 eleitores não foram às urnas ou votaram em branco ou nulo no último domingo (5.652 a mais).
A abstenção chegou a 22,35% neste domingo, um número considerado dentro da média nacional.
O que mais chama a atenção é o índice de 17,3% de votos em branco e nulos, o segundo maior índice destas eleições para governador nos dois turnos. Só Alagoas teve uma taxa de brancos e nulos maior, com 20,3%, na eleição resolvida em primeiro turno para governador.
Se forem considerados somente os votos nulos (não os brancos) no Rio de Janeiro, o índice de 13,96% foi o maior do país.
Estes índices sinalizam uma grande insatisfação dos fluminenses com a política atual e são um reflexo da falta de identificação com Pezão e Marcelo Crivella, do PR, que disputava o governo estadual com o candidato do PMDB, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil.

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