Odebrecht obteve 70% do crédito à exportação
Pressionado, banco detalha US$ 11,9 bilhões em operações no exterior e R$ 320 bilhões no Brasil
O BNDES tornou público, ontem, detalhes de 153 empréstimos à exportação de serviços de engenharia, ou seja, crédito subsidiado para empreiteiras brasileiras executarem obras públicas no exterior. O grupo Odebrecht concentra 70% dos valores contratados desde 2007. No total, o banco emprestou US$ 11,9 bilhões, sendo 99,4% para cinco grandes empreiteiras: além da Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, OAS e Camargo Corrêa. O BNDES divulgou ainda dados de R$ 320 bilhões em créditos no Brasil. A iniciativa veio após pressão por transparência. Recentemente, o STF determinou que o banco detalhasse uma operação ao TCU.
Domésticas terão FGTS, e patrão pagará INSS menor
Blatter sai, e Fifa terá nova eleição
No dia em que o jornal americano “New York Times” revelou que o FBI também investiga Joseph Blatter no escândalo de corrupção na Fifa, o presidente da entidade, há 17 anos no cargo e recém-eleito para o quinto mandato, anunciou sua renúncia e convocou nova eleição. Em Berlim, Zico disse que pensa em se candidatar.
PMDB e PSDB se unem para atingir PT
Dilma reage a Renan e Cunha
Os tucanos trabalham ativamente para abrir uma janela para que deputados possam mudar de partido sem perder o mandato. Eles tentam seduzir o PMDB. O governo e o PT vivem um momento difícil. Por isso, acreditam que, ao suspender a fidelidade, por 30 dias, sua bancada poderá aumentar. Creem ainda que muitos vão abandonar os partidos da base para siglas de oposição como PPS, Solidariedade e PSB.
Continua tensa a relação do Planalto com os presidentes das duas Casas do Congresso, que buscam novos meios para reduzir o poder de Dilma. Por que será que os presidentes de Câmara e Senado estão apresentando proposta de controle pelo Congresso, da indicação dos dirigentes de estatais se a lei já prevê isso, pelo menos para todas as instituições financeiras públicas, como Banco do Brasil, Caixa , BNDES?
Míriam Leitão
É dose de jurosTudo indica que o Banco Central vai subir os juros de novo, hoje, para 13,75%, apesar da alta do desemprego e da contração do PIB. Até meados de fevereiro, a percepção era que a Selic não chegaria a 13%. Hoje, cresceu o número de projeções acima de 14%. A dificuldade do governo em aprovar o ajuste fiscal fez o BC endurecer o discurso. O tarifaço da energia e seus efeitos na inflação foram subestimados.
Veto ao fim do fator previdenciário e incoerência do PSDB
A melhor alternativa é o governo impedir a eliminação parcial do mecanismo, propor a idade mínima para aposentadoria, e com apoio da oposição
Safra com mais crédito, mas com juro mais alto
Levy diz que indústria vai virar após queda de 7,6%
Petrobras - Captações adiam ajuste nas finanças da estatal
Estatais - Nomeação é do Executivo, diz Dilma
A presidenta Dilma Rousseff partiu para o contra-ataque e criticou a criação de uma lei para controlar as estatais, como propuseram no dia anterior os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros.
BNDES começa a abrir dados
Banco divulga volume importante, porém limitado, de dados sobre operações contratadas nos últimos cinco anos.
Brasil não será plataforma de testes, diz Arthur Chioro
Ministro criticou os laboratórios que desenvolvem vacinas para dengue no país. É muito grande o medo da derrota por parte dos petistas que miram a eleição municipal do ano que vem. Motivos não faltam. (...) Nunca houve tanto desânimo e ausência de rumo a seguir.
O QUE O BC VAI FAZER EM JULHO?
O Copom do Banco Central vai tomar hoje à tarde duas decisões. A primeira está dada e precificada, trata-se da alta de 0,50 ponto da Selic. O resultado da segunda decisão é incerto. O Copom vai ter de escolher entre a manutenção ou a mudança do seu "statement".
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GESTÃO DE ESTATAIS NÃO É PILHÉRIA
Fala por si a foto dos presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha, em conversa com o senador Romero Jucá, todos sorridentes como quem comete uma travessura. Os três, na verdade, estavam comemorando mais uma conspiração contra a presidente Dilma.
Escândalo derruba presidente da Fifa
Joseph Blatter, 79, renunciou à presidência da Fifa, entidade máxima do futebol , em meio ao maior escândalo de corrupção da história do esporte. “Sinto não ter o apoio do mundo do futebol.” (...) Na semana passada, operação policial na Suíça prendeu sete dirigentes ligados à Fifa, entre eles José Maria Marin, ex-chefe da CBF , acusados de crimes como fraude e lavagem de dinheiro. No Brasil, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, buscou apoio de aliados. Relatório dos EUA indica que ele dividiu propina com Marin ao negociar direitos sobre a Copa do Brasil.
Nova lei diminui INSS de doméstico pago por patrão
BNDES libera sigilo sobre repasses para projetos no exterior
Cabe ao Executivo indicar nomes para estatais, diz Dilma
Congresso dos EUA aprova projeto que limita espionagem
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a defender nesta terça-feira (2) um projeto de lei que regulamente a gestão das empresas estatais. Ele negou que o anteprojeto apresentado por ele e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tenha a finalidade de promover uma interferência do Poder Legislativo nas empresas geridas pelo Executivo.
“O papel do Legislativo é fiscalizar o Executivo, e vice-versa. O papel do Executivo é fiscalizar também o Legislativo. Nisso, os poderes são complementares. Não há absolutamente interferência. O que há é um desejo da sociedade que se abra a caixa preta das estatais. Que isso fique absolutamente transparente. O país cobra isso”, afirmou.
O presidente também evitou relacionar o projeto diretamente aos recentes escândalos de corrupção na Petrobras e disse que o objetivo é que todas as empresas sejam fiscalizadas, inclusive essa. Questionado se o objetivo será acabar com as indicações políticas para os cargos nas estatais, Renan minimizou a questão. “Esse aspecto ,com relação à indicação dos nomes, é apenas um aspecto da lei. Não é o fundamental. O fundamental é a transparência, que se abra a caixa preta”, disse.
Além de formularem um anteprojeto sobre esse assunto, o presidente do Senado e o da Câmara também elencaram uma comissão com deputados e senadores para discutir o texto e transformar a proposta em projeto de lei. O objetivo é aprovar a matéria nas duas casas o quanto antes.
Segundo Renan, a comissão terá 30 dias para apresentar o projeto de lei complementar sobre o assunto. Assim, ele teria condição de entrar em votação antes do recesso parlamentar, que começará dia 17 de julho. “É preciso lei complementar, nós designamos comissão que em 30 dias vai apresentar um projeto de lei. É uma resposta que a sociedade está cobrando, que façamos uma lei que dê racionalidade às estatais, ajude no ordenamento, garanta a transparência, o controle público, e sobretudo crie critérios para uma fiscalização do Legislativo”, destacou.
O presidente também evitou relacionar o projeto diretamente aos recentes escândalos de corrupção na Petrobras e disse que o objetivo é que todas as empresas sejam fiscalizadas, inclusive essa. Questionado se o objetivo será acabar com as indicações políticas para os cargos nas estatais, Renan minimizou a questão. “Esse aspecto ,com relação à indicação dos nomes, é apenas um aspecto da lei. Não é o fundamental. O fundamental é a transparência, que se abra a caixa preta”, disse.
Além de formularem um anteprojeto sobre esse assunto, o presidente do Senado e o da Câmara também elencaram uma comissão com deputados e senadores para discutir o texto e transformar a proposta em projeto de lei. O objetivo é aprovar a matéria nas duas casas o quanto antes.
Segundo Renan, a comissão terá 30 dias para apresentar o projeto de lei complementar sobre o assunto. Assim, ele teria condição de entrar em votação antes do recesso parlamentar, que começará dia 17 de julho. “É preciso lei complementar, nós designamos comissão que em 30 dias vai apresentar um projeto de lei. É uma resposta que a sociedade está cobrando, que façamos uma lei que dê racionalidade às estatais, ajude no ordenamento, garanta a transparência, o controle público, e sobretudo crie critérios para uma fiscalização do Legislativo”, destacou.

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