domingo, 6 de dezembro de 2015






Preocupada com distanciamento do vice, presidente pede a auxiliares do governo que monitorem PMDB

A presidente Dilma Rousseff disse ontem no Recife que “espera integral confiança” do vice Michel Temer (PMDB). Preocupada com o distanciamento de Temer, a presidente afirmou que conhece o vice e tem “certeza de que ele a dará”. Ministros, porém, avaliam que Temer flerta com o PSDB para assegurar sua ascensão ao poder e que vai lavar as mãos em relação ao processo de impeachment de Dilma. Com o mote da “pacificação nacional”, o vice tem conversado com os tucanos num movimento visto no Planalto como “conspiração”. Divididos desde o início da crise que ameaça o mandato de Dilma, os senadores tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, se uniram numa disputa da Presidência e decidiram apoiar Temer a trabalhar pelo impeachment Até meses atrás, apenas Serra era entusiasta da ideia de ver o peemedebista no Planalto. Aécio jogava para tirar Temer e Dilma juntos e disputar nova eleição. Alckmin queria manter a presidente no cargo até 2018, quando termina o mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.




Após deixar ministério, Padilha vai usar sede do PMDB para mapear votos

Presidente diz que espera contar com "integral confiança" do seu vice-presidente

O grupo próximo do vice-presidente Michel Temer no PMDB se articula pelo impeachment da presidente Dilma. O ex-ministro Eliseu Padilha, que deixou o governo na última sexta e é conhecido por manter planilhas com históricos de votações do Congresso, começa a trabalhar amanhã na sede do partido para agilizar o processo. A estratégia é manter o vice na retaguarda. “Temer não precisa se mover agora” disse o ex-deputado Geddel Vieira Lima, ressaltando que é preciso ver como as ruas e o Congresso vão se manifestar. Moreira Franco e Romero Jucá também integram a ala pró-impeachment. Ontem, Dilma disse que espera “integral confiança” de Temer para enfrentar o processo. 




As eleições legislativas de hoje na Venezuela estão sendo vistas como um plebiscito do governo chavista: pela primeira vez em 15 anos, a oposição pode obter a maioria na Assembleia, relata Janaína Figueiredo. O resultado pode levar a um confronto de poderes. 




Como a economia melhora sem Dilma
Dólar cai, ações sobem e empresários se animam com a possibilidade do impeachment da presidente. Apesar das incertezas sobre o futuro político do País, uma mudança dentro da ordem constitucional pode destravar investimentos.




Vice-presidente, que na política sempre foi um radical da cautela, aumenta ainda mais a distância dos holofotes, enquanto seus companheiros de PMDB trabalham para articular impeachment de Dilma.




Planalto e oposição travarão disputa para definir se Congresso entra ou não em recesso neste mês.

O Supremo Tribunal Federal deve decidir a data de desfecho da análise do impeachment de Dilma Roussef (PT) pela Câmara.

Discordantes, governo federal e partidos oposicionistas já mobilizam advogados. 

O Planalto planeja um desfecho rápido, ainda em janeiro. Avalia contar no momento com os votos necessários para salvar a presidente.

A oposição quer esticar o processo. Projeta que em fevereiro a piora na economia gerará protestos de ruas e dissidências na base dilmista.
A celeridade depende de o Congresso entrar ou não em recesso no dia 23.

O executivo aposta na falta da aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, o que impediria o Legislativo de interromper os trabalhos.

Desafeto de Dilma, Eduardo Cunha encomendou parecer sustentando que o Congresso tem de parar mesmo sem a aprovação da LDO. O governo contestará a ação do presidente da Câmara.

O rito do impeachment tem prazo previsto de cerca de 30 dias, a partir desta terça (08), quando comissão especial de deputados começa a analisar o caso. 




O banco Pactual, fundado como uma pequena corretora em 1983, já foi especialista em aplicar dinheiro no overnight (antigo mercado de juros de um dia), em reestruturações de empresas em crise e em aberturas de capital na Bolsa. Agora o banco tenta sobreviver à crise de reputação causada pela prisão de André Esteves, seu principal acionista. 



O prêmio máximo da Mega-Sena acumulou mais uma vez. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas ontem à noite. O valor do prêmio agora subiu para cerca de R$ 125 milhões, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal. A Quina saiu para 84 apostas, e cada uma delas vai receber R$ 65.866,39. Já a Quadra teve 7.608 ganhadores, e cada um deles vai receber R$ 1.038,90. Os números sorteados foram: 16, 26, 35, 39, 44 e 45. O próximo sorteio será na 4ª feira.


A concessionária Metrô Rio vai começar a vender amanhã os cartões especiais para o réveillon em seis estações. O bilhete vai custar R$ 7,40, ida e volta, e R$ 3,70 só ida ou só volta. A venda vai ser presencial e somente em dinheiro. Cada usuário poderá adquirir, no máximo, 10 cartões. Para a ida, os usuários terão à escolha cinco faixas de horário, entre as 19h e 24h, e deverão comprar o cartão correspondente ao período em que pretendem fazer a viagem. Já a volta acontecerá sem horário fixo, entre 24h e 5h. Até o dia 25 de dezembro os cartões especiais vão ser vendidos nas estações: Pavuna, Uruguai, Central, Carioca, Glória e Siqueira Campos. Já a partir do sábado dia 26, a venda presencial vai acontecer somente nas estações Pavuna, Carioca, Central, Glória e Uruguai.


Líderes do PMDB do Rio esperam apenas um gesto do prefeito Eduardo Paes para sepultarem de vez a candidatura do secretário municipal de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Carvalho, à prefeitura do Rio. Internamente, o partido reconhece que a situação é inviável, e pesquisas já mostram que os episódios de agressão à ex-mulher, Alexandra Marcondes, prejudicaram a avaliação do pré-candidato na pequena parcela da população em que ele é conhecido.
O comando da sigla avalia que a imagem de agressor “colou” em Pedro Paulo, e o seu temperamento, visto como explosivo, é criticado. No último domingo, Paes levou o secretário a uma agenda, o que era comum e se tornou mais raro conforme as acusações contra o aliado foram aparecendo. A estratégia não deu certo e alertou ainda mais os peemedebistas: enquanto discursava, Pedro Paulo foi vaiado por um grupo de mulheres.


Apesar de o assunto já ser tema de conversas internas, há o consenso de que nenhuma decisão será tomada a curto prazo. O conturbado cenário político nacional também contribui para que as eleições municipais não sejam o foco principal no momento. Por volta de março, o PMDB deverá centrar as atenções no assunto, ampliando os debates e as pesquisas com eleitores.


Em Paris para as reuniões da COP 21, Paes informou que “só tratará de eleição no ano que vem”. Pedro Paulo não quis dar entrevista. Cabral também preferiu não se manifestar.




RIO — Um grupo de 12 pessoas protestou na manhã deste domingo na porta do condomínio do líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani, contra o posicionamento do parlamentar em relação ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, manifestantes da Força Sindical, do partido Solidariedade e do Movimento Brasil Livre reclamaram da influência do deputado a favor de Dilma na comissão do Impeachment.



Também neste domingo, na orla do Leblon, Zona Sul do Rio, uma caminhada com cerca de 15 pessoas, convocada pelo Movimento 31 de Julho, pedia a saída de Dilma da Presidência. Os manifestantes convocavam as pessoas a comparecer à manifestação contra a presidente que será realizada no dia 13 em várias cidades do país.
— O momento exige um compromisso para derrubarmos a presidente Dilma. O país está destruído — diz Lincoln Carlos, um dos fundadores do movimento anticorrupção.

 No olho do furacão, administrando uma das piores crises financeiras da história do estado, o secretário de Fazenda, Julio Bueno, não usa meias palavras para apontar o único caminho, segundo ele, para evitar “o caos” nos serviços públicos em 2016 ou 2017. Segundo o homem das finanças de Pezão, se o governo federal e os governadores não adotarem medidas drásticas, como uma reforma previdenciária que adie tempo de aposentadoria, a quebra da estabilidade do servidor público e uma moratória negociada de três anos nos juros das dívidas dos estados com a União, não haverá alternativa para estados como o Rio a não ser o calote. “A previdência é dramática.E absurdamente central fazer isso, e vai quebrar todo mundo se não for feito”. Para ele, sem enfrentar o problema em aliança com os governadores, o governo Dilma corre o risco de repetir o de Fernando de la Rúa na Argentina, em 2001, que “se liquefez pelas províncias e foi à debacle”. Júlio Bueno leva amanhã ao Palácio Guanabara a sugestão de criar uma lei de responsabilidade fiscal estadual. 


NÃO EXISTE SOLUÇÃO SEM QUEBRAR A PREVIDÊNCIA.


A previdência é dramática. O déficit atuarial da previdência federal é de R$ 1,2 trilhão, e dos estados é de R$ 2,4 trilhões. São R$ 3,6 trilhões. É absurdamente central fazer isso, e vai quebrar todo mundo se não for feito.





Rio - Os mais de 32 milhões de aposentados, pensionistas e segurados que recebem algum tipo de benefício previdenciário do INSS em todo o país podem planejar o orçamento do próximo ano. As datas de pagamentos de aposentadorias, pensões e auxílios já foram definidas pela Previdência para 2016. O calendário de crédito (confira ao lado) seguirá o mesmo critério de anos anteriores, sempre considerando o final dos cartões de pagamento excluindo o dígito verificador, ou seja, a última unidade, após o traço. 
O INSS começará a pagar os benefícios sempre nos últimos cinco dias úteis de cada mês para os segurados que recebem até um salário mínimo, atualmente em R$788. Esse grupo possui finais de cartão 1, 2, 3, 4 e 5. O pessoal que ganha o piso nacional e possui os cartões terminando em 6, 7, 8, 9 e 0 vai receber nos primeiros cinco dias úteis do mês subsequente. 


Esse mesmo critério será usado pelo ministério para liberar os pagamentos dos aposentados e pensionistas do INSS que recebem acima do salário mínimo. Neste caso, os mais de 9 milhões de segurados também terão o crédito liberado entre o primeiro e o quinto dia útil do mês seguinte.


DEZEMBRO DE 2015
Os benefícios deste mês de quem ganha até um mínimo começam a ser depositados no dia 22. O calendário de pagamento de dezembro para esse segmento vai até o dia 8 de janeiro de 2016. Para os segurados que recebem mais do que o piso, os créditos serão feitos a partir do dia 4 de janeiro do ano que vem.











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