domingo, 21 de junho de 2015



Cardozo rebate Moro e diz que é ‘descabido’ punir empresas


Um dia após as prisões dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, o ministro da Justiça. José Eduardo Cardozo, afirmou que seria “descabido" impedir a participação das empresas em licitações antes do fim das investigações. Foi uma resposta ao juiz Sérgio Moro, para quem a inclusão das construtoras no programa de concessões lançado pela presidente Dilma representa risco de continuidade do esquema de corrupção. Cardozo disse que as prisões não preocupam o ex-presidente Lula e Dilma, que, segundo ele, “é reconhecidamente honesta”. O presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, pediu habeas corpus à Justiça.


Reprovação de Dilma cresce cinco pontos e bate recorde. 

Em um ano, 5 milhões de acidentes

Exclusivo: Dados Inéditos mostram que cinco milhões de brasileiros se acidentaram no trabalho em um ano, entre 2012 e 2013, seis vezes mais do que os registros oficiais, revela Cássia Almeida.


O apagão dos hospitais

Corte de repasses em meio ao jogo de empurra entre gestores, municípios, Estado e União provoca onda de suspensão de serviços e ameaça o já precário atendimento à população, que depende do SUS nas instituições filantrópicas. Cerca de 4,6 milhões de procedimentos gratuitos podem deixar de ser prestados no RS.


RIO - Centenas de fiéis e representantes de diferentes religiões se reuniram, na manhã de hoje, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, para um ato contra a intolerância religiosa no país. A manifestação aconteceu uma semana depois de a menina Kayllane Campos, de 11 anos, ter sido atingida na cabeça por uma pedrada quando deixava um centro de candomblé no bairro. Estiveram presentes no ato líderes das igrejas católica, evangélica e batista, entre outras, além de representantes das religiões africanas.



Rejeição a Dilma atinge nível de Collor pré-impeachment

Índice da petista sobe para 65%; reprovação de ex-presidente era 68% em 1992

Perto de completar seis meses, o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff é considerado ruim ou péssimo por 65% dos brasileiros. Segundo pesquisa Datafolha, trata-se da maior taxa de impopularidade da petista desde o início de 2011. A rejeição recorde ocorre em meio a ajustes que afetam patrões e empregados; desemprego e inflação em alta e risco de não aprovação das contas de 2014 pelo Tribunal de Contas da União. Na pesquisa anterior, de abril, a rejeição era de 60%. A taxa de reprovação de Dilma se aproxima da de Fernando Collor em setembro de 1992. Os 68%, pouco antes de ele ser afastado por impeachment, são o pior índice de um presidente na série de levantamentos do Datafolha, iniciada em 1990.


Painel-Petistas temem que empreiteiro denuncie engrenagem eleitoral

A prisão de Marcelo Odebrecht assusta políticos pelo conhecimento da engrenagem de financiamento eleitoral do PT. Ele teria feito relatos de como o esquema atuou entre 2010 e 2014.

O PT abandona o lulismo

No fim de semana passado, no congresso do PT, o lulismo morreu em seu último habitat. É significativo que muitos no partido experimentara m isso como uma liberação, criando impulso por ativismo e pela recuperação de antigas propostas.




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