quinta-feira, 27 de agosto de 2015


RIO - O empresário Ivo Nascimento Pitanguy, acusado de atropelar e matar o operário José Fernandes da Silva, na última quinta-feira, na Gávea, deixou agora à tarde o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, onde estava preso. Filho do famoso cirurgião-plástico Ivo Pitanguy, o empresário não quis falar com a imprensa. Antes de deixar a prisão, Ivo Nascimento pagou fiança de R$100 mil, uma das medidas cautelares determinadas pela Justiça. Além disso, teve a carteira de motorista suspensa e deverá comparecer mensalmente à Justiça para prestar contas de suas atividades. O empresário, que tem dupla nacionalidade, já entregou seus passaportes e não poderá se ausentar da comarca onde tramita o processo que investiga o atropelamento. Indiciado por homicídio culposo, Ivo nascimento também está proibido de frequentar bares e terá que permanecer em casa à noite. Segundo a polícia, Ivo estava sob efeito de álcool, quando aconteceu o acidente.

RIO – Vinte e oito toneladas de lixo flutuante foram recolhidas da Baía de Guanabara durante os eventos-teste de vela para os jogos olímpicos de 2016. Segundo o governo de Estado, a média foi de 3,5 toneladas por dia de resíduos removidos. O trabalho foi feito entre os dias 15 e 22 de agosto por dez ecobarcos nas raias da competição. O evento marcou o início do novo plano de contenção do lixo flutuante implementado pela Secretaria de estado do Ambiente. O objetivo é impedir a chegada de 95% dos resíduos à Baía de Guanabara.


RIO – A crise hídrica no Rio afetou a produção de indústrias no estado. A informação é do secretário estadual de Meio Ambiente. Segundo André Corrêa, o problema aconteceu na região do Guandu, próximo ao canal de Sepetiba, onde companhias ficaram quase um dia sem captar água chegando a interromper a linha produtiva. Ainda de acordo com o secretário, se o problema decorrente da falta de água era ruim no ano passado, este ano está sendo pior. A crise hídrica também afetou a vazão de água na transposição do Rio Paraíba do Sul para o Rio Guandu, que a partir de hoje passa a receber 110 metros cúbicos por segundo. No início do ano a vazão era de 140 metros cúbicos por segundo.



RIO - A CPI da Petrobras aprovou requerimento para a convocação do ex-ministro José Dirceu e mais seis investigados por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção na estatal. Entre os convocados estão o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Jorge Zelada e o presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht. A previsão é de que as audiências ocorram no prédio da Justiça Federal no Paraná, onde o juiz Sérgio Moro despacha. Já a CPI do BNDES na Câmara dos Deputados aprovou a convocação dos ex-presidentes do banco Carlos Lessa, Eleazar de Carvalho, Demian Fiocca e Guido Mantega. Os quatro ocuparam a presidência da instituição de 2003 até o início da gestão do atual presidente, Luciano Coutinho. Além dos ex-presidentes, a CPI também aprovou a convocação de seis ex-diretores. Por se tratar de convocações, os ex-presidentes e ex-diretores são obrigados a comparecer à CPI, que investiga contratos de financiamento do BNDES.



Procurador-geral teve 59 votos a favor de sua recondução e 12 contra

Por 59 votos a 12, o Senado aprovou ontem a recondução de Rodrigo Janot ao cargo do procurador-geral da República, dando respaldo às investigações da Lava-Jato. Antes da votação em plenário, a Comissão de Constituição e Justiça tinha sido quase unânime: 26 votos a favor de Janot e apenas um contra. A sabatina durou mais de dez horas, com elogios à atuação do procurador-geral na apuração do escândalo e ataques do senador Fernando Collor (PTB), um dos 11 investigados pela Lava-Jato que compareceram à sessão.




Com dificuldade para fechar o Orçamento de 2016, o governo estuda recriar a CPMF, o imposto sobre o cheque. E, para facilitar a aprovação, planeja dividir a receita com estados e municípios. Em jantar anteontem com grupo de sete empresários, a presidente Dilma reconheceu que o país vive momento difícil


Indicado por Dilma à recondução ao0 cargo de procurador-geral, ele diz que acusação é 'ilação impossível'

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou durante sabatina de 10 horas no Senado ter feito "acordão" com o governo Dilma Rousseff para, em troca de ser reconduzido ao cargo, livrar a presidente das investigações da Operação Lava Jato. "Se eu tivesse condição de fazer um acordão desses, teria de combinar com os russos (outros investigadores). Vamos convir que isso é uma ilação impossível", afirmou. Apesar de longa, a sabatina foi tranquila graças a um acordo do governo com a cúpula do PMDB no Senado, que tem o presidente, Renan Calheiros, e mais ia senadores investigados. Indicado por Dilma após ser aprovado pela maioria dos procuradores, Janot disse jamais ter visto algo parecido com o "megaesquema" de corrupção na Petrobrás em 31 anos de carreira e que as investigações vão "até onde as pessoas foram".




O dólar comercial foi a R$ 3,657 ontem, mas depois fechou estável a R$ 3,60. Para turistas, a cotação superou R$ 4. Graças ao câmbio, crescem as exportações de manufaturados.


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