quinta-feira, 20 de agosto de 2015


RIO(agências internacionais) - Um jovem pernambucano de 26 anos foi encontrado morto no campus da Universidade de Lincoln, na Inglaterra. Segundo a família, que foi avisada pelo consulado brasileiro, Ivson Nunes estava na Inglaterra há um ano e um mês e participava do programa "Ciência sem Fronteiras". A polícia investiga a causa da morte. Não havia sinais de agressão no corpo do rapaz.


RIO - A CPI do Futebol aprovou a quebra do sigilo bancário do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, e do empresário Wagner Abrahão. O requerimento partiu do senador Romário, do PSB do Rio, presidente da CPI. Também foram aprovados requerimentos solicitando informações ao Tribunal de Contas da União, à Junta Comercial do Estado do Rio e à própria CBF. Ao TCU, a CPI pediu informações sobre repasses do Ministério do Esporte às federações esportivas. À Junta Comercial, foram solicitadas cópias do estatuto e de contratos da CBF. A CPI também pediu à entidade os contratos e a movimentação financeira da CBF com as federações estaduais e seus dirigentes.



RIO - O pedágio na Rio-Petrópolis fica mais caro a partir desta sexta-feira. O reajuste autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres elevará o valor da tarifa básica de R$9 reais para R$11,20. O aumento é de 24,44%.


BRASIL - Está suspensa, a partir de hoje, a comercialização de 73 planos de saúde de 15 operadoras. Segundo a ANS, os motivos são o não cumprimento de prazos de atendimento e negativas indevidas de cobertura, entre outros fatores. A Agência Nacional de Saúde Suplementar informou que mais de 3 milhões de beneficiários serão diretamente protegidos pela medida, já que as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para poderem receber novos consumidores.



BRASIL - O desemprego no país ficou em 7,5% em julho, o pior resultado para o mês desde 2009, quando ficou em 8%. É o que revela a pesquisa mensal de emprego divulgada pelo IBGE. A taxa é referente às regiões metropolitanas do Rio, São Paulo, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre.



RIO - O polêmico projeto de lei que proíbe piadas sobre religiões em manifestações públicas foi retirado de pauta da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), após receber parecer contrário de todas as comissões da Casa. A proposta, que recebeu mais de 40 emendas, será analisada pela procuradoria da Alerj, que emitirá um parecer jurídico. O projeto só recebeu apoio de deputados da bancada evangélica. O texto veda a “ridicularização” de crenças de qualquer religião e prevê multa de R$ 270 mil.



Para o governo, a denúncia contra Eduardo Cunha enfraquecerá a tese de impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas o peemedebista se movimentará para dar o troco e aceitar tramitação de qualquer pedido para abreviar o mandato da petista. Ministros preveem uma "guerra política" nos próximos dias e acham que não será fácil tirar Cunha do comando da Câmara.




Collor e mais 4 estão na lista


O procurador Rodrigo Janot ofereceu denúncia ao STF contra o senador Fernando Collor (PTB-AL) e mais quatro pessoas por participação em corrupção na Petrobras. Collor teria recebido R$ 26 milhões em propina entre 2010 e 2014 



Procurador-geral acusa presidente da Câmara de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Valor da denúncia


inclui ressarcimento de propina e de danos à Petrobras e administração. Peemedebista diz ser alvo de complô do Planalto, PT e chefe da Procuradoria

O procurador geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ontem ao Supremo Tribunal Federal denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a ex-deputada federal Solange de Almeida (PMDB-RJ) por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. Janot pediu ao STF a condenação de Cunha pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Também solicitou a devolução de US$ 80 milhões (equivalente a R$ 277 milhões) - US$ 40 milhões por recebimento de propina em contratos de navios-sonda e US$ 40 milhões por danos à Petrobras e à administração pública. Embora advogadas de Cunha previssem um pedido de afastamento da presidência da Câmara, Janot não fez nenhuma menção ao tema. A parlamentares que lhe foram prestar "solidariedade" e depois em nota, o peemedebista disse que é alvo de "complô" de Janot, Planalto e PT e "foi escolhido" para ser denunciado.




Presidente da Câmara pode virar réu por corrupção e lavagem de dinheiro

Acusado de receber US$ 5 milhões de propina por contrato de aluguel de navios-sonda para a Petrobras, peemedebista afirma que não deixará o cargo; grupo de deputados pretende pedir seu afastamento

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), será denunciado ao STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, ampliando o seu isolamento político, que se aprofundou após a decisão do peemedebista de migrar para a oposição. Acusado de receber US$ 5 milhões de propina por contratos de aluguel de navios sonda para a Petrobras, ele se tornará réu em ação penal caso a denúncia seja aceita pela Justiça. Um grupo de deputados pretende pedir o afastamento de Cunha da presidência da Câmara, possibilidade negada por ele. “Vou continuar no exercício para o qual fui eleito”, afirmou. Os detalhes da denúncia serão conhecidos hoje. O caso deverá ser apreciado pelo plenário do STF em um mês.



Em acordo de leniência com o Cade, a Camargo Corrêa confessou participar de cartel formado por 16 empresas nas obras das refinarias de Abreu e Lima (PE) e do Comperj e pagará multa de R$ 104 milhões, 60% menor do que a aplicada originalmente. 


BB e Caixa facilitarão crédito, e analistas criticam estratégia. Setor automotivo foi o que mais demitiu

Depois da Caixa, ontem foi a vez de o Banco do Brasil anunciar uma linha de crédito em condições especiais para o setor automotivo. As facilidades poderão ser estendidas a outros segmentos e, juntos, BB e Caixa vão liberar até R$ 14 bilhões. O ministro Levy disse que as medidas não terão impacto fiscal, mas especialistas criticaram a estratégia e veem efeitos indiretos nas contas públicas. O setor automotivo foi o que mais demitiu em junho, com 35 mil cortes.



Por 45 votos a 27, o Senado aprovou projeto que aumenta os impostos sobre a folha de pagamento das empresas, com exceção de seis setores da economia. A proposta, parte importante do ajuste fiscal, irá agora para a sanção da presidente Dilma. 



A Câmara aprovou em 2º turno a emenda que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal em crimes graves. O projeto será votado no Senado.



Pais de alunos do CAp UFRJ, há dois meses sem aulas, brigam na Justiça com professores em greve. Ontem, houve protesto na porta da escola.



Por falta de pagamento, a Ampla cortou a luz de 7 unidades da UFF, em Niterói.


O ministro Berzoini defendeu a regulamentação do serviço e disse que o aplicativo está “à margem da lei”.


Diante da expectativa da denúncia da Procuradoria-Geral da República, adversários do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, preparam estratégia para tirá-lo do comando da Casa. Já a oposição quer aproveitar sua ira contra o governo para acelerar processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) firmou acordo com a Camargo Corrêa e dois ex-dirigentes em que a empreiteira assume participação em cartel de empresas com atuação na Petrobrás, dispõe-se a passar dados sobre o grupo e aceita pagar R$ 104 milhões. No fim de julho, a empresa já havia assinado acordo de leniência como Cade para delatar cartel de licitações no setor elétrico, em obras da usina nuclear Angra 3.



Secretários de Fazenda dos Estados discutem hoje, em reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em Brasília, a possibilidade de aumento conjunto das alíquotas do ICMS e de outros tributos, como IPVA, para superar a crise nas finanças públicas. 



Governo tenta convencer partidos da base a aprovar proposta que pode render R$ 2 bilhões anuais extras a partir de 2016. Empresários vão atuar na Assembleia contra reajuste do ICMS. 


A aliados, o deputado Eduardo Cunha disse que o Planalto costurou um “acordão” com a Procuradoria para atingi-lo e poupar aliados, como o presidente do Senado, Renan Calheiros, também alvo da Lava Jato. Cunha descartou se afastar da presidência da Câmara sob a justificativa de que a denúncia ainda será analisada pelo plenário do Supremo. Ele disse que só se manifestará quando tiver acesso à denúncia.


No documento “Carta à Nação”,a Ordem dos Advogados do Brasil e a Confederação Nacional da Indústria cobraram do governo correção dos rumos do país e ações imediatas contra as crises “ética, política e econômica”. O texto defende a redução do número de ministérios e de cargos. 


O número de refugiados no Brasil quase dobrou nos últimos quatro anos,de 4.218 para 8.400 pessoas.A maioria vem da Síria (2.077), país que passa por guerra civil, e metade dos pedidos de refúgio é motivada por violação de direitos humanos. O governo quer reduzir o tempo de análise dessas solicitações de três anos para até seis meses.



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