BNDES causa perdas de R$ 1,1 bi por ano ao FAT
Operações pagam juros baixos. Banco de fomento afirma que projetos criam emprego e renda no Brasil
O BNDES emprestou, desde 2007, US$ 11,9 bilhões para obras de empreiteiras brasileiras no exterior. Mas estudo do instituto de pesquisas Insper mostra que, como essas operações são financiadas pelo FAT e cobram juros baixos, causaram perdas anuais de US$ 351,7 milhões, ou R$ 1,1 bilhão, em custos financeiros ao fundo do trabalhador, informa Henrique Gomes Batista. Além de apoiar o BNDES, o FAT é o fundo que paga o abono salarial e o seguro desemprego. Suas perdas são cobertas pelo Tesouro. O BNDES alega que o FAT tem função social e que os empréstimos geram emprego no Brasil.
Venezuela veta senadores brasileiros
BRASÍLIA - O Ministério Público encaminhou parecer a todos os ministros do Tribunal de Contas da União em que pede a rejeição da contabilidade da presidente Dilma Rousseff referente a 2014. No documento, o procurador Júlio Marcelo de Oliveira apontou irregularidades pelas quais considera responsável direta a presidente da república. O procurador avaliou que houve infração à Lei de Responsabilidade Fiscal pelo não cumprimento de metas fiscais bimestrais. Oliveira lembrou que o poder Executivo propôs a alteração das metas fiscais ao fim daquele exercício. O parecer define como “fraude” a decisão do governo de ter ignorado o pedido de suplementação orçamentária de R$9,2 bilhões do Ministério do Trabalho para custear despesas com o seguro-desemprego. O pedido foi encaminhado no dia 12 de fevereiro de 2014 e o governo editou um decreto de contingenciamento sem levar em conta a solicitação. Dessa forma, o contingenciamento ficou menor que o necessário, mantendo o dinheiro livre para outras despesas. O relator apontou, ainda, a edição de decretos para a abertura de créditos orçamentários sem autorização do Congresso, o que, segundo ele, desrespeita a Lei Orçamentária Anual, a Lei de Responsabilidade Fiscal e a constituição. O TCU vai decidir nesta quarta-feira se aprova ou não as contas de Dilma de 2014.
Previdência pode sofrer colapso, diz ministro
Meta fiscal deve ser reduzida
RIO - Mais de 400 policiais estão fazendo uma operação com o objetivo de desarticular a maior facção criminosa atuante do rio de janeiro. A ação visa cumprir mandados de prisão e busca e apreensão em comunidades da capital, Niterói e Baixada Fluminense. Vinte e seis mandados de prisão foram cumpridos nas primeiras horas da operação. A investigação começou há cerca de oito meses e identificou os líderes e a função de cada um deles na facção, além de diversos fornecedores de armas e drogas. Em algumas regiões foi verificado que o faturamento mensal da quadrilha ultrapassou mais de R$ 7 milhões.
BRASÍLIA - O jurista e advogado Luiz Edson Fachin toma posse hoje como o novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A cerimônia está marcada para as 16h e mais de 800 pessoas foram convidadas. Já foi confirmada a presença do vice-presidente Michel Temer. A solenidade segue um formato padrão e deve durar menos de 20 minutos. Após abrir a sessão, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, deve chamar o ministro mais antigo, Celso de Mello, e o mais novo, Luís Roberto Barroso, para conduzir Fachin ao plenário da corte. À noite, Fachin receberá convidados para um coquetel em sua homenagem.
Crise da Petrobras arrasta operadoras de sondas estrangeiras
A perspectiva de redução dos investimentos da estatal contribui para a perda de valor de mercado das principais companhias globais de perfuração de poços petrolíferos. As ações da norueguesa Seadrill, por exemplo, acumulam queda de 60% em um ano. Analistas preveem que a capacidade ociosa do setor aumentará até 2017 e recomendam aos investidores distância das empresas mais expostas ao mercado brasileiro
CURITIBA - A Polícia Federal em Curitiba investiga a suspeita de que o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci tenha recebido R$ 2 milhões do esquema de corrupção na Petrobras para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010. A abertura do inquérito foi determinada pelo juiz Sergio Moro, após o Supremo Tribunal Federal encaminhar os autos sobre Palocci à primeira instância da Justiça Federal. As investigações sobre o ex-ministro começaram após o depoimento do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa em acordo de delação premiada. Paulo Roberto afirmou que Palocci o procurou em 2010 pedindo que o montante fosse liberado para a campanha presidencial de Dilma Rousseff. O dinheiro, segundo o ex-diretor, viria do “Caixa do PP”, ou seja, da cota destinada ao Partido Progressista no esquema.
Fantasma do rebaixamento volta a assustar
Pesquisa revela forte rejeição ao PT
Comércio de SP reage após 12 meses
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